Os guerreiros Samurai prevaleceram na história do Japão durante quase 700 anos, entre 1185 e 1867.
A palavra Samurai significa «aqueles que servem».
Estes guerreiros usavam armadura, combatiam montados a cavalo, com espadas e lanças, punham cerco a castelos e a sua vida obedecia a um código de honra.
Durante o período Edo, de 1603 a 1867, os Samurais alcançaram o apogeu da sua autoridade e privilégios.
O mesmo guerreiro que, em combate, se apoderava das cabeças dos inimigos, era provavelmente um budista devoto.
Como membros da classe mais elevada do Japão, os Samurais, particularmente os chefes de clãs e os seus generais, eram dados a refinadas ocupações culturais, como o arranjo floral, a composição de poesia, a assistência a espectáculos de teatro e a recepção de convidados na cerimónia do chá, sendo esta uma actividade espiritual.
Os Samurais sentiam-se particularmente identificados com a beleza efémera das cerejeiras em flor. As flores da cerejeira caem quando estão mais viçosas, tal como os Samurais imaginavam morrer em batalha.
A ferocidade do combate corpo a corpo fez com que os Samurais abandonassem o arco e a flecha como meio preferido de matar, elevando a espada à categoria de arma preferida.
Alguns Samurais apreciavam tanto os seus utensílios de chá como as espadas.