Pelo muro abaixo
Vem uma formiga
Com uma mão na testa
Outra na barriga.
Tenho cinco réis
Tenho um alguidar
Tenho um macaquinho
De pernas pr`o ar.
Quando me levanto
Tiro-lhe o boné
Aperto-lhe a mão
Ola-ri-lo-lé.
Réu-réu
Vai pr`o céu
Vai buscar o meu chapéu
Se for novo
Trá-lo cá
Se for velho
Deixa-o lá.
Jericopo, copo, copo
Jericopo, copo, copo
Quem não disser Jericopo
No copo não beberá.
Que é o almoço?
Cascas de tremoço.
Que é o jantar?
Bordas de alguidar.
Que é a ceia?
Morrões de candeia
Doidas, doidas, doidas, andam as galinhas
Para pôr o ovo lá no buraquinho
Raspam, raspam, raspam p`ra alisar a terra
Picam, picam, picam p`ra fazer o ninho
Arrebita a crista o galo vaidoso
Canta, canta, canta com ar refilão
E todo emproado com ar majestoso
É o comandante deste batalhão
Faz o netinho em casa da avó
Faz o netinho em casa da avó
Varre-lhe a casa, limpa-lhe o pó
Varre-lhe a casa, limpa-lhe o pó
Marcha soldado
Cabeça de papel
Se não marchar direito
Vai preso pr`o quartel
Quartel pega fogo
Francisco dá sinal
Acuda, acuda, acuda
A bandeira nacional