Pintor, escultor, arquitecto, engenheiro e cientista, Leonardo Da Vinci (1452-1519) é considerado por muitos o maior génio da humanidade.
Da Vinci idealizou o pára-quedas, o escafandro, o tanque de guerra e até o automóvel. Brilhante e misterioso, colocou o homem no centro do universo, um dos princípios fundamentais da Renascença.
Da Vinci dissecou cadáveres para entender o que desenhava. «Como pintar o movimento dos corpos quando se ignora o trabalho dos músculos?» questionou, numa nota.
Como homem de ciência, foi um percursor e um visionário. Em 1940, Sikorsky, um engenheiro soviético, aproveitou os seus desenhos para inventar o helicóptero.
Há cinco séculos, em Florença, realizou a obra que viria a celebrizá-lo até aos nossos dias: o retrato de Mona Lisa (1503), o quadro mais famoso do mundo. Apesar da sua genialidade, ou talvez por causa dela, produziu um número relativamente pequeno de obras, muitas das quais permaneceram inacabadas devido à sua ânsia de entender o mundo.