New Digital
24-05-2012 , 07:36 *
Olá, Visitante. Por favor Entre ou Registe-se se ainda não for membro.
Perdeu o seu e-mail de activação?

Entrar com nome de utilizador, password e duração da sessão
 
   Início   Ajuda Arcade Pesquisa Calendário Tags Contacte-nos Entrar Registe-se Chat  
Páginas: [1]
  Adicionar Votação  |  Imprimir  
Autor Tópico: Rafael Bordalo Pinheiro (1846-1905)  (Lida 268 vezes)
0 Membros e 1 Visitante estão a ver este tópico.
Share this topic on FacebookShare this topic on GoogleShare this topic on TwitterShare this topic on Google buzz
Playdiune
Administração
*****

Agradecimentos 26
Offline Offline

Sexo: Masculino
Mensagens: 16138



WWW
« em: 11-03-2010 , 21:07 »

Rafael Bordalo Pinheiro, desenhador e ceramista, nasceu em Lisboa no dia 21 de Março de 1846. O pai iniciou-o no desenho, mas não apoiava a sua inclinação para a caricatura. Matriculou-se na Academia de Belas-Artes, apresentando, nas exposições, trabalhos muito aplaudidos pela crítica. Rejeitou continuamente propostas aliciantes de jornais estrangeiros, mas colaborou com várias publicações espanholas, inglesas e francesas.

Com a criação da Lanterna Mágica quebrou a monotonia portuguesa, ligando-se a Guerra Junqueiro, Guilherme de Azevedo e Lino de Andrade.

Em 1870, publica um álbum de caricaturas gravadas a água-forte, sob o título de «Calcanhar de Aquiles», onde figuravam os homens mais notáveis do seu tempo.

Em 1871, cria O Binóculo, sendo o primeiro jornal que se vendeu dentro dos teatros. De imediato, faz sair o Mapa de Portugal, vendendo mais de 4000 exemplares no espaço de um mês.

Dirige o jornal O Mosquito, no Rio de Janeiro, onde deixa críticas mordazes e momentos de grande saudade por Portugal. Em 1879, voltou para Lisboa e funda a folha humorística António Maria, seguindo-se Álbum de Glórias e Pontos nos ii.

Em Janeiro de 1885, resolve abandonar o jornalismo. A partir de então, dedica-se à cerâmica. A Fábrica de Faianças das Caldas da Rainha é palco da sua criatividade.

Caricaturista também no barro, deu forma a figuras como o sacristão, o padre, o polícia, a ama de leite, a alcoviteira e o genial «Zé Povinho».

Dirigiu a construção do pavilhão português na Exposição de Paris de 1889.

Nas Caldas da Rainha existe um museu com o seu nome.

Faleceu em Lisboa, em 1905.
  • Share this topic on FacebookShare this topic on GoogleShare this topic on TwitterShare this topic on Google buzz
    Registado
    Tags:
    Páginas: [1]
      Adicionar Votação  |  Imprimir  
     
    Ir para:  


    Topicos Relacionados
    Assunto Iniciado por Respostas Visualizações Última mensagem
    Depois da vida - Julia Pinheiro
    Espiritismo & Ocultismo
    Neo 0 117 Última mensagem 12-11-2010 , 00:50
    por Neo
    TVI confirma saída de Júlia Pinheiro
    Notícias dos Mercados de Capitais\Economia
    Fisicalsharing 0 90 Última mensagem 02-01-2011 , 17:58
    por Fisicalsharing
    Powered by MySQL Powered by PHP Powered by SMF 1.1.16 | SMF © 2006-2009, Simple Machines Sitemap XHTML 1.0 válido! CSS válido!
    ^ TOPO
    ..:: Política de Privacidade ::.. ..:: Afiliados ::.. ..:: Increase Page Rank ::..