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Autor Tópico: Noticias Jurídicas Diárias  (Lida 3086 vezes)
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« Responder #20 em: 27-11-2010 , 01:05 »

Há 200 agressores interessados em novo programa comportamental
 
November 25, 2010 at 4:28 PM
 
No Dia Internacional contra a Violência Exercida contra as Mulheres, a secretária de estado Elza Pais viu aprovado em conselho de ministros o IV Plano Nacional contra a Violência Doméstica.

O plano nacional para combater a violência doméstica aposta na protecção das vítimas mas também no acompanhamento dos agressores, salientou hoje a secretária de Estado da Igualdade, lembrando que existem já 200 homens interessados em integrar um novo programa comportamental.
No Dia Internacional contra a Violência Exercida contra as Mulheres, a secretária de estado Elza Pais viu aprovado em conselho de ministros o IV Plano Nacional contra a Violência Doméstica. O dia terminou com a apresentação pública do documento no Museu do Fado, em Lisboa."Este plano tem uma área estratégica nova que não existia no anterior", disse aos jornalistas a secretária de estado da Igualdade depois da apresentação das 50 medidas do novo plano.A responsável referia-se ao Programa para Agressores de Violência Doméstica que está a ser testado na região Norte, a título experimental, em 200 arguidos e tem já outros "200 agressores à espera para entrar no programa"."Proteger as vítimas é um dos lados do programa, o outro é intervir junto dos agressores", resumiu Elza Pais, que acredita que é possível "prevenir a revitimação através de um trabalho estruturado" com os criminosos.Entre as medidas do novo plano nacional, que se prevê que sejam aplicadas entre 2011 e 2013, a secretária de estado salientou a definição "de uma ficha única para evitar que a vítima esteja sempre a fornecer as mesmas informações durante o percurso muito complexo pelo qual tem de passar".O rastreio nacional para mulheres grávidas e um sistema georeferenciado de perigo, definindo as zonas onde há maior possibilidade de situações de violência doméstica, são outras das "grandes novidades do IV plano", que vem "consolidar os anteriores planos", explicou. [...] Jornal de Notícias


 
 
   
   
     
     
    Colóquio «Reorganização judiciária em debate» - A experiência de duas comarcas-piloto
 
November 25, 2010 at 12:57 PM
 
O Fórum Permanente Justiça Independente organizou no dia 19 de Novembro de 2010, no salão nobre da Câmara Municipal de Faro, o Colóquio Reorganização judiciária em debate, que contou na sessão de abertura com a presença do Exmo. Senhor Presidente da Câmara Municipal de Faro, Dr. Macário Correia e na sessão de encerramento com a presença de Sua Excelência o Senhor Secretário de Estado da Justiça Dr. João Correia.

Discursos e Intervenções: A experiência das duas Comarcas-Piloto

Comunicação da Dra. Maria João Barata dos Santos 170.36 Kb
Juíza-Presidente da Comarca do Alentejo-Litoral

Comunicação do Dr. Raúl José Cordeiro 193.49 Kb
Juiz de Direito - Afectação Exclusiva em julgamentos em processo colectivo - Baixo Vouga.

Perspectivas sobre a reorganização judiciária no distrito de Faro Comunicação do Dr. António Cabrita 121.02 Kb
Presidente do Conselho Distrital de Faro da Ordem dos Advogados

Comunicação da Dra. Lídia Pereira 130.45 Kb
Procuradora-Adjunta no Tribunal Judicial de Faro

Sessão de Encerramento Discurso de Encerramento 353.04 Kb

Dr. Jorge Langweg, Juiz de Círculo - Círculo Judicial de Faro
Síntese das Conclusões 95.73 Kb Ficheiro de slides em powerpoint

Fonte:    Blog de Informação
Fórum Permanente Justiça Independente 
 
   
   
     
     
    “Novos tribunais vão modificar radicalmente Santarém”
 
November 25, 2010 at 12:46 PM
 
O secretário de Estado da Justiça diz que o trabalho do seu ministério está feito no que toca à criação de dois novos tribunais nacionais especializados em Santarém. A criação de um Tribunal da Relação na mesma cidade é também ponto assente e leva João Correia a criticar quem tem opinião contrária, como é o caso do bastonário da Ordem dos Advogados a quem chama “incompetente e ignorante”. O advogado com escritório em Santarém diz que esgotou a sua missão no Governo, garante que não está arrependido de ter sido mandatário da candidatura socialista no concelho nas últimas autárquicas e declara que o PS escalabitano está gasto e precisa de caras novas.
Como está o processo de criação em Santarém de dois tribunais nacionais especializados – o Tribunal da Propriedade Industrial e o Tribunal da Concorrência, da Regulação e da Supervisão? Está no Parlamento. As propostas de lei para criação desses tribunais já foram aprovadas na generalidade e agora vão chegar à comissão respectiva. Isso compete à Assembleia da República. O Governo propôs a criação desses tribunais e estamos à espera da aprovação final global desses diplomas. Quando há condições para os tribunais estarem a funcionar? Depende do Parlamento e depende do dinheiro. Da parte do Ministério da Justiça está o trabalho feito. Agora da parte do Ministério das Finanças e da Câmara Municipal de Santarém há questões que são absolutamente estranhas a este ministério. Curiosamente, os tribunais devem ser criados nas antigas instalações da Escola Prática de Cavalaria, que ainda não são propriedade da Câmara de Santarém. Sim, mas isso é um problema que me ultrapassa. Mas também não foi uma aventura ter sido escolhida Santarém, porque os tribunais podem ser colocados noutra cidade qualquer. Há várias cidades que se ofereceram para acolher estes tribunais. [...] O Mirante
 
 
   
   
     
     
    Aprovada divulgação da lista de entidades que recebem benefícios fiscais
 
November 25, 2010 at 11:12 AM
 
A proposta de alteração ao Orçamento do Estado que impõe a divulgação de empresas e entidades que recebam benefícios fiscais - com indicação do montante recebido por ano -  foi esta tarde aprovada no Parlamento na votação na especialidade.
A medida foi aprovada com os votos favoráveis de todas as bancadas com a excepção do CDS que se absteve na votação.
A proposta define que "a Direcção Geral de Contribuições e Impostos deve, até ao fim do mês de Setembro de cada ano, divulgar os sujeitos passivos de IRC que utilizaram benefícios fiscais, individualizando o tipo e o montante do benefício utilizado." [...] Ionline 
 
   
   
     
     
    Alarme à distância liga vítimas à Polícia
 
November 25, 2010 at 11:10 AM
 
Novo plano contra a violência doméstica prevê rastreio a grávidas e base de dados de denúncias

A disponibilização de equipamentos de teleassistência, para reforçar a protecção das vítimas e o alargamento da aplicação das pulseiras electrónicas são algumas das medidas que constam do novo Plano Nacional Contra a Violência Doméstica.

Os dispositivos que permitem às vítimas, em situações de perigo, ser localizadas pelas autoridades policiais já existem e podem ser disponibilizados gratuitamente logo que haja magistrados a tomar a iniciativa de aplicar esta medida de teleassistência, assegurou ao JN a secretária de Estado da Igualdade, que apresentará hoje, Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres, o IV Plano Nacional Contra a Violência Doméstica 2011/2013. O pager, que vem equipado com um sistema que permite a localização do seu portador, possibilitará também a ligação a uma linha de apoio, "quebrando o isolamento da vítima", sublinhou Elza Pais, em declarações ao JN.O alargamento a nível nacional da utilização das pulseiras electrónicas é outra das medidas que constam do novo plano. Actualmente, apenas 21 agressores estão controlados com este sistema, cuja aplicação depende de determinação judicial e da adesão voluntária por parte dos agressores. Elza Pais diz que a medida não tem sido rejeitada pelos arguidos e reforça o apelo aos magistrados para que recorram mais a este dispositivo que emite um alerta quando o agressor se aproxima da vítima, possibilitando a intervenção da polícia.O plano que será hoje apresentado, depois de ter estado em discussão pública, está organizado e torno de cinco áreas estratégicas e prevê 50 medidas, seis das quais de intervenção junto dos agressores. O objectivo é prevenir a reincidência através de programas estruturados que visam fomentar competências de não violência na gestão de conflitos e das relações interpessoais. Trata-se de uma vertente inovadora na abordagem da problemática da violência doméstica, destaca a governante, mas que já está a ser concretizada através de um projecto-piloto, a decorrer no Porto e em Coimbra, abrangendo cerca de 200 condenados por crimes de violência conjugal a cumprir pena de prisão ou medidas alternativas à cadeia. Por ser recente, ainda não foi alvo de avaliação. [...] Jornal de Notícias
 
 
   
   
     
     
    Trabalho: Empresários pedem contratos flexíveis para evitar o FMI
 
November 25, 2010 at 11:05 AM
 
Fórum da Competitividade defende contratos flexíveis para jovens e desempregados para evitar uma intervenção do FMI em Portugal. Pedro Ferraz da Costa, presidente do Fórum para a Competitividade defende a criação de contratos flexíveis com duração até quatro anos para jovens à procura do primeiro emprego, mas apenas para aqueles que sejam recrutados pelas empresas exportadoras, e ainda para os desempregados de longa duração. Contratos que teriam isenção total ou parcial da contribuição das empresas para a Segurança Social. Para os restantes trabalhadores deve existir uma política de congelamento salarial, pelo menos, até à fixação de um novo sistema de remunerações que garanta moderação salarial a crescer abaixo do crescimento da produtividade. Duas medidas essenciais, num conjunto de 20, para evitarmos a intervenção da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional em Portugal, como referiu Ferraz da Costa em conferência de imprensa. E para afastar um potencial resgate de Portugal, os empresários chamam atenção para a necessidade de estabelecer dois acordos políticos, um de imediato e de urgência e um outro de médio e longo prazo 2012-2016. Quanto ao primeiro, em que se insere o congelamento salarial, "trata-se de um conjunto de medidas que poderiam ser explicadas às organizações internacionais, como a Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE) por forma a sermos nós a implementa-las e não outros a exigi-las", referiu o empresário. Aliás, não deixou de referir que seriam bem mais importantes do que os partidos estarem a pensar em eleições. Neste último acordo, o Forum considera essencial uma revisão constitucional que permita Governos de cinco anos, bem como a inclusão de uma regra que estabeleça um tecto de 30% para a despesa pública primária em função da riqueza produzida. Conheças as principais medidas [...] Diário Económico
 
 
   
   
     
     
    Portugal já tem 25 Julgados de Paz
 
November 25, 2010 at 11:01 AM
 
Dívidas de condomínio e problemas entre vizinhos são os casos mais frequentes que chegam a este tribunal. Cascais conta a partir de hoje com um Julgado de Paz, elevando para 25 o número total destes tribunais de resolução alternativa de conflitos, onde prevalece a mediação para encontrar um acordo entre as duas partes em conflito.

Depois do Funchal, Proença-a-nova, Aljustrel e Belmonte, este é o quinto Julgado de Paz aberto durante esta legislatura.

Estes tribunais começaram a surgir em Portugal durante 2001 e agora são 25, abrangem 61 concelhos de norte a sul do país, incluindo as ilhas, e beneficiam mais de três milhões portugueses.

A duração média dos processos é de dois meses, mas para dar andamento ao processo as partes têm pagar 70 euros, que podem ser devolvidos pela parte que perder o processo.

A este tribunal chegaram este ano 5.199 processos novos, tendo terminado 5.222. Actualmente, estão pendentes 1.669 casos.
 
Dívidas de condomínio e problemas entre vizinhos são os casos mais frequentes.

Aqui não se resolvem questões criminais, mas sim acções declarativas de valor não superior a cinco mil euros. Por exemplo, casos de incumprimento de contratos; incumprimentos ligados a bens móveis e imóveis, como seja escoamento de águas, abertura de janelas, portas e varandas, plantação de árvores, paredes e muros; ou ainda arrendamento urbano e acidentes de viação. RR
 
 
   
   
     
     
    Debate instrutório do caso de cegueira de Santa Maria não se realizou devido à greve
 
November 25, 2010 at 3:07 AM
 
O Tribunal de Instrução Criminal de Lisboa tinha programado para as 14:00 o início da fase final da instrução, mas a ausência de funcionários judiciais impediu a sessão, na qual o juiz comunica a decisão de levar os dois acusados pelo Ministério Público (MP) a julgamento ou de arquivamento do processo.

De acordo com fonte judicial contactada pela agência Lusa, o magistrado emitiu um despacho a justificar o adiamento, mas desconhece-se se foi fixada uma nova data para a realização do debate instrutório.

A acusação aos dois profissionais de saúde foi deduzida pelo MP em meados de Dezembro de 2009, seis meses depois do incidente que provocou a cegueira a seis doentes, que perderam a visão após terem sido submetidos a uma operação no hospital de Santa Maria, em Lisboa.

Em causa esteve a troca do medicamento que lhes devia ter sido injectado - Avastin - por um outro produto.

O MP indiciou o farmacêutico e a técnica de farmácia e de diagnóstico da prática de seis crimes de ofensa à integridade física grave, na forma de dolo eventual.

Segundo o despacho de acusação, a troca de medicamentos "terá sido provocada por falta de cumprimento dos deveres impostos pelo manual de procedimentos", dando origem à aplicação errada de um fármaco, que provocou "lesão grave ou morte das células com produção de cegueira".

Entre as "provas circunstanciais, documentais, reais, pessoais e periciais" recolhidas constam pareceres do responsável pela equipa de Oftalmologia do hospital de Santa Maria e do Instituto Nacional de Medicina Legal sobre o estado actual dos doentes.

O farmacêutico e a técnica de farmácia requereram a abertura da instrução do processo, sustentando a ausência de manuais de procedimentos na unidade de preparação de citotóxicos e a completa inexistência de supervisão/fiscalização do farmacêutico, por ordens superiores e por falta de meios humanos.

Público 
 
   
   
     
     
    Governo garante que vai cumprir as exigências do Tribunal relativas à PT
 
November 25, 2010 at 3:04 AM
 
A Comissão Europeia deu, ontem, dois meses a Portugal para que este garante que irá cumprir a decisão do Tribunal de Justiça, relativa à "golden share" da Portugal Telecom (PT). Reagindo a esta exigência de Bruxelas, fonte oficial do Ministério das Obras Públicas garantiu ao Negócios que "o Governo reitera a sua intenção de pôr em prática as medidas necessárias para cumprir a decisão".

O Tribunal de Justiça da União Europeia, em 2008, ao analisar a participação do Estado português na PT, considerou que essas acções privilegiadas, "constituem uma restrição injustificada à livre circulação de capitais e que, ao manter esses privilégios, Portugal não cumpriu as obrigações que lhe incumbem por força dos Tratados".

negócios online 
 
 
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    « Responder #21 em: 27-11-2010 , 21:31 »

    Marinho Pinto reeleito com maioria absoluta
     
    November 26, 2010 at 7:19 PM
     
    Com a contagem dos votos quase terminada, é já certo que os advogados escolheram reconduzir António Marinho Pinto como bastonário da OrdemSegundo o SOL apurou, Marinho Pinto obtem maioria absoluta.Fernando Fragoso Marques e Luís Filipe Carvalho encabeçavam as candidaturas opositoras.Os resultados finais das eleições para a Ordem dos Advogados são anunciados nas próximas horas.SOL 
     
       
       
         
         
        Lentidão do sistema informático tribunais preocupa magistrados
     
    November 26, 2010 at 2:39 PM
     
    O vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM), Bravo Serra, apontou hoje a lentidão do sistema informático como uma das principais dificuldades dos tribunais, apesar de reconhecer o «grande esforço» do Governo na modernização dos meios. Sente-se uma «grande dificuldade ao nível do hardware dos terminais», porque «não está consonante com o número de utilizares dos tribunais durante o dia, que são milhares de pessoas entre magistrados, funcionários e advogados», afirmou Bravo Serra. Contudo, o vice-presidente do CSM reconheceu que «está a ser feito um grande esforço», por parte do Governo, «na implementação de redes óticas e, principalmente, no hardware».Diário Digital / Lusa 
     
       
       
         
         
        Aprovado diploma para simplificar mudança do registo de sexo e nome de transexuais
     
    November 26, 2010 at 2:10 PM
     
    O Parlamento aprovou hoje as iniciativas do Governo e do Bloco de Esquerda para simplificar a mudança do registo civil de sexo e do nome dos transexuais, com votos favoráveis da esquerda e de 12 deputados do PSD, ao contrário da sua bancada.

    O Parlamento aprovou hoje, em votação final global, o texto final relativo à proposta do Governo e do projeto de lei do Bloco de Esquerda, com os votos favoráveis do PS, Bloco de Esquerda, PCP e Verdes e com os votos contra do PSD e do CDS.

    No entanto, da bancada social-democrata 12 deputados votaram favoravelmente: Luísa Roseira, Paulo Mota Pinto, José Eduardo Martins, Luís Campos Ferreira, António Leitão Amaro, Pedro Rodrigues, Emídio Guerreiro, Vânia de Jesus, Sérgio Vieira, Celeste Amaro, Carina João e Paulo Cardoso anunciaram que irão apresentar uma declaração de voto.

    Outros nove deputados do PSD abstiveram-se.

    A deputada social-democrata Francisca Almeida anunciou que a bancada do PSD entregou uma declaração de voto sobre esta proposta, na qual os deputados da bancada laranja tinham liberdade de voto.

    Na bancada socialista, as deputadas Rosário Carneiro e Teresa Venda votaram contra e também vão entregar uma declaração de voto.

    A proposta final, elaborada por um grupo de trabalho constituído por todos os partidos, no âmbito da comissão de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias, incorporou algumas das preocupações transmitidas durante as audições -- entre os quais médicos e associações de defesa dos direitos dos homossexuais e transexuais -, nomeadamente a questão das equipas que podem fazer o diagnóstico de perturbação de identidade de género.

    A lei regula "o procedimento de mudança de sexo no registo civil e correspondente alteração de nome próprio", sendo aplicável a pessoas portuguesas "a quem seja diagnosticada perturbação de identidade de género". [...] SIC
     
     
       
       
         
         
        Manifestação estudantil marca eleições na Ordem dos Advogados
     
    November 26, 2010 at 8:33 AM
     
    Em dia de eleições para a Ordem dos Advogados (OA), várias associações de estudantes de Direito decidiram protestar em frente à sede deste organismo contra o exame de acesso à profissão, que classificam de "barreira administrativa".
    Tendo como cenário a constante entrada de advogados para a sede da OA em Lisboa, os estudantes fizeram-se acompanhar de um cartaz em que Marinho Pinto, o atual bastonário e recandidato ao cargo, é retratado como a figura da "Justiça"."E os senhores fizeram o exame para entrar aqui?", lê-se no cartaz, numa referência aos advogados que estão a votar e não foram sujeitos ao  exame, criado por Marinho Pinto e contestado pelos estudantes. [...] Correio da Manhã
     
     
       
       
         
         
        Dez milhões de euros combatem violência sobre as mulheres
     
    November 26, 2010 at 6:52 AM
     
    No dia internacional para a eliminação da violência contra as mulheres, o governo aprovou o IV plano de combate a um crime que atinge entre 20% e 25% das mulheres europeias. "Neste caso, o tempo não se conta em dias, mas sim em vítimas", lembrou a secretária de Estado para a Igualdade, Elza Pais, fazendo referência às 39 mulheres que morreram este ano em Portugal. Nas 50 medidas do plano está incluído o alargamento a todo o país dos meios de vigilância electrónica para agressores. Elza Pais destacou ainda como novidades o rastreio da violência doméstica junto das mulheres grávidas e a implantação de uma ficha única de registo de informação da vítima. Na apresentação do documento esteve também presente a vice-procuradora geral da República, Isabel São Marcos, que prometeu mais responsabilidade por parte dos magistrados, que "irão trabalhar em conjunto com as forças de segurança para uma acção mais eficaz na hora da denúncia do crime". A execução do plano poderá custar cerca de 10 milhões de euros, disse Elza Pais [...] Ionline 
     
       
       
         
         
        Juízes debatem segurança dos tribunais
     
    November 26, 2010 at 6:47 AM
     
    A segurança do sistema informático nos tribunais vai estar em debate no VII Encontro Anual do Conselho Superior da Magistratura, que se realiza hoje e amanhã, em Évora .

    No âmbito do tema “A Justiça e os meios Informáticos – Prática forense, adequação, gestão e segurança do sistema”, juízes e profissionais forenses vão debater a fiabilidade e resistência aos ataques dos sistemas informáticos dos tribunais, nomeadamente o Citius, do Ministério da Justiça.

    Tendo em conta que os tribunais tratam de assuntos delicados, os profissionais da área da justiça vão expor neste encontro as suas preocupações relativamente ao facto dos processos estarem agora acessíveis on-line. Este evento surge numa fase em que muito se pondera sobre os problemas relacionados com o segredo de justiça e a facilidade que os cidadãos têm de aceder aos dados dos processos.
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    Fonte: IGov 
     
       
       
         
         
        Eleições: Credibilidade e autoridade são os desafios do próximo Bastonário
     
    November 26, 2010 at 3:43 AM
     
    27 mil vão votar hoje nas eleições para a Ordem dos Advogados, com os olhos nos desafios de 2011. A prioridade máxima dos advogados para 2011 passa por recuperar a "credibilidade e autoridade" da Ordem dos Advogados, que hoje elege o seu novo bastonário. 27 mil advogados vão hoje às "urnas" decidir se mantêm Marinho e Pinto no cargo ou se o substituem por Luís Filipe Carvalho ou Fernando Fragoso Marques. Contactado pelo Diário Económico, o advogado Daniel Proença de Carvalho entende que o grande desafio da Ordem para o próximo ano e bastonário é a "credibilidade e autoridade". O advogado Côrtes Martins concorda e salienta a necessidade de uma "maior eficácia no regime disciplinar da Ordem dos Advogados, para que o público percepcione que os advogados são punidos quando o devem ser". *Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Oficiosas pagas na véspera...
     
    November 26, 2010 at 2:56 AM
     
    "A falta de pudor vai até ao último momento. Trata-se de uma manipulação eleitoral escandalosa" (...)
    Dois dias antes das eleições na Ordem dos Advogados, que se realizam hoje, o bastonário e candidato Marinho Pinto publicou no site da instituição uma informação que dá conta do início do pagamento dos honorários das oficiosas vencidos a 24 de Novembro, na sequência de uma reunião com o ministro da Justiça. A atitude de Marinho é criticada pelos outros dois candidatos, que falam numa manobra eleitoral.
    "A falta de pudor vai até ao último momento. Trata-se de uma manipulação eleitoral escandalosa", diz Fragoso Marques, considerando que a situação revela que, para Marinho, "os fins justificam os meios". Também Luís Filipe Carvalho lamenta o sucedido, e não tem dúvidas de que a revelação do bastonário tem como objectivo "interferir na campanha". "Lamento profundamente que, a 15 dias das eleições, Marinho Pinto crie o Instituto de Acesso ao Direito, que nunca teve no seu programa, e que esse instituto, em comunicado, venha agora prometer pagamentos", acrescentou. Em causa está uma das questões que mais afecta os jovens advogados – o pagamento das defesas oficiosas – sendo que os profissionais com menos de 10 anos de profissão são já 12 154, ou seja, 48 por cento. Hoje, 27 434 advogados vão às urnas, embora muitos deles já tenham feito as suas escolhas por correspondência. As urnas estão abertas entre as 09h00 e as 19h00 em todos os conselhos distritais e no Conselho Geral, em Lisboa. Os resultados finais só deverão ser conhecidos após a meia-noite.Além do bastonário, os advogados vão eleger também os dirigentes dos conselhos distritais – Lisboa, Porto, Coimbra, Évora, Faro, Madeira e Açores – e o presidente do Conselho Superior. José António Barreiros optou por não se recandidatar ao supremo órgão jurisdicional, sendo os candidatos João Pereira da Rosa, Isabel Duarte e Óscar Ferreira Gomes.[...] Correio da Manhã
     
     
       
       
         
         
        Processo Freeport vai para julgamento no Tribunal do Montijo
     
    November 26, 2010 at 2:47 AM
     
    O juiz Carlos Alexandre indeferiu ontem um requerimento apresentado por assistentes do processo Freeport, representados pelo advogado José Maria Martins, que requereram a prorrogação do prazo para a abertura de instrução. O despacho do juiz titular do Tribunal Central de Instrução Criminal (TCIC) tem como consequência a remessa dos autos para o Tribunal do Montijo, onde deverão ser julgados por extorsão agravada na forma tentada Charles Smith e Manuel Pedro, dois dos sete arguidos. Os restantes cinco viram arquivadas as suspeitas.

    O despacho dos dois procuradores do Departamento Central de Investigação e de Acção Penal (DCIAP), Paes Faria e Vítor Magalhães, foi dado em 23 de Julho passado e os arguidos notificados em 4 de Agosto. Como nessa data decorriam as férias judiciais, o prazo para a abertura da instrução começou a ser contado em 1 de Setembro e devia expirar no dia 20 deste mês.

    A pedido dos assistentes, seria, todavia, prorrogado até ao limite máximo de 30 dias, por decisão de Carlos Alexandre. Os assistentes voltariam a requerer a prorrogação do prazo no passado dia 9 do corrente, pretensão que teve a oposição do Ministério Público. Ontem, Carlos Alexandre pôs um ponto final na pretensão, lembrando que, mesmo considerando um novo prazo de 20 dias, este já teria expirado no passado dia 16 do corrente, incluindo os três dias de prorrogação do mesmo com pagamento de multa pelo atraso. "Não se vêem razões para suscitar e reiteradamente renovar tal prorrogação", frisou o despacho.

    Com esta decisão, os 33 volumes do processo principal e as várias centenas de volumes de apensos serão remetidos para o Tribunal do Montijo. O inquérito esteve ali pendente durante cerca de três anos e meio, entre Fevereiro de 2005 e Julho de 2008, até ser avocado por Cândida Almeida, coordenadora do DCIAP. [...] Público

     
     
       
       
         
         
        Portugueses trabalham mais horas pelo mesmo dinheiro
     
    November 26, 2010 at 2:25 AM
     
    Bruxelas explica por que razão Portugal ainda cresce: empregados estão a trabalhar mais para compensar subida do desemprego.A crise foi mais branda em Portugal comparativamente a muitos outros países europeus porque o esforço dos trabalhadores foi maior, permitindo às empresas aumentar a facturação e, assim, contribuir mais para o crescimento da economia, conclui um estudo da Comissão Europeia. Nos próximos anos, este fenómeno de aumento da produtividade sem criação de emprego deverá intensificar-se.O documento, que faz uma análise profunda ao mercado laboral europeu em 2010, ontem divulgado em Bruxelas, prova que a crise - período compreendido entre o primeiro trimestre de 2008 e igual período deste ano - foi muito mais suave para a facturação das empresas do que para a situação dos empregados.Os economistas da Comissão mostram que Portugal foi dos poucos países que se ajustaram e pagaram a crise através de uma destruição de emprego em larga escala. Pior do que Portugal, só Espanha. O primeiro-ministro José Sócrates tem defendido que "a economia portuguesa foi a que melhor resistiu à crise, basta olhar para os números".Do ponto de vista do emprego, não. Mas é evidente que quem manteve o emprego passou a trabalhar mais - o número médio de horas de trabalho por pessoa aumentou - e isso salvou a economia. A produtividade acompanhou, pois menos pessoas conseguiram criar mais riqueza; e de tal maneira que este ano o PIB até vai crescer cerca de 1,3% (previsão do Governo), apesar do desemprego estar perto dos 11%. A subida da produtividade foi especialmente marcada entre o segundo trimestre de 2009 e igual período de 2010. [...] Diário de Notícias
     
     
     
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    « Responder #22 em: 28-11-2010 , 21:22 »

    Marinho Pinto assegura que vai manter o «mesmo programa»
     
    November 27, 2010 at 5:54 PM
     
    Marinho Pinto vai manter o «mesmo programa» com que foi eleito em 2007. Sobre a saída de João Correia, o bastonário reeleito diz que não se pode ir para o Governo «para fazer ajustes de contas».

    Marinho Pinto assegurou, este domingo, que mantém o «mesmo programa» que apresentou quando foi eleito bastonário da Ordem dos Advogados em 2007 e que lhe permitiu a reeleição no sábado para este cargo. «O programa é o mesmo, a pessoa é a mesma e o estilo é o mesmo. O meu estilo é não afrontar e atacar pessoas, mas sim denunciar situações e mau funcionamento das instituições e portanto vou manter esse estilo», explicou, em declarações à TSF.Questionado sobre a demissão do secretário de Estado da Justiça, este bastonário lembrou que João Correia esteve sempre de costas voltadas para a Ordem dos Advogados nos processos de reforma da Justiça.«Não quero comentar a demissão do secretário de Estado, mas acho que ao fim de tão pouco tempo de Governo já estar a sair afinal não se deu bem no lugar. Os governantes têm de ter sentido de Estado e não podem ir para o Governo para fazer ajustes de contas pessoais com pessoas de quem não gostam», acrescentou. [...] TSF 
     
       
       
         
         
        Saída de João Correia «é grande perda», diz presidente do sindicato dos magistrados
     
    November 27, 2010 at 2:33 PM
     
    Ouvido pela TSF, João Palma destacou a experiência trazida por João Correia para a secretaria de Estado da Justiça e lembrou o seu «impulso reformador apreciável».

    O presidente do Sindicato dos Magistrados do Ministério Público considerou que o secretário de Estado da Justiça, João Correia, cuja demissão do cargo foi aceite este sábado, deixa de lado uma ideia de reforma de Justiça que estava a fazer caminho. «É uma perda grande no sentido em que João Correia pôs toda a sua experiência, que é grande, de tribunais, funcionamento de tribunais e problemas da Justiça ao serviço do Governo. Revelou um impulso reformador apreciável», sublinhou João Palma à TSF.Embora desconhecendo as razões pelas quais pediu a sua demissão, o presidente do SMMP entende que o «Governo fica amputado de uma parte importante, que é esse conhecimento que ele levou e lhe permitiu fazer algumas reformas e pelos vistos deixar muitas outras por fazer».João Palma vê «com perplexidade» o que está a acontecer na Justiça e «não havendo pessoas insubstituíveis», que o secretário de Estado «possa ser substituído por uma pessoa que possa continuar a desenvolver essas reformas que a Justiça tanto precisa». TSF
     
     
       
       
         
         
        Novas comarcas sem juízes e com processos parados
     
    November 27, 2010 at 1:04 PM
     
    Comarcas de Lisboa, Baixo Vouga e Alentejo têm mais processos atrasados, poucos juízes e, nalguns casos, servem pessoas que vivem a quase 200 quilómetros de distância.
    As comarcas-piloto do novo mapa judiciário têm tribunais especializados sem juízes, viram a pendência aumentar 20%, pelo menos, e, em certos casos, as pessoas têm de se deslocar quase 200 quilómetros para resolver um problema judiciário. A experiência, iniciada há um ano e meio em três circunscrições, apresenta, por agora, uma avaliação negativa. A má classificação foi atribuída pelos magistrados que participaram no colóquio "Reorganização judiciária em debate", organizado pelo Fórum Permanente Justiça Independente a 19 deste mês, em Faro, cujas conclusões acabam de ser divulgadas."A instalação das comarcas-piloto foi marcada por erros e um aumento significativo das suas pendências, pelo menos de 20%, apesar do aumento de meios", lê- -se no documento a que o DN teve acesso. E sublinha-se: "O alargamento da base geográfica da comarca não trouxe quaisquer mais--valias em termos de gestão, administração e racionalização dos recursos humanos."Nalguns casos, as populações ficaram mais mal servidas, nomeadamente na Comarca Alentejo Litoral, em resultado de a nova organização ter abolido os tribunais de competência genérica: quem residir nas freguesias de Sabóia e de Pereiras-Gare do município de Odemira, e necessitar de se deslocar ao Juízo Misto do Trabalho e de Família e Menores, sediado em Sines, tem de fazer um deslocação de 200 quilómetros, ida e volta. Sendo que não existe qualquer transporte colectivo de passageiros viável entre as localidades, além de que aquelas freguesias têm um rendimento bruto per capita dos mais baixos do País. "O acesso à justiça encontra-se extraordinariamente condicionado para aqueles cidadãos", sublinha--se nas conclusões.O alargamento da área territorial da comarca, abarcando cinco municípios no caso da Comarca do Alentejo Litoral, onze no caso da Comarca do Baixo Vouga, e três da Comarca da Grande Lisboa-Noroeste, tinha em vista uma maior racionalidade na afectação e gestão dos meios humanos e materiais na justiça. [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Ministro assume competências do secretário de Estado João Correia
     
    November 27, 2010 at 11:42 AM
     
    O ministro da Justiça, Alberto Martins, vai assumir as competências do secretário de Estado João Correia que apresentadou a demissão, anunciou hoje o Ministério. «A demissão do secretário de Estado da Justiça está aceite» e o ministro «assumirá as competências que lhe estavam delegadas», revela fonte do Gabinete de Imprensa do Ministério.Em declarações ao jornal i, o secretário de Estado revelou que apresentou o pedido de demissão no dia 22 de Novembro, alegando que o trabalho que o levou ao Governo já está concluído: as reformas do mapa judiciário, do processo civil, do processo penal e da lei da arbitragem.Na mesma entrevista, o secretário de Estado afirma que existem «duas culturas distintas dentro do Ministério da Justiça», uma política e outra judicial, que ele próprio «protagonizava», e que originaram «alguns mal-entendidos».Mas «não foi isso que foi determinante e justificativo, só por si, da minha saída», afirmou João Correia. TSF
     
     
       
       
         
         
        Provedor pede fim de excluvidade de angariadores
     
    November 27, 2010 at 4:47 AM
     
    Alfredo José de Sousa diz que angariadores imobiliários podem acumular outras actividades. O Provedor de Justiça considera que os angariadores imobiliários podem exercer outras actividades profissionais e, por isso, requereu ao Tribunal Constitucional (TC) a declaração de inconstitucionalidade da norma constante na legislação que regula o exercício das actividades de mediação e angariação imobiliária. Em causa está a proibição aos angariadores imobiliários do exercício de outras actividades profissionais. Uma limitação que afecta milhares destes profissionais que acabam por trabalhar ilegalmente. Alfredo José de Sousa argumenta que a proibição viola o princípio de escolha de profissão e deveria ter sido regulada por lei da Assembleia da República. O presidente da recém-criada Associação Portuguesa dos Angariadores Imobiliários (APAI) aplaude a iniciativa do Provedor, considerando que a actual lei "é completamente absurda", impedindo por, exemplo, outras actividades como a tradução de livros. João Lucena realça que existem mais de 2.000 angariadores imobiliários registados, mas que há ainda "milhares a exercer a actividade ilegalmente". Uma situação para a qual a APAI, criada no Verão de 2009, diz já ter alertado o Instituto da Construção e do Imobiliário (InCI), regulador do sector. E que decorre também desta limitação da lei, à semelhança de outras situações como o incumprimento com a segurança social e fisco. "É uma concorrência desleal com outros angariadores que pagam impostos e carteira profissional", afirma. *Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico 
     
       
       
         
         
        Cibercrime versão 2011
     
    November 27, 2010 at 4:42 AM
     
    Há uma nova vaga de ameaças na internet e a maioria delas não irá infectar milhões de computadores. A era dos vírus de disseminação maciça terminou e está a ser substituída por ataques personalizados, que usam a localização das vítimas e os seus interesses como isco. Os cibercriminosos já não querem apenas acesso a contas bancárias e palavras- -chave; agora, querem acesso a informações confidenciais de empresas, design de produtos futuros e até formas de alterar os sistemas de produção de uma fábrica. Entrámos na era da espionagem e da sabotagem digital, e a porta para esse acesso pode ser aquele empregado que escreveu o que não devia no Facebook.

    Segundo Stefan Tanase, investigador da empresa de segurança digital russa Kaspersky, foi isto que aconteceu no ano passado, quando cerca de 30 empresas da Fortune 100 foram atacadas durante a operação Aurora. Uma dessas empresas era a gigante Google e o ataque aconteceu porque alguém dentro da companhia ainda usava o navegador Internet Explorer 6. Neste caso, abriu-se um conflito diplomático porque os ataques vinham da China; mas estes ataques podem ter consequências sérias num país, à medida que cada vez mais sistemas infra-estruturais (rede eléctrica, governo electrónico...) estão dependentes da tecnologia.

    "Os ataques direccionados não são epidémicos", explica Stefan Tanase. O responsável, que falava ontem num evento da Kaspersky sobre o futuro da segurança digital, comparou estes novos ataques a "injecções letais", ao invés de uma descarga indiferenciada de balas. Por exemplo, uma notícia falsa sobre explosões em Bangalore pode ser programada para substituir o nome da cidade por ''Lisboa'', assim que detecta que o IP do cibernauta se localiza em Portugal. E com a quantidade de informações que os utilizadores disponibilizam em redes sociais como Facebook e Twitter, é cada vez mais fácil para os piratas encontrarem um ponto de interesse (universidade frequentada, ano de nascimento ou gostos musicais), ou uma vulnerabilidade para lançarem um ataque. [...] Ionline 
     
       
       
         
         
        Secretário de Estado da Justiça demitiu-se por identificar uma “cultura contra a Justiça”
     
    November 27, 2010 at 4:37 AM
     
    João Correia, secretário de Estado da Justiça, pediu a demissão esta segunda-feira mas preferiu deixar o anúncio para depois da aprovação do Orçamento de Estado. Lamenta hoje ao “i” uma “cultura que se instalou contra a Justiça em certos sectores do PS”.
    O seu pedido de demissão foi formalizado a 22 de Novembro. Mas, “por razões de fidelidade, coerência e respeito pelo Governo” entende que “isso não podia ser publicitado até que fosse votado o Orçamento, para não criar ruído”, contou ao jornal.

    João Correia, que esteve um ano e dois meses no Governo, explica que as circunstâncias que ditaram a sua saída “são a consciência de que tinha atingido o mandato que justificava a minha presença no Governo”. Segundo o ex-secretário de Estado, “coexistiram duas culturas no Ministério da Justiça: uma política, no sentido parlamentar, e uma cultura da vida judiciária”. Questionado sobre o ministro Alberto Martins, João Correia disse que o titular da pasta “absorveu uma cultura parlamentar.

    Relativamente à reforma do mapa judiciário, entende que isso “não é a salvação nacional na Justiça”. “Se ao mapa judiciário não corresponder um outro modelo de gestão dos tribunais, se não corresponder uma outra disciplina dos actos processuais, com regras processuais expeditas, responsabilizantes, rápidas, confiáveis... Sem isso, o mapa judiciário vai soçobrar também”. [...]



     
     
       
       
         
         
        Tribunais preparam criação de gabinetes de imprensa
     
    November 27, 2010 at 3:13 AM
     
    O vice-presidente do Supremo Tribunal de Justiça, conselheiro Pereira da Silva, sublinhou ontem a necessidade de criação de gabinetes de imprensa nos tribunais, para um maior rigor informativo.

    O conselheiro falava no encontro ‘Justiça e Jornalismo: Pontes de Comunicação’, no qual abordou a necessidade de "determinar-se o território sobre o qual cada gabinete terá competência", uma vez que nem todos os tribunais poderão ter salas de imprensa. A emissão de comunicados e a criação destes gabinetes foram duas das conclusões do encontro.A iniciativa do Supremo Tribunal deJustiça, com o apoio da Confederação Portuguesa dos Meios de Comunicação Social, juntou juízes, procuradores e jornalistas, visando a procura de pontes para um maior rigor informativo. [...] Correio da Manhã
     
     
       
       
         
         
        António Marinho Pinto reeleito bastonário da Ordem dos Advogados
     
    November 27, 2010 at 3:09 AM
     
    António Marinho Pinto foi reeleito como bastonário da Ordem dos Advogados conseguindo 9532 votos num universo de 20.521 votantes, revelou fonte ligada ao processo.

    Nas eleições para o triénio 2011-2013, Fernando Fragoso Marques terminou na segunda posição, com 5991 votos, seguido de Luís Filipe Carvalho, com 3666.

    Os resultados divulgados são ainda provisórios porque faltam apurar os votos referentes ao Conselho Distrital da Madeira, uma vez que a assembleia distrital foi suspensa.

    No entanto, nas eleições para o Conselho Superior, a lista ligada a Fernando Fragoso Marques, liderada por Óscar Ferreira Gomes, garantiu a vitória com um total de 7268 votos num universo de 19.584 votantes.

    Ainda de acordo com a mesma fonte, a lista afeta a Marinho Pinto, encabeçada por Isabel Duarte, foi a segunda mais votada, com 6353 votos, à frente da lista de João Pereira Rosa, com 3958 votos.

    O objectivo de Marinho Pinto para o próximo triénio será consolidar reformas desencadeadas no seu primeiro mandato, como no acesso ao Direito e no combate à massificação da advocacia.

    "A decisão de me (re)candidatar deveu-se a entender que devia submeter o meu mandato (2008-2010) ao julgamento dos colegas que me elegeram em 2007 e achei que é necessário concluir algumas das reformas mais importantes desencadeadas durante o triénio que está a terminar", justificou o bastonário antes das eleições.

    Marinho Pinto destacou, na mesma altura, as alterações introduzidas no sistema de acesso ao Direito e o combate à massificação da advocacia, através, nomeadamente, da criação do exame nacional de acesso ao estágio, que entrou em vigor já em 2010. [...] Público 
     
     
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    « Responder #23 em: 29-11-2010 , 16:42 »

    749 mil euros em notas falsas detectadas em Portugal
     
    November 28, 2010 at 1:59 PM
     
    Até Agosto foram detectadas em circulação em Portugal 13.169 notas falsas com um valor aproximado de 749 mil euros. Esta soma representa 3% do total de 23,8 milhões de euros de notas forjadas detectadas no espaço da zona euro nos primeiros oito meses do ano, de acordo com os dados divulgados pelo Banco de Portugal. A nota de 50 euros continua a ser alvo do maior número de falsificações. Das 505.312 notas forjadas retiradas de circulação pelas autoridades e bancos centrais dos 16 países da zona euro, mais de metade foram deste valor (215.531). Seguem-se as de 20 euros, num total de 210.354 unidades, e as de 100 euros com 61.361 notas. No entanto, em declarações à Lusa, fonte oficial do Banco de Portugal realçou que "o número de contrafacções apreendidas registou um decréscimo tanto a nível nacional como a nível europeu". [...] Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Informática trava Justiça
     
    November 28, 2010 at 8:05 AM
     
    O vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) apontou ontem a lentidão do sistema informático como uma das principais dificuldades dos tribunais.
    Sente-se uma ?grande dificuldade ao nível do hardware dos terminais?, porque ?não está consonante com o número de utilizares dos tribunais durante o dia, que são milhares de pessoas entre magistrados, funcionários e advogados?, afirmou Bravo Serra.
    Contudo, o vice-presidente do CSM reconheceu que ?está a ser feito um grande esforço?, por parte do Governo, ?na implementação de redes óticas e, principalmente, no hardware?.
    O juiz conselheiro falava aos jornalistas durante o VII Encontro Anual do CSM, subordinado ao tema ?A Justiça e os meios informáticos – Prática forense, adequação, gestão e segurança do sistema?, um evento de dois dias, a decorrer até hoje em Évora.
    Com a participação de juízes, advogados, técnicos de informática e professores universitários de ciência e tecnologia, o encontro pretende debater a fiabilidade do sistema informático dos tribunais.
    ?A fiabilidade não pode ser assegurada, do ponto de vista técnico, a 100 por cento?, admitiu Bravo Serra, lembrando que ?até nos sistemas mais seguros do mundo, que dizem que estão nos EUA e em Israel, já houve piratas informáticos que se introduziram?.
    Por isso, ?quando se fala de Portugal, é evidente que se suscitam preocupações sobre a segurança? do sistema, afirmou, reconhecendo, porém, que, ?hoje em dia, numa sociedade de comunicação, é impossível não se deixar de socorrer da própria informatização?.
    Segundo dados divulgados no encontro, cerca de 74 por cento dos processos judiciais em primeira instância são praticados no programa informático dos tribunais, denominado Citius, desde janeiro de 2009. ASJP 
     
       
       
         
         
        Queixas contra agências de viagens aumentaram 40 por cento em 2010
     
    November 28, 2010 at 8:00 AM
     
    O provedor dos clientes recebeu 1341 reclamações este ano, adensadas pelo caso Marsans. Secretário de Estado do Turismo fala de “fragilidades” nas empresas do sector.

    O total de queixas recebidas pelo provedor do cliente da Associação Portuguesa das Agências de Viagens e Turismo (APAVT), Vera Jardim, durante este ano significa uma subida de praticamente 40 por cento face a 2009, revelou hoje, à margem do 36º Congresso da associação.

    As denúncias relativas à agência de viagens espanhola Marsans, que, em Junho, encerrou subitamente os balcões, deixando os clientes sem viagens, explicam, em parte, este incremento, já que a empresa foi alvo de 363 denúncias.

    No entanto, a Marsans não foi a única responsável por esta subida, que culminou num total de 1341 reclamações ao provedor do cliente, que comparam com as 816 recebidas em 2009.

    Entrevistado pelo PÚBLICO, o secretário de Estado do Turismo, Bernardo Trindade, afirmou que este incremento poderá estar relacionado com as “fragilidades” de algumas empresas do sector e que se passam “na esfera privada”.

    Quanto ao papel do Governo nesta matéria, referiu que “há uma forte preocupação com a defesa do consumidor” e que esse facto estará espelhado na revisão da Lei das Agências de Viagens, que deverá estar finalizada “até ao final deste ano”, por imposição comunitária.

    Das queixas recebidas pelo provedor do cliente, 209 foram relativas a cancelamentos de viagens, 147 a alterações no programa contratado e 138 a más condições de alojamento ou de transporte.

    Foram apreciadas 1038, sendo que apenas em 198 casos a decisão foi a favor do reclamante. Noutros 257 houve uma decisão parcialmente favorável e, em 29, chegou-se a acordo entre cliente e empresa. 219 reclamações tiveram uma posição contra o consumidor. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Casas-abrigo sem resposta para vítimas de violência doméstica
     
    November 28, 2010 at 1:55 AM
     
    Falta de vagas na rede obriga Estado a enviar vítimas para pensões, sem qualquer apoio. (...) Em todo o país contam-se 36 casas-abrigo integradas numa rede oficial, para onde a Segurança Social, os hospitais e a Polícia reencaminham mulheres em risco de vida. Mas há mais equipamentos deste género, a que o Estado recorre constantemente, embora não as reconheça como casas-abrigo. É o caso do espaço da ADDIM. "Acolhemos mulheres reencaminhadas pela Segurança Social, mas o Estado não nos reconhece como casa-abrigo e, por isso, não nos apoia financeiramente", denuncia Carla Branco. "Queríamos recuperar dois edifícios que nos foram cedidos para podermos receber mais 10 mulheres, mas não temos verba", critica. A casa da ADDIM não cumpre os requisitos legais para ser uma casa-abrigo. "São quase tão exigentes como os de um hotel. Estas mulheres não precisam de uma copa e uma cozinheira, precisam de apoio psicológico e jurídico, de alguém que as ajude", critica Carla Branco.Daniel Cotrim fala em contra-senso: "O Estado, que tem a obrigação de monitorizar estes espaços, cria as regras e depois é o primeiro a não cumpri-las". Além de uma casa-abrigo, a ADDIM tem um centro de atendimento, que disponibiliza acompanhamento psicológico, social e jurídico a centenas de mulheres. Já foi aprovado, mas também nunca recebeu qualquer apoio financeiro. [...] Jornal de Notícias
     
     
       
       
         
         
        João Correia dá tiro de partida para remodelação?
     
    November 28, 2010 at 1:47 AM
     
    O secretário de Estado da Justiça bateu com a porta. Alberto Martins assume as suas competências. Nos bastidores políticos adensam-se expectativas de mudanças no GovernoAlberto Martins chamou a si as competências do secretário de Estado da Justiça. João Correia anunciou ontem publicamente que bateu com a porta ao cargo e o facto de não ser substituído adensou as expectativas na oposição de que poderá ter sido este um pontapé de saída para uma futura remodelação do Governo. Durante toda a semana correram rumores nos bastidores políticos de que uma remodelação estava iminente e até se admitia que ela poderia acontecer logo após a aprovação do Orçamento do Estado para 2011, o que aconteceu na sexta-feira de manhã. A verdade é que tanto o ministro das Finanças - tido como remodelável - como o primeiro-ministro aproveitaram a passagem pelo Parlamento para falar muito da imperiosa "estabilidade política" para executar o OE.Seja como for, o Executivo confronta-se já com uma baixa, a do secretário de Estado da Justiça, que se demitiu na segunda-feira, dia 22, embora tenha aguardado até ontem para o revelar para "não criar ruído" até à aprovação do Orçamento. Em entrevista ao jornal i, João Correia afirma que abandona o cargo porque concluiu o trabalho para que foi convidado: "Contribuir para as reformas" do mapa judiciário, do processo civil, do processo penal e da lei de arbitragem. Mas o advogado (ver texto ao lado) deixa transparecer que a sua saída se deveu em muito a um confronto com o também secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária, José Magalhães. "De facto, coexistiam duas culturas distintas no Ministério da Justiça: uma cultura essencialmente política, no sentido parlamentar do termo, e uma cultura judiciária no verdadeiro e próprio sentido da vida judiciária, dos tribunais, dos processos, da judicatura, da magistratura do Ministério Público, da advocacia, dos funcionários judiciais, do equipa- mento judiciário... de todo esse mundo que rodeia os tribunais", afirmou João Correia. E acabou por dizer que José Magalhães "é um bom secretário de Estado da Informática".O antigo ministro da Justiça José Pedro Aguiar-Branco lamentou a demissão do secretário de Estado, considerando que "não é uma [boa] notícia para o sector" porque "João Correia é um profundo conhecedor da realidade da justiça e uma pessoa séria e íntegra". Idêntico lamento fizeram os magistrados do Ministério Público. [...] Diário de Notícias 
     
       
       
         
         
        Marinho e Pinto reeleito bastonário, lista opositora ganha conselhos superior e distritais
     
    November 28, 2010 at 1:35 AM
     
    António Marinho e Pinto foi reeleito bastonário da Ordem dos Advogados, com 9.532 votos, uma maioria confortável de 46%.
    Marinho e Pinto reeleito bastonário, lista opositora ganha conselhos superior e distritais

    António Marinho e Pinto foi reeleito bastonário da Ordem dos Advogados, com 9.532 votos, uma maioria confortável de 46%. Já no conselho superior e nos distritais de Lisboa, Porto, Coimbra, Évora e Faro venceram as listas afectas ao candidato Fernando Fragoso Marques.O actual bastonário da Ordem dos advogados venceu as eleições para o triénio de 2011-2013. De acordo com os resultados já divulgados pela instituição, Marinho e Pinto conseguiu 9.532 votos, enquanto Fernando Fragoso Marques foi segundo, com 5.991 (29%), e Luís Filipe Carvalho terceiro, com 3666 (18%). A mesma fonte avança que os dados são ainda provisórios, uma vez que falta apurar a votação relativa ao Conselho Distrital da Madeira, onde a assembleia distrital foi suspensa.António Marinho e Pinto tem como objectivos para o próximo triénio concluir as reformas que entretanto tem vindo a levar a cabo, nomeadamente ao nível do acesso à profissão e na reorganização interna da Ordem. Em entrevista ao Negócios, após o anúncio da sua recandidatura, o bastonário afirmou que pretendia ver o seu mandato avaliado pelos advogados e, sendo eleito, dar continuidade ao trabalho já desenvolvido. Nas eleições realizadas sexta-feira, mas cujos resultados só foram conhecidos já na madrugada de hoje, venceu a lista para o Conselho Superior ligada a Fernando Fragoso Marques, pelo que Óscar Ferreira Gomes, que conseguiu 7.268 votos, será o próximo presidente deste órgão. A advogada Isabel Duarte, cuja lista era afecta a Marinho e Pinto, conseguiu 6.353 votos, sendo a segunda mais votada. O candidato João Pereira Rosa ficou na terceira posição, com 3.958 votos.Na votação para os conselhos distritais as listas afectas a Fragoso Marques saíram vencedoras em toda a linha. Vasco Marques Correia (Lisboa), Guilherme Figueiredo (Porto), Mário Diogo (Coimbra), Victor Tomás (Évora) e João Leandro (Faro) foram os candidatos eleitos para presidir aos órgãos distritais no próximo triénio. [...] Jornal de Negócios

     
     
     
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    « Responder #24 em: 01-12-2010 , 00:31 »

    Nova Iorque. Íris de criminosos começa a ser fotografada e arquivada em bases de dados
     
    November 29, 2010 at 2:22 AM
     
    O objectivo é impedir as fugas durante as passagens pelos tribunais. Uma vez na base de dados, um scanner manual verifica a identidade de qualquer detido em meros segundos

    O Departamento de Polícia de Nova Iorque começou a fotografar as íris das pessoas que prende, num esforço para reduzir o número de suspeitos que escapam através das malhas do sistema judicial da cidade, disse segunda-feira um responsável da polícia.

    O programa foi adoptado na sequência de dois episódios ocorridos já este ano - dois detidos suspeitos de crimes graves enganaram as autoridades e escaparam fazendo-se passar por acusados de crimes menores.

    Estes acontecimentos - um teve lugar em Fevereiro, no Bronx, e outro em Março, em Staten Island - puseram a nu as fragilidades do sistema enquanto os suspeitos em custódia transitam pelos tribunais dos cinco bairros de Nova Iorque. Os agentes começaram por fotografar as íris dos suspeitos detidos na Manhattan Central Booking mas esperam alargar o sistema aos cinco bairros da cidade no início de Dezembro, disse Browne.

    Com o novo método, as autoridades estão a usar um scanner manual que verifica a identidade do preso em poucos segundos quando este se apresenta em tribunal, explica Paul J. Browne, porta-voz do departamento. Depois de fotografadas as íris, as fotografias são digitalizada, antes de o suspeito aparecer em tribunal para ouvir a acusação, adianta Browne, o que permite acrescentar mais uma instância de verificação da identidade ao longo do percurso.

    Clima de suspeita O departamento trabalhou vários meses na preparação do sistema, disse ainda Browne. Apesar disso, quando a notícia começou a espalhar-se, no fim da semana passada, apanhou grande parte dos círculos legais da cidade desprevenidos. Já começaram a surgir preocupações entre os activistas dos direitos civis e os defensores da privacidade, que afirmam que a catalogação dos novos dados pode criar um clima de suspeita em torno de pessoas inocentes.

    "É profundamente perturbador que o Departamento de Polícia esteja de novo a iniciar um regime de recolha de dados pessoais que não foi precedido por qualquer discussão pública", afirma Donna Lieberman, directora-executiva da Civil Liberties Union de Nova Iorque. [...] Ionline

     
     
       
       
         
         
        Dos 1,6 milhões de processos pendentes nos tribunais, 1,1 milhões são de dívidas
     
    November 29, 2010 at 1:54 AM
     
    Os tribunais portugueses estão afogados pela cobrança judicial de dívidas, numa situação que se tem acentuado devido ao agravamento da situação económica. Dos 1,6 milhões de processos pendentes nos tribunais portugueses de todas as áreas, 1,1 milhões (69 por cento) são acções executivas para cobrança de dívidas. Os restantes 31 por cento representam todas as outras áreas da justiça: cível, penal, laboral, tutelar e militar.



    O PÚBLICO soube de fonte oficial que cerca de 700 mil processos pendentes nos tribunais no final do ano passado foram intentados pelos chamados grandes exequentes. Um grupo que engloba instituições financeiras (banca e seguros), mas também empresas do sector das telecomunicações que optaram pela via judicial para cobrança de dívidas, muitas delas de valor irrisório. O presidente do Supremo Tribunal de Justiça, Noronha Nascimento, tem alertado para este fenómeno nos últimos anos. Para ele, o caso configura uma "colonização dos tribunais" pelas grandes empresas de serviços e telecomunicações.



    As acções executivas persistem nos tribunais e continuam a engordar as estatísticas judiciais, mesmo quando é público e notório que o executado não tem bens para serem vendidos e usados na liquidação da dívida. O fenómeno é significativo, pois entre 2007 e 2009 o número de execuções subiu de 976.361 para 1,1 milhões. Um acréscimo que, só por si, equivalia a todos os processos pendentes na justiça penal (124.413).



    A praga das acções executivas assume actualmente uma gravidade bem superior àquela que anteriormente representou a dos cheques sem cobertura. O Ministério da Justiça, que já ensaiou três tentativas de reforma na actual década, em 2004, 2008 e 2010, está já a ultimar mais uma reforma da acção executiva, cujos contornos devem ser conhecidos em breve.



    Além da redefinição da função do solicitador de execução, o projecto deverá estabelecer que a execução caduque logo que se verifique que o executado não tem bens penhoráveis. Uma acção executiva, disse ao PÚBLICOum magistrado judicial,"pode começar e terminar sem a intervenção do juiz". Este, acrescentou, só intervém a pedido de uma das partes para dirimir divergências, pedindo ao solicitador de execução que lhe faça chegar o processo para sanar eventuais irregularidades.  [...] Público


     
     
       
       
         
         
        Entidades atropelam-se na fiscalização no mar
     
    November 29, 2010 at 1:51 AM
     
    GNR, Polícia Marítima e Marinha não trocam informações e há tarefas sobrepostas. Despesas podiam ser reduzidas
    Durante a Cimeira da NATO, em Lisboa, uma embarcação da Marinha tentou fiscalizar uma lancha da Unidade de Controlo Costeiro (UCC) da GNR que saía do Porto de Lisboa para... fiscalização de pescadores. O episódio, caricato, trouxe à discussão o problema de quem fiscaliza o quê no espaço das 12 milhas náuticas (cerca de 23 quilómetros da costa). "Há uma completa confusão e duplicação e triplicação de tarefas no mar. Em tempos de contenção de despesas este tipo de actuação deveria ser repensada. Não há explicação para esta falta de colaboração. Apenas é certo que fora das 12 milhas a tarefa cabe à Marinha", explica Paulo Rodrigues, secretário nacional da Comissão Coordenadora Permanente dos Sindicatos e Associações dos Profissionais das Forças e Serviços de Segurança (CCP). César Nogueira, recém-eleito presidente da Associação dos Profissionais da GNR (APG/GNR), concorda: "Não há troca de informação, nem de coordenação entre chefias e acontece que se chega ao ridículo de estar a Marinha, Polícia Marítima e GNR a fazer o mesmo trabalho no mar [no espaço das 12 milhas]." A opinião corroborada por Jorge Veludo, presidente da Associação Sócio-Profissional da Polícia Marítima: "Não há articulação de esforços entre as duas forças. Por vezes estamos no mar a fazer o mesmo tipo de fiscalização."No panorama actual, a Polícia Marítima tem um corpo de cerca de 550 efectivos e 75 meios navais. Já a UCC da GNR tem cerca de 300 homens para 12 lanchas. "Falta uma gestão racional de efectivos. Num tempo em que tanto se fala de melhorar a eficácia e reduzir custos não se entende que a vigilância no mar seja feita por três forças. Os esforços deveriam ser planeados e coordenados. Num País tão pequeno como o nosso isto não faz sentido", diz Paulo Rodrigues. "Há pescadores que, no mesmo dia, podem ser fiscalizados pelas três autoridades", afirma César Nogueira, da APG/ GNR. [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Governos civis vão custar 27,5 milhões de euros em 2011
     
    November 29, 2010 at 1:47 AM
     
    A ideia de que as funções exercidas pelo governadores civis não justificam a sua continuidade parece ser consensual. Os próprios admitem ter um poder muito limitado e alguns até defendem o seu reforço. Nos partidos, falta consenso sobre o timing da extinção.   Os governadores civis têm visto as suas competências serem reduzidas ao longo dos anos. Vão pouco além da representação do Governo ou da articulação de serviços desconcentrados, das forças de segurança pública e de protecção civil. Em 2011, custarão cerca de 27, 5 milhões de euros.A extinção está prometida para quando forem criadas as regiões administrativas, conforme dita a Constituição, mas há partidos que não querem aguardar por esta reforma. Para o PSD, os governos civis devem ser já desmantelados sem esperar sequer pela revisão constitucional. O passo seguinte seria extingui-los formalmente. Mas o que está em causa na revisão é o fim das assembleias distritais, cuja utilidade é questionada por muitos, da Esquerda à Direita. Questionado pelo JN, Miguel Relvas, secretário-geral do PSD, disse que "os governos civis são espaços e centros de nepotismo, amiguismo e clientelismo políticos". E "são veículos de transmissão partidária". Diz não ser preciso "haver regiões para extingui-los". Aliás, "podem já ser desmantelados" e as suas competências serem "redistribuídas por outros organismos". Miguel Relvas sublinhou, ainda, que a questão que se coloca em termos de revisão prende-se com as assembleias distritais que estão definidas na Constituição. [...] Jornal de Notícias
     
     
     
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    « Responder #25 em: 01-12-2010 , 22:33 »

    Recibo electrónico entra em vigor amanhã
     
    November 30, 2010 at 4:47 PM
     
    Portaria n.º 879-A/2010 de 29 de Novembro de 2010 - Diário da República, 2.ª série — N.º 231
    COMUNICADO DE IMPRENSA
    Publicação da Portaria sobre o “Recibo Verde
    Electrónico”
    Comunicado disponível em Nao lhe e permitido visualizar Links.
    Registar ou Login
    www.min-financas.pt


    A partir de amanhã, os contribuintes já não terão de comprar as cadernetas de recibos, pois entra em vigor o recibo verde electrónico, um sistema totalmente gratuito. [...] Público
     
     
       
       
         
         
        Assembleia-Geral da Ordem dos Advogados suspensa até 21 de Dezembro em busca de "consenso"
     
    November 30, 2010 at 3:47 PM
     
    A Assembleia-Geral da Ordem dos Advogados para aprovação do Orçamento para 2011 foi hoje suspensa e será retomada a 21 de Dezembro, para tentar alcançar um consenso que permita a aprovação do documento.

    A reunião magna de hoje teve a presença do reeleito bastonário António Marinho Pinto e ficou marcada pela proposta de Vasco Marques Correia (membro da lista do candidato a bastonário Fragoso Marques) para que a assembleia fosse suspensa para "reflexão" e "consenso" sobre o orçamento para 2011.

    Esta proposta de "convergência" das diversas sensibilidades internas, que nos primeiros três anos de mandato de Marinho Pinto inviabilizaram a aprovação do orçamento, acabou por ser aprovada com 208 votos a favor (votos únicos e por procuração) e 46 contra, havendo a registar três abstenções.

    Marinho Pinto lamentou que esta proposta não tivesse surgido mais cedo, em anos anteriores do seu mandato, mas mesmo assim disse tratar-se de um "bom sinal".

    "Vamos ver qual é o genuíno conteúdo da proposta", observou Marinho Pinto, frisando que o Orçamento está feito e que não há folga para mexer no documento que define as receitas e as despesas do Conselho Geral e dos diversos Conselhos Distritais.

    Marinho Pinto garantiu que enquanto for bastonário (foi reeleito para o triénio 2011-2013) não permitirá o aumento de quotas, pelo que a solução é diminuir as despesas, sobretudo com funcionários.

    A este propósito, notou que a Ordem dos Advogados conta com 220 funcionários, sendo que 180 estão afectos aos Conselhos Distritais e que essa cifra "não pode ser".

    Segundo Marinho Pinto, nos últimos cinco anos a Ordem gastou 34 milhões de euros com pagamentos de salários, naquilo que considera ser um "desvirtuamento" do que deve ser uma associação pública.

    No entender de Marinho Pinto, tem de haver uma redução das despesas com pessoal sob pena de a ordem "implodir" financeiramente.

    Durante o debate foi dado o exemplo de um dos Conselhos Distritais da Ordem que tem funcionado com um défice mensal de 17 mil euros, já depois de alguns cortes nas despesas.

    A sessão ficou também assinalada pela discussão de uma proposta de Isabel Duarte sobre a legitimidade do voto por procuração em assembleias-gerais, tendo a iniciativa sido retirada após acesa controvérsia e por se entender que este não era o momento mais oportuno para realizar o debate. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Demissão em bloco na Direcção-geral da Administração da Justiça
     
    November 30, 2010 at 2:32 PM
     
    Esta direcção cai uma semana depois da demissão do ex-secretário Estado da Justiça, João Correia.

    O conselho directivo da Direcção-geral da Administração da Justiça demitiu-se em bloco.
     
    O pedido já foi aceite pelo ministro da Justiça, segundo um comunicado enviado pelo gabinete de Alberto Martins. O Ministério adianta que já foi desencadeado, junto do Conselho Superior da Magistratura, o processo de autorização de exercício de funções pelo magistrado designado para novo director–geral, cujo nome não foi ainda revelado. Esta direcção cai depois de ter recebido um louvor do agora ex-secretário Estado João Correia, que se demitiu na semana passada. João Correia enalteceu o trabalho dos funcionários daquela direcção que desenvolveram o sistema informático Habilus, que agora equipa os Tribunais Portugueses. Mas o Ministério da Justiça decidiu transferir aqueles funcionários para o Instituto das Tecnologias de Informação da Justiça. Em declarações à Renascença, o ex-secretário de Estado João Correia diz que esta situação causou um enorme desconforto na Direcção-Geral da Administração da Justiça. João Correia, que se demitiu do Ministério da Justiça, na semana passada, admite que esta foi uma das razões para a sua saída. “Entendi que havia uma desfocagem entre uma estratégia minha para a Justiça e a estratégia própria do Sr. ministro, portanto essa desfocagem tinha necessariamente de acabar com o meu sacrifício”, afirma o antigo governante. Entretanto, o Ministério da Justiça adjudicou à Critical Software , por um milhão de euros, o desenvolvimento da aplicação Habilus, a que chamou de Citius Plus. O CDS-PP já pediu esclarecimentos ao Ministério da Alberto Martins e diz que esta é mais uma consequência da guerra entre secretários de Estado e mais um sinal da degradação do sector. RR
     
     
       
       
         
         
        Recibos verdes electrónicos arrancam quarta-feira
     
    November 30, 2010 at 8:00 AM
     
    O recibo verde electrónico entra em vigor nesta quarta-feira. Ou seja, os trabalhadores independentes vão deixar de ter de comprar as cadernetas de recibos que usavam até agora e vão passar a ter um sistema electrónico totalmente gratuito.A emissão do recibo verde electrónico passa a ser obrigatória a partir de 1 de Janeiro de 2011 para os trabalhadores que já são agora obrigados a declarar IRS, IRC e de IVA. Os trabalhadores que estão isentos de pagar estes impostos podem também utilizar o novo sistema ou continuar a comprar os recibos em papel nas Finanças.O recibo verde electrónico é um dos pontos do Plano para a Qualidade no Serviço ao Contribuinte da Direcção Geral dos Impostos. SOL
     
     
       
       
         
         
        Leis penais desadequadas, contraditórias e até ilegais
     
    November 30, 2010 at 2:51 AM
     
    Leis antiquadas, com falta de articulação e muitas vezes em flagrante contradição e até, em muitos casos, inconstitucionais. Este é o retrato do vasto conjunto de leis penais que não fazem parte do Código Penal, mas o mais grave ainda é que deste conjunto fazem parte alguns dos crimes mais graves, como é o caso do terrorismo, genocídio ou os crimes contra a humanidade.

    O vasto leque das leis penais avulsas, ou extravagantes na linguagem técnica, foi durante os últimos dois tratado e compilado por um conjunto de 29 magistrados e um professor de Direito, dando origem uma trabalho de comentário e anotações, cujo primeiro volume é hoje apresentado em Lisboa, na Universidade Católica, que é responsável pela edição. Mais que um alerta para a gravidade da situação, o objectivo "é lançar um repto ao legisladores para que aproveitem este trabalho como uma alavanca para regular, sistematizar e codificar aquilo que está actualmente fora do Código de Penal", desafia o docente Paulo Pinto de Albuquerque, um dos autores do livro, que tem como co-autores 29 juízes e magistrados do Ministério Público.

    E se há crimes que já integraram os códigos, dos quais foram cirurgicamente retirados por questões de conveniência ou pura e simplesmente para evitar o trabalho de revisão do código - e é este o caso dos crimes mais graves -, outros há que cujo conteúdo se mostra completamente ultrapassado pelo tempo e que colocam sérias dificuldades práticas na sua aplicação. É o caso patente do Código Penal e Disciplinar da Marinha Mercante, datado de 1943, altura em que predominava o transporte marítimo, que nunca foi substituído ou revogado. Mais recente, mas já também completamente ultrapassada pela evolução tecnológica é a Lei do Jogo (1989). Não prevê as apostas electrónicas que hoje dominam o sector, mas é com essa lei que os aplicadores têm que resolver os conflitos que lhes são aplicados. [...] Público
     
     
       
       
         
         
        Procuradores substitutos com salários em atraso
     
    November 30, 2010 at 2:49 AM
     
    Pelo menos cerca de uma dezena de representantes do Ministério Público, juristas que exercem as funções de procuradores adjuntos por falta destes profissionais, estão com os salários em atraso. A maioria está a trabalhar desde finais de Setembro sem ter recebido qualquer remuneração.

    Na procuradoria-geral distrital do Porto há sete pessoas sem receber desde 27 de Setembro, mas o PÚBLICO sabe que há mais casos nos outros três distritos judiciais do país. O Ministério da Justiça adianta através do assessor de imprensa, José Carlos Costa, que "o assunto irá ser resolvido o mais brevemente possível".

    Neste momento, a expectativa entre os afectados é que os vencimentos em atraso sejam pagos no final de Dezembro, já que os últimos pagamentos foram feitos a 21 de Novembro e não os incluíram. Alguns já foram, contudo, informados que poderão receber só em Janeiro.

    A Procuradoria-Geral da República (PGR) diz que "por ora só tem conhecimento de sete casos, todos relativos ao Distrito Judicial do Porto e todos respeitantes a substitutos designados a partir de meados de Setembro de 2010".

    A PGR adianta que só teve conhecimento da situação em 15 de Novembro de 2010, tendo nesse mesmo dia sido proferido despacho no sentido da entidade a quem compete pagar as remunerações - a Direcção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) - encontrar uma solução para o problema."Foi dado conhecimento ainda ao senhor ministro da Justiça, sendo certo que a Procuradoria-Geral Distrital do Porto, anteriormente, havia já feito diligências no sentido da resolução do problema", diz a PGR. O procurador-geral distrital do Porto, Pinto Nogueira, diz ao PÚBLICO que não percebe o atraso nos pagamentos, já que a DGAJ já lhe garantiu ter verba para os vencimentos. [...] Público
     
     
       
       
         
         
        Assembleia Geral da Ordem realiza-se hoje para aprovação de orçamento de "rigor e contenção"
     
    November 30, 2010 at 2:28 AM
     
    O reeleito bastonário Marinho Pinto convocou para hoje a Assembleia Geral da Ordem dos Advogados (OA) para aprovação de um orçamento de "rigor e contenção de despesas" para 2011, em que aponta para a necessidade de reduzir pessoal. Em mensagem dirigida aos advogados, António Marinho Pinto propõe um orçamento "de rigor e de contenção de despesas", numa altura em que as receitas globais da OA "têm vindo a diminuir" e depois de propostas de orçamento para anos anteriores terem sido rejeitadas. O bastonário frisa que o Conselho Geral (CG) suporta todos os custos dos serviços centrais da OA e dos órgãos nacionais, incluindo o Conselho Superior e cerca de uma dezena de Comissões e Institutos. Visão 
     
       
       
         
         
        Juízes e procuradores custam 250 milhões por ano ao Estado
     
    November 30, 2010 at 2:21 AM
     
    Os encargos remuneratórios totais das magistraturas vão superar, no final deste ano, os 250 milhões de euros. Os valores englobam salários, subsídios de renda e acumulações de funções de magistrados judiciais, dos tribunais administrativos e fiscais (TAF) e procuradores do Ministério Público. Em 2011, o Executivo pretende cortar 28 milhões de euros com as medidas de austeridade previstas no Orçamento de Estado, como os cortes salariais até 10% e a redução de suplementos. Os dados são avançados ao Diário Económico por fonte da Justiça e revelam que, do encargo total da massa salarial desta classe de profissionais, 213 milhões se destinaram a salários, entre Janeiro e Novembro desde ano, num total de 2.887 juízes e procuradores. A maior fatia de ordenados pertence aos juízes (105 milhões de euros), seguindo-se os procuradores nas várias categorias (93 milhões) e os magistrados dos TAF (15,4 milhões). Fonte oficial do Ministério da Justiça revela ao Diário Económico as previsões de redução da despesa em 2011: "É de 28 milhões de euros, em vencimentos de magistrados e subsídios de compensação" . *Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Matar um lobo é crime mas não tem pena
     
    November 30, 2010 at 2:19 AM
     
    Em 1988, o Parlamento aprovou uma lei para proteger o lobo ibérico, determinando que quem matasse um destes espécimes incorria em crime, mas não determinou a pena aplicável ao criminoso."Anedótico e inconstitucional", segundo o penalista Paulo Pinto de Albuquerque, aquele exemplo ilustra a qualidade das leis penais aprovadas fora do Código Penal (CP), fazendo por isso parte do "Comentário das Leis Penais Extravagantes", uma obra a apresentar hoje, terça-feira, na Universidade Católica, em Lisboa.A obra, de 1672 páginas, dá conta de 112 decretos e leis penais que estão fora do CP. A recolha foi feita por 29 magistrados e um professor, Paulo Pinto de Albuquerque, e conclui que "o direito penal fora do CP está num estado caótico, as leis são antiquadas (...), contradizem-se umas às outras e algumas padecem de vícios graves". Está neste rol a lei do lobo, mas Albuquerque adianta também os exemplos dos "crimes previstos nas leis eleitorais". Violar limites da propaganda em legislativas custa uma "multa" (contra-ordenação) entre 2,5 e 12,5 euros, mas, nas leis eleitorais autárquicas, a mesma conduta já é punida com "coimas" (crime) entre 50 e 500 euros. Mas há outras contradições: as leis eleitorais punem os crimes de furto e dano de propaganda de presidenciais e legislativas com penas inferiores às previstas pelo CP (lei geral) para os mesmos crimes. A solução passa por actualizar as leis, ou revogá-las, quando "completamente desactualizadas", defende Albuquerque, que critica ainda que "os crimes mais graves" estejam fora do CP. Refere o terrorismo e o genocídio, observando que, assim, não obedecem às regras da Parte Geral do CP. [...] Jornal de Notícias
     
     
     
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    « Responder #26 em: 02-12-2010 , 18:46 »

    Fisco cumpre meta de 1.100 milhões em cobrança coerciva
     
    December 1, 2010 at 11:59 AM
     
    A Direcção-Geral dos Impostos alcançou o objectivo anual de 1.100 milhões de euros em cobrança coerciva com um mês de antecedência. O Ministério das Finanças informa em comunicado que a DGCI atingiu, com um mês de antecedência, o objectivo anual de cobrança coerciva, de 1.100 milhões de euros, que lhe foi fixado para 2010 e que, "historicamente, este é o ano em que a DGCI alcança mais cedo este importante objectivo anual". No mesmo documento, a tutela informa que a dívida cobrada concentra-se, fundamentalmente, no IVA e nos impostos sobre o rendimento (IRS e IRC) e que, no caso do IVA, "trata-se de impostos de que algumas empresas se apropriam ilicitamente depois de o receberem dos consumidores". Já no caso do IRS e do IRC trata-se de situações de apropriação ilícita pelas empresas do imposto que descontam aos seus trabalhadores nos respectivos salários. O Ministério das Finanças adianta ainda que no âmbito do plano destinado a sancionar criminalmente todos os administradores e gerentes de empresas que se apropriam do IVA recebido dos clientes e do IRS descontado no salário dos trabalhadores (PERINQ), já foram constituídos arguidos mais de 1.700 administradores. Muitos deles já entregaram ao Estado o imposto em falta. [...] Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Saída de João Correia provoca ondas de choque na Justiça
     
    December 1, 2010 at 11:43 AM
     
    O director-geral da Administração da Justiça, José António Rodrigues da Cunha, demitiu-se esta semana. "O ministro da Justiça, Alberto Martins, aceitou hoje o pedido de demissão que lhe foi apresentado pelo director-geral da Administração da Justiça", referia ontem uma nota do ministério.

    A saída do director-geral surgiu na sequência da demissão de João Correia, revelada em entrevista publicada no último sábado pelo i. Rodrigues da Cunha, juiz nomeado em comissão de serviços, fora empossado há um ano - em Dezembro de 2009 -, pelo próprio Alberto Martins.

    A Direcção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) é o departamento do Ministério da Justiça que assegura o apoio ao funcionamento dos tribunais. É, no fundo, a parte "judiciária" do ministério. Ora o próprio João Correia reconhecia na entrevista ao i existirem "duas culturas distintas dentro do Ministério da Justiça", uma política e outra judiciária, que ele próprio protagonizava, e que originaram "alguns mal-entendidos". O director-geral sai assim na sequência das guerras internas que levaram à demissão do secretário de Estado João Correia.

    O substituto de Rodrigues da Cunha será o juiz Lima Gonçalves, cuja nomeação terá de ser autorizada pelo Conselho Superior da Magistratura, a quem foi requerida ontem mesmo.

    Demissão em bloco? A nota da Justiça sobre a demissão surgiu depois de o CDS ter formulado uma pergunta ao Ministério da Justiça sobre a eventual "demissão em bloco" na DGAJ. Aparentemente, porém, os dois subdirectores--gerais da Administração da Justiça, ambos antigos deputados do PS à Assembleia da República, Fernando Marques e Maria Teresa Moraes Sarmento, mantêm-se, pelo menos por enquanto, em funções.

    "Esta demissão confirma que a guerrilha interna entre os secretários de Estado continua a ter desenvolvimentos", disse ontem ao i Filipe Lobo d''Ávila, deputado do CDS.



    O louvor e a demissão José António Rodrigues da Cunha não se demitiu apenas por solidariedade com João Correia. Na realidade, a DGAJ tem perdido poder e competências na guerra surda que era travada dentro do ministério em torno da informática. [...] Ionline 
     
       
       
         
         
        Construção em Lisboa de um "grande centro educativo" para jovens está a ser ponderada - diretor-ge
     
    December 1, 2010 at 11:41 AM
     
    O diretor-geral dos Serviços Prisionais e da Reinserção Social está a ponderar a construção de um "grande centro educativo" em Lisboa com capacidade para cerca de meia centena de jovens. Durante uma audição na Comissão Parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e garantias, que decorreu hoje à tarde no Parlamento, Rui Sá Gomes anunciou estar a "ponderar" se não será necessário um grande centro educativo em Lisboa, "já que a grande maioria dos pedidos de tribunais são na área da Grande Lisboa". Perante as críticas de algumas deputadas (Teresa Morais, do PSD, e Helena Pinto, do Bloco de Esquerda) que manifestaram desagrado e receio lembrando os tempos dos "grandes reformatórios", Rui Sá Gomes garantiu que o novo centro terá capacidade "apenas" para "50 a 60 jovens". Este texto da agência Lusa foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico. Diário de Notícias 
     
       
       
         
         
        Informática provoca mais demissões no Ministério da Justiça
     
    December 1, 2010 at 11:39 AM
     
    Direcção-Geral da Administração da Justiça bate com  a porta, em solidariedade com João Correia. Ministro já tem sucessor Depois da saída de João Correia, em choque com o secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária, José Magalhães, ontem foi vez de a Direcção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) bater com a porta. Os responsáveis pediram a demissão em bloco. A transferência da informática dos tribunais daquela direcção geral para o Instituto das Tecnologias de Informação da Justiça (ITIJ), atribuindo a maior parte das responsabilidades a empresas privadas, sob tutela de José Magalhães, foi um dos motivos evocados pelos demissionários. O ministro Alberto Martins, já fragilizado com a saída de João Correia, ficou ontem ainda mais isolado. O juiz Lima Gonçalves, que exercia funções de inspector-geral dos Serviços de Justiça, deverá ser o substituto do demissionário juiz José Rodrigues da Cunha. O Ministério da Justiça (MJ) confirmou o pedido de demissão, mas sem divulgar as razões evocadas pela equipa. José Rodrigues da Cunha estava acompanhado pelos subdirectores Fernando Marques, Maria Teresa de Moraes Sarmento, e Ana Maia. Excepto o director, que tinha sido uma indicação de João Correia, partidariamente independente, os demais eram da confiança política do ministro. A demissão conjunta foi um sinal do mal-estar existente no ministério. Recorde-se, tal como o DN noticiou na segunda-feira, o MJ decidiu retirar da DGAJ a competência pelos serviços informáticos dos tribunais, e entregá-la ao ITIJ. Antes de bater coma porta, João Correia atribuiu um louvor a todos os funcionários da DGAJ que estavam ligados àquele serviço e que contribuíram para a criação do programa Habilus, uma aplicação pioneira que permitiu a digitalização da justiça. Depois, em entrevista ao jornal i , em que falava da demissão, João Correia queixava--se que José Magalhães valorizava pouco a prata da casa. O MJ informou ontem que já diligenciou junto do Conselho Superior da Magistratura para que outro magistrado possa dirigir a DGAJ. O DN sabe que a escolha deverá cair sobre Lima Gonçalves, um magistrado que conhece bem o sector, estando neste momento ligado à inspecção da justiça. [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Pedro Lima Gonçalves vai ser o novo director-geral da Administração da Justiça
     
    December 1, 2010 at 3:19 AM
     
    Pedro Lima Gonçalves vai assumir o cargo de director-geral da Administração da Justiça substituindo António Rodrigues da Cunha que apresentou a demissão. Pedro Lima Gonçalves vai ser o próximo director-geral da Administração da Justiça. A informação já foi confirmada à TSF, o até agora inspector-geral dos Serviços da Justiça vai suceder a José António Rodrigues da Cunha que apresentou a demissão.TSF 
     
       
       
         
         
        Reformados em 2011 terão corte de 3,14%
     
    December 1, 2010 at 2:42 AM
     
    Quem atingir os 65 anos em 2011 e quiser reformar-se sem penalizações terá de trabalhar entre mais quatro a 10 meses, caso contrário sofrerá um corte de 3,14% na sua pensão. O aumento da esperança de vida dita a penalização dos pensionistas no próximo ano.
    Com base nos valores provisórios de óbitos ocorridos em 2010, estimados com base na mortalidade registada nas Conservatórias do Registo Civil até Setembro último, o Instituto Nacional de Estatística (INE) revelou, ontem, que a esperança de vida aos 65 anos é agora de 18,47 anos. Como em 2006 era de 17,89 anos, o factor de sustentabilidade para 2011 corresponde a uma correcção acumulada de 3,14%. Este valor é muito superior ao verificado em anos anteriores (1,65% em 2010 e 1,32% em 2009).Embora o aumento da esperança de vida para quem tem 65 anos seja uma boa notícia, o lado negro deste dado reside no facto de ser necessário trabalhar mais tempo, para além daquela idade, caso o contribuinte pretenda evitar uma penalização no valor da sua pensão de reforma. Deste modo, quem tem uma carreira contributiva superior a 40 anos terá que trabalhar mais quatro meses, já que tem uma taxa de bonificação de 1% por cada mês extra de trabalho. O esforço será maior para quem só descontou entre 15 e 24 anos. A taxa de bonificação é, neste caso, de 0,33% por mês, pelo que o contribuinte poderá ter que trabalhar até mais dez meses. [...] Jornal de Notícias

     
     
     
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    « Responder #27 em: 04-12-2010 , 01:43 »

    Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada com 170 por cento de lotação
     
    December 2, 2010 at 2:32 PM
     
    Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada com 170 por cento de lotação. A coordenadora regional do BE/Açores, Zuraida Soares, afirmou hoje que o Estabelecimento Prisional de Ponta Delgada tem uma lotação de 170 por cento, frisando que se trata de uma cadeia "indigna e desumana". "Do ponto de vista físico, é um estabelecimento prisional de terceiro mundo, indigno e desumano. Basta dizer que tem uma sobrelotação de 170 por cento", afirmou Zuraida Zoares, que falava aos jornalistas no final de uma reunião com dirigentes do Sindicato do Corpo da Guarda Prisional. A prisão tem uma lotação de 112 reclusos mas possui atualmente mais de 180 detidos nas suas instalações. Para a líder do BE/Açores, as condições a que os reclusos e os guardas prisionais estão sujeitos são preocupantes, frisando que "a indignidade que afecta e penaliza os reclusos é a mesma que impede os guardas de terem condições de trabalho para darem um tipo de resposta que acaba por não existir". [...] Visão
     
     
       
       
         
         
        Recibos Verdes Electrónicos já disponíveis
     
    December 2, 2010 at 1:32 PM
     
    Recibos Verdes Electrónicos já disponíveis.  Ver Portal das Finanças 
     
       
       
         
         
        Conselho de Ministros aprovou novos Estatutos dos Magistrados Judiciais e do Ministério Público
     
    December 2, 2010 at 12:24 PM
     
    O Conselho de Ministros aprovou hoje a proposta de lei de novos Estatutos dos Magistrados Judiciais e do Ministério Público, que introduz alterações quanto à aposentação, reforma e jubilação.

    O diploma, a apresentar à Assembleia da República, define também as condições de atribuição do suplemento de fixação e do novo suplemento que substitui o subsídio de compensação e altera os regimes de substituição e acumulação dos magistrados judiciais e do Ministério Público.

    "Trata-se de mais uma iniciativa enquadrada pela necessidade de adoptar medidas de redução da despesa e de aumento da receita que contribuam para o esforço nacional de consolidação das contas públicas", realça o comunicado da reunião de hoje do Conselho de Ministros.

    No dia 23 de Novembro passado, o Ministério da Justiça garantiu que os novos Estatutos dos Magistrados Judiciais e do Ministério Público consagram um suplemento salarial em substituição do actual subsídio de compensação.

    Em comunicado, o Ministério da Justiça (MJ) esclareceu que ficará "assegurado que o montante desse suplemento não pode ser inferior ao montante do subsídio actualmente em vigor".

    A proposta mantém "a atribuição do subsídio de fixação nas Regiões Autónomas", prevê "a clarificação do regime de jubilação com tabela específica" e salvaguarda "os direitos adquiridos, designadamente quanto à percepção do subsídio de compensação até ao início do pagamento do suplemento que o substitui, o uso de casa de função, entre outros".

    Além de estabelecer que "as disposições de natureza fiscal e as referentes ao regime de acumulações e substituições entrarão em vigor no primeiro dia do mês seguinte ao da publicação" do diploma em Diário da República, a nota do MJ referia que "os magistrados subscritores da Caixa Geral de Aposentações com direito à aposentação ou jubilação em 31 de Dezembro de 2010" podem "requerer de acordo com o regime legal que lhes seria aplicável naquela data, independentemente do momento que o requeiram".

    Na sequência do comunicado do Ministério da Justiça, a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) e o Sindicato dos Magistrados do Ministério Público (SMMP) reiteraram, também a 23 de Novembro, que não existe acordo com o Governo relativamente às alterações aos estatutos das duas magistraturas. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Solicitadores vão entrar em eleições
     
    December 2, 2010 at 11:17 AM
     
    No próximo Sábado os solicitadores vão escolher o futuro presidente da instituição que os representa e que regula a profissão. Fernando Cardoso, Rui Carvalheiro e José Carlos Resende são os três grandes opositores no escrutínio de dia 4. No mesmo dia elege-se também o Conselho de Especialidade de Agentes de Execução para os próximos três anos, com dois candidatos ao lugar. 
    São três as listas que concorrem aos órgãos nacionais  - Presidente da Câmara dos Solicitadores, a mesa da Assembleia-geral, o Conselho Geral e o Conselho Superior - para o triénio 2011/2013, cujo acto eleitoral decorre no próximo sábado, 4 de Dezembro.

    A lista A, liderada por Fernando Cardoso, promete mais formação, melhores meios e novas saídas profissionais para solicitadores e jovens solicitadores; a lista B, tem como candidato a presidente José Carlos Resende e por lema «Para uma nova realidade»; e a lista C, liderada por Rui Carvalheiro, tem como mote “Porque é tempo de mudar”, apostando numa inovação da classe.

    No que toca ao Conselho de Especialidade de Agentes de Execução, que regula a especialidade de agente de execução, vão a votos duas listas, encabeçadas, respectivamente por Armando Branco (a actual presidente deste órgão) e Carlos de Matos.


    Sites das candidaturas aos órgãos nacionais:
    Lista A: Nao lhe e permitido visualizar Links.
    Registar ou Login
    Lista B : Nao lhe e permitido visualizar Links.
    Registar ou Login
    Lista C: Nao lhe e permitido visualizar Links.
    Registar ou Login 
     
       
       
         
         
        Eleições Órgãos Regionais da Cãmara dos Solicitadores
     
    December 2, 2010 at 11:15 AM
     
    Amanhã, 3 de Dezembro, os solicitadores escolhem, entre as três listas disponíveis,  os futuros presidentes dos Conselhos Regionais, do Sul e Norte.

    Enquanto que o Conselho Regional do Norte vai a votos com um única lista, encabeçada pelo actual presidente, José Antas, ao Conselho Regional do Sul concorrem duas listas:  a A, liderada por Pedroso Leal, e a B, liderada por Armando Oliveira.

    O acto eleitoral decorre entre as 10 horas e as 18 horas, nos locais indicados pelos respectivos Conselhos Regionais.

    Para saber mais clique em
    Nao lhe e permitido visualizar Links.
    Registar ou Login
    Sobre a Câmara dos Solicitadores
    A Câmara dos Solicitadores é uma Associação de Direito Público, independente dos Órgãos do Estado, que representa os Solicitadores portugueses.
    Estruturada em duas regiões, Norte e Sul, e em delegações de círculo e de comarca, a Câmara dos Solicitadores é representada, em juízo e fora dele, pelo Presidente da Câmara ou pelos Presidentes dos Conselhos Regionais.

    Gabinete de Comunicação da Câmara dos Solicitadores
    Tel.: 21 317 20 63/4 | fax: 21 353 48 70/ tlm: 96 27 88 929
    E-mail: imprensa@solicitador.net



     
     
       
       
         
         
        Polícia Judiciária em guerra aberta com o Ministério da Justiça
     
    December 2, 2010 at 7:05 AM
     
    A direcção da ASFIC (Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária) reúne-se hoje, em Lisboa, para decidir o calendário das “medidas de luta” em reacção ao corte de salários e à ausência de resposta perante o caderno reivindicativo apresentado há cerca de um ano ao anterior ministro da Justiça Alberto Costa. Muitos membros da ASFIC estão também assustados com a demissão do secretário de Estado João Correia, o único membro do governo que não era político e tinha conhecimentos da vida judiciária.
    A demissão do secretário de Estado e a que lhe sucedeu, a do director-geral da DGAJ (Direcção-geral da Administração da Justiça) – que se solidarizou com João Correia –, preocupam os investigadores criminais da PJ, que temem um Ministério da Justiça gerido apenas por políticos, que desconhecem os meandros dos tribunais e da vida judiciária.
    Duas matérias são fundamentais para os investigadores da Judiciária: o trabalho extraordinário e a distinção remuneratória entre as carreiras. A questão do trabalho extraordinário é um problema de raiz, que resulta da própria forma como a PJ está organizada, em piquetes, turnos e prevenções. Para os inspectores de investigação criminal, é como se não existisse o trabalho das brigadas, que são quem conduz a maioria das investigações.

    Por outro lado, os investigadores criminais da Polícia Judiciária (PJ) estão cansados de ganhar menos do que os seus colegas administrativos, os “especialistas superiores”. A distinção vem do tempo em que para entrar para a carreira de especialista superior, e ao contrário do que acontecia com a carreira de investigação criminal, era obrigatória uma licenciatura. Desde 2000, para entrar para na carreira de investigação é necessária a mesma habilitação.

    Mas a diferença mantém-se: logo no início de carreira os administrativos ganham perto de 300 euros acima da remuneração dos investigadores. Ao fim de uns anos de carreira a diferença aumenta – chega a mil euros por mês. Por isso mesmo vários inspectores deixaram de ser investigadores para serem especialistas superiores. (...) Ionline 
     
       
       
         
         
        Queda salarial em Portugal é a maior da União Europeia
     
    December 2, 2010 at 3:07 AM
     
    Portugal é o país da União Europeia a 27 (UE) onde os salários mais vão cair em 2011. Num ano em que a economia volta a entrar em recessão, as remunerações recuam 3,5% em termos reais, valor suficiente para produzir uma queda recorde nos custos com o trabalho das empresas portuguesas.

    As previsões, feitas pela Comissão Europeia, apontam para algo que nunca antes tinha acontecido: uma redução dos salários nominais - o valor que os trabalhadores de facto levam para casa no final do mês - na ordem dos 1,3%. Mas, com a inflação a acelerar o passo no próximo ano, o resultado final é uma perda real de poder de compra mais elevada em 2,2 pontos percentuais.

    Uma parte desta quebra resulta directamente da decisão do Governo de cortar os salários da Função Pública no próximo ano - 5%, em média -, uma opção plasmada no Orçamento do Estado de 2011. Mas, com o desemprego nos dois dígitos, os trabalhadores do sector privado também vão sentir dificuldades acrescidas em negociar actualizações salariais mais favoráveis, de acordo com os técnicos da Comissão.  [...] Jornal de Negócios 
     
       
       
         
         
        Só um condutor perdeu a carta por excesso de infracções desde 2008
     
    December 2, 2010 at 3:03 AM
     
    O regime legal da cassação dos títulos de condução foi mudado há dois anos e meio porque o anterior não funcionava. O novo também não.

    A lei que prevê a retirada da carta de condução até à realização de um novo exame - daí a pelo menos dois anos - por via da acumulação de um certo número de infracções data de 1994, mas, até agora, contam-se pelos dedos das mãos os automobilistas a quem tal sanção foi aplicada. Nos últimos dois anos e meio, apenas um condutor foi objecto dessa medida - a cassação do título de condução.

    A informação foi dada ao PÚBLICO, por escrito, pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR) e deixou boquiaberto o presidente do Automóvel Clube de Portugal, Carlos Barbosa. "Isso é com certeza um engano. Acho quase impossível esse número estar certo", afirmou, frisando que a alteração ao Código da Estrada feita em 2008 visou, nesse aspecto, simplificar os processos de cassação, que até aí eram decididos pelos tribunais e acabavam quase sempre em prescrição.

    A informação da ANSR e a respectiva explicação, porém, não deixam dúvidas: "A cassação só pode ser decidida quando as decisões proferidas em todos os processos que relevam para esse efeito (três contra-ordenações muito graves ou cinco, entre graves e muito graves, todas praticadas após 6 de Julho de 2008) se tornam definitivas, isto é, quando há prova da notificação do arguido e a decisão não foi impugnada judicialmente, ou, tendo-o sido, a decisão judicial já transitou em julgado. A verificação destes pressupostos [...] ainda só ocorreu num caso".

    Com a entrada em vigor do decreto de Julho de 2008, a decisão de cassar os títulos de condução dos automobilistas que pratiquem três contra-ordenações muito graves ou cinco, entre graves e muito graves, num período de cinco anos passou a ser competência do presidente da ANSR, cabendo recurso dela para os tribunais. Dias antes da entrada em vigor deste novo regime, o antigo director-geral de Viação, a quem cabiam muitas das competências entregues à ANSR em 2007, afirmou ao Expresso que tinha "preparados 797 processos" de condutores a quem deveriam ser cassadas as cartas. Todavia, tal como aconteceu com centenas de milhar de processos de contra-ordenação herdados da DGV, as dificuldades que a ANSR tem tido em exercer as suas atribuições levaram a que todas aquelas propostas de cassação ficassem na gaveta. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Número de prescrições das multas é um mistério
     
    December 2, 2010 at 3:01 AM
     
    A acreditar nos gráficos (sem números precisos) fornecidos ao PÚBLICO pela Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), perto de 630 mil processos de contra-ordenação por infracções ao Código da Estrada prescreveram desde 2008, por terem passado mais de dois anos sobre a data dos factos. A maior fatia corresponde a 2008, com pouco mais de 500 mil prescrições, somando umas 110 mil as de 2009 e cerca de 20 mil as do primeiro semestre deste ano.
    A obtenção destes números custou ao PÚBLICO quase dois meses de espera e meia dúzia de e-mails dirigidos ao presidente da ANSR, Paulo Marques, além de dezenas de telefonemas, ficando mesmo assim muitas perguntas sem resposta. Os dados recebidos, todavia, estão longe de ser claros e seguros.

    Uma das dúvidas que não foi possível esclarecer resulta do facto de ter sido comunicada ao PÚBLICO a verificação de 110 mil prescrições em 2009, quando o relatório de uma auditoria à ANSR feita pela Inspecção-Geral da Administração Interna e citado na semana passada pelo semanário Sol indica 598.013 prescrições nesse ano.

    Quanto ao pico de prescrições de 2008, a ANSR explica-o com o facto de nesse ano terem sido "registados cerca de 750 mil autos que a DGV não registou nos anos de 2006 e 2007". O número total de autos de infracções registados ascendeu a perto de 1,5 milhões em 2008, um milhão em 2009 e 540 mil no primeiro semestre de 2010. Em contrapartida, o número de coimas pagas rondou 1,1 milhões em 2008, um milhão em 2009 e 490 mil no primeiro semestre do ano em curso. A quebra de 50 por cento verificada no número de autos entre 2008 e 2009 coincide com a extinção da Brigada de Trânsito em Janeiro de 2009, com uma queda de mais de 650 mil para cerca de 400 mil autos oriundos da GNR, embora os da PSP também tenham descido de cerca de 560 mil para perto de 400 mil e os provenientes das câmaras municipais tenha descido de quase 300 mil para metade desse valor. Esta última quebra ocorreu no período em que grande parte dos radares da Câmara de Lisboa esteve fora de serviço.

    Finalmente, o montante total das multas pagas, segundo a ANSR, desceu de perto de 90 milhões de euros em 2008 para quase 80 milhões em 2009, rondando os 40 milhões as do primeiro semestre de 2010. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Políticas de imigração de Portugal voltam a ser elogiadas
     
    December 2, 2010 at 2:58 AM
     
    Organização Internacional para as Migrações destaca maior facilidade de acesso aos serviços de acolhimento.
    À semelhança das Nações Unidas, também a Organização Internacional para as Migrações (OIM) decidiu destacar as políticas adoptadas por Portugal com vista ao acolhimento e integração dos imigrantes. No relatório mundial sobre a migração relativo a 2010, publicado na terça-feira, a OIM realça em particular a experiência dos Centros Nacionais de Apoio ao Imigrante (CNAI), existentes em Lisboa, Porto e Faro, frisando que estes constituem "um serviço de informação integrado, exemplo de uma intervenção coordenada e coerente entre várias entidades parceiras".

    Conservatórias, Serviço de Estrangeiros e Fronteiras, Segurança Social, Autoridade para as Condições de Trabalho são alguns dos vários serviços que passaram a estar disponíveis nos CNAI. Na União Europeia, um dos obstáculos mais recorrentes no acolhimento dos imigrantes consiste precisamente na falta de cooperação e na dispersão das muitas instituições envolvidas no processo de integração.

    Para a escolha feita pela OIM contribuiu não só a experiência contrária que tem sido seguida em Portugal, mas ainda o facto de nos centros de apoio se garantir que o atendimento seja feito por mediadores socioculturais, também eles imigrantes, o que ajuda a ultrapassar barreiras linguísticas e culturais, destaca-se. Em declarações à agência Lusa, a responsável pelo Alto-Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural, Rosário Farmhouse, considerou que esta capacidade de criar sinergias está relacionada com o facto de Portugal ser um país de emigrantes que sabe o que significa começar uma nova vida num local distante.  [...] Público 
     
       
       
         
         
        Magistrados têm de trabalhar mais meio ano para se reformarem em 2011
     
    December 2, 2010 at 2:56 AM
     
    O Governo leva hoje a Conselho de Ministros novas regras de aposentação dos magistrados. O Governo quer aumentar a idade mínima legal de reforma dos juízes e procuradores para os 65 anos, adaptando o estatuto de aposentação à generalidade da Função Pública. A subida será gradual de seis meses, por ano, a partir já do próximo ano. Assim, em 2011, os magistrados só poderão reformar-se com 60,5 anos de idade e 36,5 de serviço. A medida consta da proposta de alteração aos estatutos dos magistrados judiciais e do Ministério Público, a que o Diário Económico teve acesso, que vai hoje a Conselho de Ministros, prevendo um aumento de reforma até aos 65 anos em 2020. Apesar do agravamento já em 2011, juízes e procuradores ficam ainda com um regime mais favorável que o dos funcionários públicos que no próximo ano precisam de 63 anos de idade e 39 anos de serviço para terem direito à reforma. *Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Segredos de Estado em Portugal sem controlo político há 16 anos
     
    December 2, 2010 at 2:54 AM
     
    Os documentos classificados em Portugal podem sê-lo para sempre. Um veto bloqueou uma comissão de fiscalização. Ninguém retomou a ideiaA aplicação da Lei do Segredo de Estado está desde que existe (1994) sem qualquer controlo e na última legislatura a tentativa que houve para pôr a funcionar um sistema de fiscalização esbarrou num veto político do Presidente da República. A iniciativa legislativa vetada pelo Presidente da República caducou com o fim da legislatura e na actual ninguém mostrou vontade de retomar o processo. "Tenho tido outros assuntos entre mãos", disse ao DN Mota Amaral (PSD), um dos co-autores do projecto de lei vetado. O outro, Vitalino Canas , do PS, argumentou de forma semelhante ("têm surgido outras coisas mais prioritárias"), embora acrescentando que quando a situação política "acalmar" o assunto deve ser retomado - e numa lógica de acolhimento às reservas presidenciais.A ausência de uma comissão de fiscalização significa algo muito simples: ninguém "zela" pelo "cumprimento das suas disposições" - e o mesmo é dizer que ninguém verifica se os "carimbos" da classificação de documentos estão a ser bem utilizados ou não; ninguém desclassifica documentos (mesmo que a classificação tenha perdido sentido); e ninguém "aprecia" as "queixas que lhe sejam dirigidas sobre dificuldades ou recusa no acesso a documentos e registos classificados como segredo de Estado" - documentos como os que, agora, a WikiLeaks está a divulgar por todo o mundo.A composição da comissão de fiscalização prevista em 1994 seria presidida por um juiz indicado pelo Conselho Superior dos Tribunais Administrativos e Fiscais, integrando ainda dois deputados, um nomeado pelo "maior partido que apoia o Governo" e outro pelo "maior partido da oposição". No processo legislativo de 2009, a presidência do órgão mudaria, passando a ser presidida pelo presidente da AR, o qual passaria a ter acesso sem "qualquer restrição" a documentos classificados (poder que hoje só está ao dispor do presidente e do primeiro-ministro). [...] Diário de Notícias
     
     
     
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    « Responder #28 em: 04-12-2010 , 19:29 »

    PJ descobre fraude informática no sector da restauração
     
    December 3, 2010 at 12:54 PM
     
    A Polícia Judiciária (PJ) desvendou uma fraude informática na área da restauração que provocou prejuízos para o Estado no valor de 12 milhões de euros. O programa informático de nome «Sim Sim» era usado para o deve e haver dos restaurantes, mas também para a manipulação das contas.
    Este software «esquecia-se» de declarar os dados para o fisco, 12 milhões de euros em IRC e IVA ficaram por arrecadar. Esta Operação Self-Service da Unidade Nacional de Combate à Corrupção estava em campo há três anos. Fez 26 buscas, dezenas de inquirições e meia centena de arguidos.A partir de Janeiro os restaurantes são obrigados a ter este género de software certificado. TSF
     
     
       
       
         
         
        Violência doméstica: um terço dos acusados é absolvido em tribunal
     
    December 3, 2010 at 11:11 AM
     
    Um em cada três casos de violência doméstica levados a tribunal e estudados por uma equipa de especialistas (seis num total de 19) resultaram em absolvição dos alegados agressões.

    Os dados foram divulgados hoje no Porto pela Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), no âmbito do projeto Rebeca, que se destina a incentivar "as boas práticas judiciais" no âmbito da violência doméstica.

    O estudo, segundo a coordenadora Rita Braga da Cruz, indica que todos os casos analisados ocorreram antes da publicação da lei 112/2009, que veio dar natureza urgente ao tratamento policial e judicial deste tipo de casos.
    As vítimas dos casos em análise eram mulheres entre 21 e 57 anos, só três não eram portuguesas, e todas têm filhos ou estavam grávidas (dois casos) à altura dos factos.   “Não obstante a violência doméstica ser transversal a todas as classes sociais”, todos os processos analisados respeitavam a mulheres acolhidas em casas abrigo e sem recursos económicos nem redes familiares de suporte à sua fuga, afirma o estudo.   Ofendidas e agressores tinham profissões pouco qualificadas.   Os inquéritos-crime destes processos duraram em média 12 meses, “um tempo muito longo que significa, em muitos casos, novas agressões”, salienta a equipa de Rita Braga da Cruz. Por outro lado, a única medida de coação aplicada na fase de inquérito, em 15 dos 19 casos, foi a mínima, ou seja, o Termo de Identidade e Residência, sendo as restantes a apresentação periódica às autoridades e o afastamento da residência da vítima. [...] Ionline 
     
       
       
         
         
        Violência doméstica: Pulseira electrónica vigia 21 agressores
     
    December 3, 2010 at 11:04 AM
     
    A secretária de Estado para a Igualdade, Elza Pais, revelou esta sexta-feira que a pulseira electrónica já foi aplicada a 25 suspeitos da prática de violência doméstica, 21 dos quais ainda a mantêm.

    Dos países europeus, só Portugal e Espanha aplicam estes dispositivos a casos de violência doméstica, especificou Elza Pais, que falava à margem do colóquio de encerramento do projecto Rebeca, promovido no Porto pela  Associação Portuguesa de Mulheres Juristas (APMJ), sobre as boas práticas  judiciais no âmbito da violência doméstica.   O dispositivo pode ser aplicado, mediante decisão judicial, a partir da avaliação de risco feita pelas forças de segurança. Os inquéritos-crime dos processos de violência doméstica duraram em média 12 meses, "um tempo muito longo que significa, em muitos casos, novas agressões", queixou-se a coordenadora do projecto Rebeca, Rita Braga  da Cruz, num estudo sobre 19 situações deste tipo levados à barra judicial.A secretária de Estado para a Igualdade concordou, mas sublinhou que a Justiça "precisa de um tempo que não se adequa às necessidades do nosso tempo real, pois as agressões decorrem de um momento para o outro". “Gostaríamos muito que a Justiça pudesse decidir de um momento  para o outro, não é assim, nem Portugal nem no resto do mundo", acrescentou. Correio da Manhã 
     
       
       
         
         
        Aprovadas propostas do PSD, PCP e Verdes sobre Lei de Bases do Ambiente
     
    December 3, 2010 at 9:20 AM
     
    Foram aprovadas por unanimidade as três propostas de revisão da Lei de Bases do Ambiente, apresentadas pelo PSD, PCP e Partido Ecologista Os Verdes, debatidas hoje em plenário na Assembleia da República.

    Agora, os documentos irão baixar, por 60 dias, à Comissão de Ambiente para serem mais uma vez apreciados.

    O reforço da participação pública, as alterações climáticas, o princípio da precaução e o dossier do Litoral foram alguns dos pontos em comum entre PSD, PCP e Os Verdes, assumindo-os como questões que irão ajudar a actualizar e modernizar uma Lei de Bases do Ambiente que já tem 24 anos.

    Todos os partidos com assento parlamentar, e não apenas aqueles que apresentaram hoje as suas propostas, justificaram a necessidade de rever o documento. "A Lei de Bases do Ambiente foi inovadora para a época. Mas hoje existem novas realidades, ameaças e instrumentos de acção", lembrou Rita Calvário, do Bloco de Esquerda, um dos partidos que ainda deverá apresentar a sua proposta.

    José Eduardo Martins - deputado do PSD e antigo secretário de Estado do Ambiente, do XV Governo - defendeu que a legislação "precisa ser actualizada", concretizando os princípios da prevenção da poluição e preservação da biodiversidade, gestão racional de recursos e responsabilização. Entende que rever a Lei de Bases do Ambiente é "um dever para com o futuro". [...] 
     
       
       
         
         
        Actualização do sistema de unidades de medida legais
     
    December 3, 2010 at 5:13 AM
     
    O Sistema Métrico Decimal criado em 1789 adoptou,
    inicialmente, três unidades básicas de medida: o metro,
    o litro e o quilograma. Posteriormente, este sistema foi
    consagrado internacionalmente através da Convenção do
    Metro, tratado celebrado em Paris, em 20 de Maio de 1875,
    por 17 países, incluindo Portugal.
    Entretanto, o desenvolvimento científico e tecnológico
    passou a exigir medições cada vez mais exactas e em muitos
    outros domínios, tendo sido sucessivamente aprovadas
    novas unidades e outras regras pela Conferência Geral
    de Pesos e Medidas (CGPM), que é o órgão de decisão
    quadrienal da Convenção do Metro.
    Em 1960, o sistema métrico decimal foi designado Sistema
    Internacional de Unidades (SI). O SI define os nomes,
    símbolos e definições das unidades, bem como os prefixos
    e símbolos dos múltiplos e submúltiplos das mesmas
    unidades e contempla ainda recomendações para a escrita
    e para a utilização dos símbolos aprovados pela CGPM. [...]
    Decreto-Lei n.º 128/2010. D.R. n.º 234, Série I de 2010-12-03
     Diário da República 
     
       
       
         
         
        Proporção de reclusas estrangeiras aumenta 20 por cento em dez anos
     
    December 3, 2010 at 4:15 AM
     
    Segundo um estudo que será publicado esta sexta-feira, 22 por cento das reclusas estrangeiras são cabo-verdianas, mas agora são já mais as europeias presas que africanas.
    A proporção das reclusas estrangeiras em relação às portuguesas nas prisões portuguesas aumentou 20 por cento na última década, revelou um estudo que será divulgado esta sexta-feira. De acordo com este estudo, coordenado por Raquel Matos, a maior parte das 175 reclusas estrangeiras, provenientes em particular da Europa e de África, está presa por tráfico de droga, muito embora também haja casos de furtos, roubos e homicídios.Das reclusas estrangeiras, 22 por cento são de Cabo Verde, mas o número de mulheres europeias presas em Portugal, a maioria vinda de Espanha, Roménia, França e Holanda, está a aumentar.«No primeiro semestre, as europeias até se sobrepuseram às mulheres africanas. Isto só aconteceu a partir de 2006 ou 2007. Foi uma mudança grande. Tem a ver com os novos fluxos migratórios, mas também percebemos que há algumas europeias em rota de tráfico internacional», explicou Raquel Matos.A maioria das reclusas femininas das cadeias portuguesas tem entre 21 e 40 anos, sendo que três quartos da totalidade destas mulheres presas em Portugal cumprem penas entre os três e os seis anos.«Com esta condição de não terem a nossa nacionalidade, muito mais facilmente não aguardam, especialmente as não residentes, julgamento em liberdade. Temos aqui mulheres a cumprir penas de um a três anos, por exemplo, o que se calhar com uma nacionalidade portuguesa não aconteceria», lembrou.Com este estudo concluído, será agora traçado, no espaço de um ano, o percurso de vida destas reclusas estrangeiras, que estão integradas num universo de 600 a 700 mulheres presas em Portugal. TSF


     
     
       
       
         
         
        Governo convoca consultores fiscais para discutir amnistia
     
    December 3, 2010 at 1:51 AM
     
    O Governo convocou os grandes escritórios de advogados e as empresas de auditoria e consultoria fiscal para uma reunião, hoje, no Ministério das Finanças.



    Em cima da mesa estará a amnistia fiscal de que beneficiam todos os contribuintes que resolvam trazer para Portugal o dinheiro que está ilegalmente no exterior, um processo que está a ter um nível de adesão muito fraco, soube o Negócios. Jornal de Negócios 
     
     
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    « Responder #29 em: 06-12-2010 , 16:02 »

    Governo aperta cerco a contribuintes para evitar fraudes
     
    December 4, 2010 at 12:24 PM
     
    Em Janeiro, empresas terão de ter programa informático de facturação certificado. O Fisco vai enviar cartas a 126 mil empresas e 19 mil contribuintes singulares a alertar para a necessidade de adoptarem programas de ‘software' de facturação certificados pela Direcção-Geral dos Impostos (DGCI) a partir do próximo mês de Janeiro. O objectivo é controlar e eliminar a possibilidade de as empresas manipularem os registos de vendas feitos através de programas informáticos e dessa forma alterarem os rendimentos ganhos e os cálculos do imposto a pagar no final. A medida foi introduzida porque, nas acções de inspecção, o organismo liderado por Azevedo Pereira, detectou várias situações em que as empresas que fazem as suas vendas ao consumidor final alteravam os valores de facturação. No entanto, não há dados concretos e abrangentes em relação aos montantes envolvidos neste tipo de fraude. [...] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Segurança: «Basta ter os olhos abertos» para identificar zonas problemáticas
     
    December 4, 2010 at 10:54 AM
     
    O presidente do Observatório da Proliferação de Armas, da Comissão Nacional de Justiça e Paz, reconhece que indicar quais os bairros problemáticos em Portugal é «aumentar o estigma» sobre eles mas considera que «basta ter os olhos abertos» para os ver. Em declarações à Lusa, Fernando Roque de Oliveira afirma que toda a gente «sabe que existem» mas todos os responsáveis evitam falar em zonas degradadas porque isso implicaria uma ação concreta das autoridades. O deputado do CDS-PP, Nuno Magalhães recorda que o relatório de segurança interna já assume a existência de Zonas Urbanas Sensíveis (ZUS) e dá como exemplos os bairros da Belavista, em Setúbal, do Pica-Pau, em Almada, da Quinta da Princesa, no Seixal, e o do Lagarteiro e do Cerco, no Porto.<a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Casamento homossexual: 221 uniões desde que lei entrou em vigor
     
    December 4, 2010 at 10:51 AM
     
    Em seis meses realizaram-se, em Portugal, 221 casamentos entre pessoas do mesmo sexo, segundo dados do Ministério da Justiça, divulgados à agência Lusa. De acordo com o Ministério da Justiça, dos 221 casamentos homossexuais realizados desde 07 de junho, 156 foram entre homens e 65 entre mulheres. A juntar a estes somam-se os 202 casamentos realizados fora do país em que um conjuge é cidadão português. Destes, 139 foram contraídos entre homens e 63 entre mulheres.<a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Mais de mil queixas por erro e negligência na saúde foram feitas desde 2002
     
    December 4, 2010 at 10:49 AM
     
    O Conselho Médico-Legal, organismo responsável pela elaboração de pareceres nos casos de erros e má prática em saúde, recebe em média cerca de 130 processos por ano, desde 2002, o que dá mais de mil queixas até agora. Este ano, já entraram 133 pedidos de parecer. E a esmagadora maioria - 95 a 98 por cento - são casos de alegada má prática de médicos e outros profissionais de saúde.

    Este é o dado mais aproximado da dimensão deste fenómeno em Portugal. Porque é difícil contabilizar com rigor quantas queixas chegam às ordens profissionais, à polícia, aos tribunais e a organismos como a Inspecção-Geral das Actividades em Saúde. São queixas de maior ou menor gravidade, mas a maior parte acaba arquivada. E as condenações são raras.

    O Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa criou há cinco anos uma secção especializada em casos de negligência médica. Emília Serrão, responsável por esta unidade, diz que entram anualmente nesta secção entre 50 e 60 queixas. A evolução não é fácil de aferir, já que a área da comarca foi sofrendo alterações - há um ano e meio perdeu a tutela sobre o hospital Amadora-Sintra. "A grande maioria dos casos acaba arquivada", reconhece a magistrada. Entre as dificuldades, destaca a relutância dos hospitais em enviar os elementos clínicos solicitados pelo Ministério Público. "Muitas vezes invocam o sigilo médico. Mas nestes casos não se justifica, já que a maioria das queixas é apresentada pelos próprios doentes ou pelas famílias", destaca. Houve um caso em que foi mesmo necessário fazer uma busca ao hospital.

    Outro entrave é a demora dos pareceres médico-legais e a dificuldade de prova. "Muitas vezes os pareceres dizem que determinado comportamento não é o mais adequado, mas não viola as leges artis. Logo, fazer a prova torna-se muito difícil, fica-se ali no meio", explica a procuradora, que defende que ainda há algum corporativismo na análise destes casos. [....] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Banco de Portugal reforça controlo na tomada de participações
     
    December 4, 2010 at 3:31 AM
     
    O Banco de Portugal vai reforçar os critérios de aprovação e controlo da tomada de participações qualificadas em instituições financeiras. De acordo com o aviso 5/2010, ontem publicado em Diário da República, serão passados a pente fino os potenciais investidores, nomeadamente quanto a critérios de idoneidade. E terá de ser explicado, com detalhe, quais os objectivos que estão na base da tomada de uma participação. Estas novas exigências resultam em grande medida das directrizes traçadas na directiva comunitária das participações qualificadas e da adopção por parte do Banco de Portugal, ISPe CMVM de requisitos de informação comuns para a tomada ou reforço de participações qualificadas. [...] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Mistério: O dia da morte de Sá Carneiro e Amaro da Costa
     
    December 4, 2010 at 3:29 AM
     
    Camarate reaberto no Parlamento. Ribeiro e Castro exige a abertura de uma nova Comissão de Inquérito à morte de Francisco Sá Carneiro e Adelino Amaro da Costa no desastre de Camarate em Dezembro de 1980.
    Em causa estão, entre outras, as suspeitas de um atentado bombista que teria como principal alvo o então ministro da Defesa, Amaro da Costa, por causa do tráfico de armas portuguesas para países como o Irão. No anteprojecto de resolução, a que o Correio da Manhã teve acesso, o deputado do CDS escreve que se ficaram a dever "à Assembleia da República e a diversas comissões parlamentares de inquérito os principais avanços da investigação dos factos" e que "essas comissões apontaram solidamente para a tragédia ser o efeito de acção criminosa". Por tudo isto, diz Ribeiro e Castro, é fundamental "constituir uma Comissão Parlamentar de Inquérito ao desastre de Camarate".O anteprojecto foi enviado a todos os outros partidos parlamentares, e a intenção é recolher agora o consenso para que seja aprovada a constituição da 9ª Comissão de Inquérito ao desastre de Camarate. O CM sabe que há abertura do PSD para que assim aconteça. Trinta anos depois da morte do primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e do ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa, assim como das suas mulheres, mantêm-se todas as dúvidas sobre as verdadeiras causas da queda em Camarate do avião Cessna que os transportava.Ainda esta semana, Diogo Freitas do Amaral publicou o livro ‘Camarate – um caso ainda em aberto’, em que escreve que "o Estado Português, sobretudo através da Polícia Judiciária e do Ministério Público, não só não fez tudo o que era necessário para apurar a Verdade, como tudo fez para impedir que o caso fosse discutido em tribunal". Freitas do Amaral defende ainda que o antigo procurador-geral da República, Cunha Rodrigues, tudo fez para evitar que o caso viesse a chegar a tribunal. A última Comissão Parlamentar de Inquérito reconheceu nas suas conclusões a existência de diversas irregularidades nas movimentações do chamado ‘Fundo de Defesa Militar do Ultramar’ – uma espécie de saco azul que se manteve durante muitos anos depois da revolução de 25 de Abril de 1974 e do processo de descolonização –, assim como as suspeitas de tráfico de armas com a participação do Estado Português e de empresas portuguesas. [...] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Livro reúne casos extravagantes da legislação penal portuguesa
     
    December 4, 2010 at 3:05 AM
     
    A legislação nacional tem muitos casos extravagantes e está a precisar de receber uma limpeza. Com essa ideia em mente vários juristas compilaram em livro as leis que ficam fora do código penal. Há de tudo: normas desactualizadas, contraditórias, inconstitucionais e até crimes sem castigo.
    Espécie em vias de extinção, o Lobo Ibérico está protegido por lei, pelo menos aparentemente, porque a legislação que proíbe qualquer forma de matar o lobo esqueceu-se de aplicar uma pena a quem cometer o crime.

    Outro exemplo é o de quem roubar ou danificar material de propaganda nas presidenciais. O autor do crime pode apanhar seis meses de cadeia ou 50 euros de multa. Mas se o roubo for com cartazes das autárquicas a pena já é de um ano de prisão ou 120 dias de multa.

    Os autores, Paulo Pinto de Albuquerque e José Branco, encontraram de tudo nas chamadas leis "extravagantes". Nascem fora do Código Penal e assim permanecem, durante décadas, mesmo que desactualizadas, em contradição com outras e algumas até de legalidade duvidosa.

    Actualmente a mais antiga das leis avulsas é de 1936, mas estão sempre a surgir mais.

    Para resolver a enome balbúrdia na legislação penal os juristas que fizeram o levantamento das extravagantes acham que os homens das leis deviam fazer uma espécie de limpeza profunda às normas legais mantendo as que ainda são úteis e eliminando as que já não prestam. <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        PGR recusa reabrir inquérito aos voos da CIA
     
    December 4, 2010 at 2:56 AM
     
    A Procuradoria-Geral da República anunciou que não tenciona, pelo menos para já, reabrir o inquérito ao envolvimento português no caso dos voos da CIA, apesar das revelações da WikiLeaks. Numa nota que o gabinete de Pinto Monteiro enviou ontem à Rádio Renascença, respondendo a questões colocadas pela emissora, lê-se, segundo o site da RR, que o inquérito "só será reaberto se surgirem factos novos, credíveis e relevantes que possam indiciar ilícitos criminais", o que "até agora não aconteceu".O gabinete de Pinto Monteiro esclareceu ainda, de acordo com a notícia colocada no site da RR (Nao lhe e permitido visualizar Links.
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    ) que a PGR "não investiga factos políticos nem pode ser utilizada para resolver questões político-partidárias". E "lembra que o caso foi investigado pelo DCIAP, que esgotou todos os meios ao seu alcance, não tendo sido apurado qualquer indício de crime".Um telegrama da Embaixada dos EUA, datado de Outubro de 2006, afirmava que a Administração Bush fizera ao Governo português um pedido: que permitisse o uso da Base das Lajes para "repatriar" prisioneiros de Guantánamo. O mesmo documento dava conta de que o Governo de José Sócrates, através do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, exigia aos EUA garantias escritas de que os prisioneiros não seriam nem torturados nem condenados à morte no país de destino.Quinze meses depois, no Parlamento, José Sócrates garantia: "Nunca nenhum membro deste Governo, nunca este Governo foi informado ou recebeu qualquer espécie de pedido de autorização para sobrevoo do nosso espaço aéreo, ou para aterragem na Base das Lajes, de aviões que se destinassem ao transporte ou à transferência de prisioneiros." Carlos Coelho, eurodeputado do PSD, acrescentou, por seu turno, que o telegrama norte-americano revelado pela WikiLeaks (mais noticiário na pág. 30) também expunha supostas contradições do MNE Luís Amado.Na Assembleia da República, o PCP agendou de forma potestativa (ou seja, à força) uma deslocação de Amado à Comissão de Negócios Estrangeiros. O presidente da comissão, José Ribeiro e Castro, do CDS-PP, disse ontem querer ter a certeza de que, ao convocar Amado, não está a violar nenhuma lei. Para isso vai consultar a PGR, o presidente da AR e o MNE. Bernardino Soares, do PCP, contestou: "Se alguém pensa que vai varrer este assunto para debaixo do tapete com formalismos jurídicos, está muito enganado. O PCP não vai deixar que isso aconteça." [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        PGR recusa reabrir inquérito aos voos da CIA
     
    December 4, 2010 at 2:56 AM
     
    A Procuradoria-Geral da República anunciou que não tenciona, pelo menos para já, reabrir o inquérito ao envolvimento português no caso dos voos da CIA, apesar das revelações da WikiLeaks. Numa nota que o gabinete de Pinto Monteiro enviou ontem à Rádio Renascença, respondendo a questões colocadas pela emissora, lê-se, segundo o site da RR, que o inquérito "só será reaberto se surgirem factos novos, credíveis e relevantes que possam indiciar ilícitos criminais", o que "até agora não aconteceu".O gabinete de Pinto Monteiro esclareceu ainda, de acordo com a notícia colocada no site da RR (Nao lhe e permitido visualizar Links.
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    ) que a PGR "não investiga factos políticos nem pode ser utilizada para resolver questões político-partidárias". E "lembra que o caso foi investigado pelo DCIAP, que esgotou todos os meios ao seu alcance, não tendo sido apurado qualquer indício de crime".Um telegrama da Embaixada dos EUA, datado de Outubro de 2006, afirmava que a Administração Bush fizera ao Governo português um pedido: que permitisse o uso da Base das Lajes para "repatriar" prisioneiros de Guantánamo. O mesmo documento dava conta de que o Governo de José Sócrates, através do ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado, exigia aos EUA garantias escritas de que os prisioneiros não seriam nem torturados nem condenados à morte no país de destino.Quinze meses depois, no Parlamento, José Sócrates garantia: "Nunca nenhum membro deste Governo, nunca este Governo foi informado ou recebeu qualquer espécie de pedido de autorização para sobrevoo do nosso espaço aéreo, ou para aterragem na Base das Lajes, de aviões que se destinassem ao transporte ou à transferência de prisioneiros." Carlos Coelho, eurodeputado do PSD, acrescentou, por seu turno, que o telegrama norte-americano revelado pela WikiLeaks (mais noticiário na pág. 30) também expunha supostas contradições do MNE Luís Amado.Na Assembleia da República, o PCP agendou de forma potestativa (ou seja, à força) uma deslocação de Amado à Comissão de Negócios Estrangeiros. O presidente da comissão, José Ribeiro e Castro, do CDS-PP, disse ontem querer ter a certeza de que, ao convocar Amado, não está a violar nenhuma lei. Para isso vai consultar a PGR, o presidente da AR e o MNE. Bernardino Soares, do PCP, contestou: "Se alguém pensa que vai varrer este assunto para debaixo do tapete com formalismos jurídicos, está muito enganado. O PCP não vai deixar que isso aconteça." [...] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Detidos com doenças mentais transferidos por atraso em obras
     
    December 4, 2010 at 2:54 AM
     
    Miguel Bombarda vai fechar e obras no novo edifício demoram mais um ano. Condenados sem segurança.O fecho do Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, vai obrigar a deslocar 76 doentes para outras instalações já no mês que vem. Destes, 32 são criminosos inimputáveis que estão internados sob apertada segurança, já que a unidade é a única no País com capacidade para internar os doentes mais perigosos. Mas o edifício que os detidos deveriam ocupar no Parque Saúde não está pronto para os receber porque as obras não foram feitas. Devido a este atraso, os inimputáveis vão ter de ocupar parte do pavilhão onde funciona o Centro das Taipas, que também precisa de obras para os acolher."Em 2009 sugerimos que se encontrasse uma solução para 44 doentes residentes (ver caixa) e financiamento por parte do ministério para fazermos obras e instalar a enfermaria forense. Houve um atraso muito grande na autorização do financiamento. Mais de um ano", disse ao DN França Jardim, administrador e director clínico do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL), do qual faz parte o Miguel Bombarda.No total são 76 doentes que têm de sair do hospital psiquiátrico, que foi vendido em 2009 à Estamo, uma empresa pública, por cerca de 25 milhões de euros. Embora estivesse previsto para o final deste ano, aquela unidade mental só ficará completamente desocupada em Janeiro de 2011. Caso isso não aconteça, o Estado será obrigado a pagar uma indemnização à Estamo, valor que corresponde a uma percentagem do preço pelo qual o edifício foi vendido.Razões pelas quais os 32 inimputáveis considerados perigosos - cuja média de internamento é de cinco anos - vão ser transferidos provisoriamente para parte do edifício onde está o Centro das Taipas. Mudança que obriga a mais obras. "Os doentes que estão na enfermaria forense sofrem de quadros psicóticos e estão a cumprir penas superiores a três anos por agressão, lenocínios e outros crimes. Estão em regime fechado, com regras de segurança, e só o tribunal pode autorizar a saída. As instalações provisórias também vão precisar de algumas obras, como a colocação de vidros inquebráveis", disse França Jardim.E não são os únicos a fazer alterações. Segundo o responsável, "o Centro das Taipas vai iniciar obras na nova estrutura que vai ocupar e o espaço para onde irá a enfermaria forense deverá estar liberto em Janeiro. Mas não deverá estar em condições de receber os doentes antes do final de Fevereiro, início de Março", disse França Jardim, acrescentando que "o Ministério da Saúde solicitou pressa". [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Detidos com doenças mentais transferidos por atraso em obras
     
    December 4, 2010 at 2:54 AM
     
    Miguel Bombarda vai fechar e obras no novo edifício demoram mais um ano. Condenados sem segurança.O fecho do Hospital Miguel Bombarda, em Lisboa, vai obrigar a deslocar 76 doentes para outras instalações já no mês que vem. Destes, 32 são criminosos inimputáveis que estão internados sob apertada segurança, já que a unidade é a única no País com capacidade para internar os doentes mais perigosos. Mas o edifício que os detidos deveriam ocupar no Parque Saúde não está pronto para os receber porque as obras não foram feitas. Devido a este atraso, os inimputáveis vão ter de ocupar parte do pavilhão onde funciona o Centro das Taipas, que também precisa de obras para os acolher."Em 2009 sugerimos que se encontrasse uma solução para 44 doentes residentes (ver caixa) e financiamento por parte do ministério para fazermos obras e instalar a enfermaria forense. Houve um atraso muito grande na autorização do financiamento. Mais de um ano", disse ao DN França Jardim, administrador e director clínico do Centro Hospitalar Psiquiátrico de Lisboa (CHPL), do qual faz parte o Miguel Bombarda.No total são 76 doentes que têm de sair do hospital psiquiátrico, que foi vendido em 2009 à Estamo, uma empresa pública, por cerca de 25 milhões de euros. Embora estivesse previsto para o final deste ano, aquela unidade mental só ficará completamente desocupada em Janeiro de 2011. Caso isso não aconteça, o Estado será obrigado a pagar uma indemnização à Estamo, valor que corresponde a uma percentagem do preço pelo qual o edifício foi vendido.Razões pelas quais os 32 inimputáveis considerados perigosos - cuja média de internamento é de cinco anos - vão ser transferidos provisoriamente para parte do edifício onde está o Centro das Taipas. Mudança que obriga a mais obras. "Os doentes que estão na enfermaria forense sofrem de quadros psicóticos e estão a cumprir penas superiores a três anos por agressão, lenocínios e outros crimes. Estão em regime fechado, com regras de segurança, e só o tribunal pode autorizar a saída. As instalações provisórias também vão precisar de algumas obras, como a colocação de vidros inquebráveis", disse França Jardim.E não são os únicos a fazer alterações. Segundo o responsável, "o Centro das Taipas vai iniciar obras na nova estrutura que vai ocupar e o espaço para onde irá a enfermaria forense deverá estar liberto em Janeiro. Mas não deverá estar em condições de receber os doentes antes do final de Fevereiro, início de Março", disse França Jardim, acrescentando que "o Ministério da Saúde solicitou pressa". [...] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Solicitadores elegem hoje presidente entre três candidatos
     
    December 4, 2010 at 2:52 AM
     
    Os solicitadores elegem hoje o novo presidente da instituição que os representa e lhes regula a profissão
    LUSA 
     
       
       
         
         
        Solicitadores elegem hoje presidente entre três candidatos
     
    December 4, 2010 at 2:52 AM
     
    Os solicitadores elegem hoje o novo presidente da instituição que os representa e lhes regula a profissão
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        PJ descobre fraude informática no sector da restauração
     
    December 3, 2010 at 12:54 PM
     
    A Polícia Judiciária (PJ) desvendou uma fraude informática na área da restauração que provocou prejuízos para o Estado no valor de 12 milhões de euros. O programa informático de nome «Sim Sim» era usado para o deve e haver dos restaurantes, mas também para a manipulação das contas.
    Este software «esquecia-se» de declarar os dados para o fisco, 12 milhões de euros em IRC e IVA ficaram por arrecadar. Esta Operação Self-Service da Unidade Nacional de Combate à Corrupção estava em campo há três anos. Fez 26 buscas, dezenas de inquirições e meia centena de arguidos.A partir de Janeiro os restaurantes são obrigados a ter este género de software certificado. <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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    « Responder #30 em: 06-12-2010 , 16:15 »

    Espanha processa um quinto dos controladores aéreos
     
    December 5, 2010 at 8:15 AM
     
    As autoridades aeronáuticas espanholas abriram processos disciplinares a 442 controladores aéreos do país – um quinto do total -, devido à greve “selvagem” (sem aviso prévio legal) que causou o caos aéreo em Espanha e outros países.

    “Agora há que fazer justiça. [A greve] não pode ficar impune”, disse hoje o ministro espanhol do Fomento, José Blanco, ao fazer um balanço da situação nos aeroportos, que estão a regressar à normalidade.

    Os processos disciplinares serão conduzidos caso a caso, com resultados possíveis desde a ausência de sanções até ao despedimento.

    A greve “selvagem” teve início na sexta-feira e foi encerrada com a intervenção militar, depois de o Governo espanhol ter decretado, ontem, o “estado de alarme” no país.

    Depois de dois dias de caos nos aeroportos espanhóis e de outros países europeus, incluindo Portugal, a situação está a regressar à normalidade. Dos 296 controladores aéreos escalados para trabalhar esta manhã, apenas dez faltaram, por razões justificadas.

    Até às 10h30 de hoje, foram realizados 657 voos em Espanha, entre chegadas e partidas. Mas ainda assim, 107 voos foram cancelados. A empresa espanhola de aeorportos e navegação aérea (AENA) prevê que se efectuem hoje 4060 voos.

    Em Portugal, onde ontem foi cancelada mais de uma centena de voos, os aeroportos estão a operar normalmente. Apenas duas ligações para Madrid estão canceladas, no aeroporto do Porto – uma partida às 17:05 e uma chegada às 20:05.
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        Subdirector-geral da Administração da Justiça demitiu-se
     
    December 5, 2010 at 5:21 AM
     
    O subdirector-geral da Administração da Justiça demitiu-se com duras críticas à atribuição a privados do desenvolvimento dos sistemas informáticos dos tribunais e à transferência de competências e funcionários para o Instituto de Tecnologias de Informação da Justiça (ITIJ).Na carta de demissão, entregue no final da semana passada ao ministro da Justiça e a que a Lusa teve acesso, Fernando Sousa Marques considera que a opção de entregar o desenvolvimento das aplicações informáticas dos tribunais em regime de ‘outsourcing’ “não serve os interesses” da Justiça e do país.

    “Continuo a pensar que desenvolver aplicações informáticas para os tribunais em regime de outsourcing total não serve os interesses, nem da Justiça, nem do país e é susceptível de agravar o défice orçamental do MJ [Ministério da Justiça]”, refere Fernando Sousa Marques, referindo-se à entrega da tradução do sistema informático da Justiça (CITIUS) à empresa Critical Software.

    Na carta, entregue depois de ter sido anunciada na terça-feira a demissão do responsável máximo da Direcção Geral da Administração da Justiça (DGAJ), Fernando Marques considera “um erro” a forma como foi decidida e concretizada a transferência das competências e meios ao nível da informática daquela direcção geral para o ITIJ.

    “A transferência de atribuições e competências da DGAJ para o ITIJ, com a dimensão projectada, sem um ponderado faseamento e sem a audição e participação prévias de todos os stakeholders e, particularmente, de quem conhece o “negócio” (...) e que, durante anos, desenvolveu as principais aplicações para os tribunais, é um erro que está assinalado e descrito em qualquer bom manual sobre Gestão da Mudança”, escreve.

    Fernando Marques faz ainda alusão a um processo interno de averiguações que lhe terá sido movido pelo secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária por causa das suas críticas a esta transferência de competências e meios, dizendo que foi “injustamente acusado” de preparar uma “sublevação” entre os oficiais de justiça da Divisão de Sistemas de Informação.

    A propósito deste processo, refere que foi concluído há meses e que não teve até agora conhecimento do desfecho. Fernando Sousa Marques diz igualmente que havia já decidido demitir-se assim que ficasse concluída a transferência de funcionários para o ITIJ.  [...] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Cheques sem provisão diminuem 22% em 2010
     
    December 5, 2010 at 2:46 AM
     
    Com a sua utilização em queda, é igualmente menor o uso indevido do cheque. Até Outubro, os montantes sem cobertura ascenderam a 1,19 milhões de euros.Os portugueses estão a ser cada vez mais cumpridores no uso do cheque. Até Outubro de 2010, os cheques sem provisão caíram 22% face ao período homólogo de 2009, de acordo com os dados disponibilizados pelo Banco de Portugal.Nos primeiros dez meses deste ano, os montantes transaccionados com este meio de pagamento, mas que efectivamente não tinham provisão, ascenderam a 1,19 milhões de euros, abaixo dos 1,52 milhões que se encontravam na mesma situação até Outubro do ano passado. Em termos unitários, estes valores corresponderam a 408 mil cheques sem provisão emitidos este ano, contra 545 mil no mesmo período de 2009.Esta queda significativa no uso fraudulento do cheque encontra várias explicações. A quebra no consumo interno será porventura uma das mais importantes, mas a cada vez menor utilização deste meio de pagamento também tem um forte peso. Com efeito, os portugueses preferem cada vez mais fazer os seus pagamentos com cartão de débito ou de crédito em vez de cheque, uma tendência que se acentuou ao longo da última década, altura em que deixámos de ser os "campeões" do uso dos cheques na Europa, para passarmos a liderar destacados na utilização do cartão (ver texto em baixo). Em 2000, os portugueses passaram 356,2 milhões de cheques, contra 160 milhões no ano passado. Os montantes pagos reduziram-se 532 mil milhões em 2000, para 336,7 mil milhões no ano passado.Por outro lado, a descriminalização do cheque sem provisão até aos 150 euros levou a que muitos estabelecimentos deixassem de aceitar este meio de pagamento, limitando o seu uso. Constar na lista dos utilizadores de cheques que oferecem risco - a LUR ou "lista negra" do Banco de Portugal, como é mais conhecida - é um factor que entra em linha de conta, quando se trata de definir o perfil de risco de consumidor no momento de pedir um crédito, o que leva igualmente a uma menor prática desta infracção.No entanto, os pagamentos regulares com cheques continuam a movimentar muitos milhões em Portugal, sendo, a seguir às transferências a crédito, os que maiores valores envolvem. No ano passado, este meio serviu para pagar 336,7 mil milhões de euros de todo o tipo de transacções, sendo essencialmente usado para compras de maior valor. Mas estes montantes têm vindo a cair fortemente, provando o cada vez menor uso do cheque: em 2008, tinham pago 385,8 mil milhões e em 2007, 412,2 mil milhões de euros.As transferências a crédito são, contudo, o principal meio para efectuar pagamentos no que respeita a transacções de grande valor e ainda de vencimentos. Em 2009, pagaram 1,5 biliões de euros, valor igual ao de 2008. [...] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Polícias fazem serviço ilegal de guarda-costas
     
    December 5, 2010 at 2:43 AM
     
    Agentes a fazer serviço de guarda-costas são cada vez mais, desrespeitando as normas legais
    Há cada vez mais polícias a fazer serviço ilegal como guarda-costas durante os períodos de descanso, denunciou, ao JN, o líder da Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada. Os sindicatos vêem nos salários baixos dos agentes os motivos para o fenómeno.
    O alerta de Ricardo Vieira, presidente da Associação Nacional de Agentes de Segurança Privada (ANASP), surge a propósito de uma área de negócio emergente, a formação de guarda-costas, mas que, para este responsável, acaba por sofrer a concorrência directa dos elementos da PSP e da GNR, se bem que, segundo fontes bem colocadas, seja na PSP que a situação é mais crítica. "Os polícias não ganham o suficiente e depois fazem estes trabalhos fora das horas de serviço", ilustra a fonte.No entender de Ricardo Vieira, "não há mercado para tantos guarda-costas nem se justifica tanta formação, mas muito menos quando elementos de autoridade controlam praticamente este tipo de serviços. Há civis a gastar 2500 euros nesses cursos, mas na grande maioria dos casos acaba por ser dinheiro deitado à rua". Ricardo Vieira acrescenta que a ANASP já chamou a atenção para esta "ilegalidade", através de ofícios para a Direcção Nacional da PSP, a entidade a quem cabe a fiscalização da actividade da segurança privada, mas "até agora nenhum passo foi dado".Ricardo Vieira salvaguarda, no entanto, que o próprio departamento da PSP que tem o encargo da fiscalização da segurança privada "não está preparado para este tipo de trabalho", dado o carácter reservado que este serviço encerra. Por outro lado, segundo fontes policiais adiantaram ao JN, "é muito difícil fazer prova de que um agente pratica esta ilegalidade. Seria preciso provar que houve pagamento pelo serviço".Os agentes policiais estão inibidos por lei de exercer qualquer actividade remunerada de segurança fora do âmbito das instituições onde servem, mas a Associação Sindical dos Profissionais da Polícia (ASPP) - instada, pelo JN a fazer um comentário-, admite essa realidade. "É natural, face aos salários tão baixos, mas não desejável que aconteça, mas não conhecemos casos concretos", salvaguarda Paulo Rodrigues, presidente da ASPP, acrescentando, no entanto, que já recebeu alertas nesse sentido da ANASP. "É normal que face a uma criminalidade mais sofisticada e violenta haja mais procura desses serviços e é natural que um elemento da PSP esteja melhor preparado. Mas, repito, não o deve fazer". [...] <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Alteração EMJ/EMP: Tribunal de Contas critica Governo
     
    December 5, 2010 at 2:40 AM
     
    O Tribunal de Contas (TC) enviou ao Ministério da Justiça um parecer muito crítico sobre a proposta do Governo para alterar os estatutos dos juízes e dos magistrados do Ministério Público, acusando o Executivo de ’apoucar e aviltar’ os magistrados.
     Â«As alterações vão todas num único sentido: restringir os direitos consolidados, reduzir as componentes do sistema retributivo de forma desproporcionada e infundamentada, apoucar e aviltar a condição e o estatuto do magistrado nivelando-o pelo estatuto da Administração Pública» – conclui o tribunal presidido por Guilherme de Oliveira Martins. O TC lamenta ainda que o Governo queira de forma apressada, alterar todo o regime jurídico e a filosofia do estatuto sócio-remuneratório dos magistrados juízes e dos magistrados – ao contrário do que sempre se verificou no passado, em que os estatutos foram sempre «alteradas, de forma global e coerente, em processos legislativos alongados e amplamente participados». Recorde-se que, a pretexto das restrições orçamentais, o Ministério da Justiça quer restringir o subsídio de renda de casa (775 euros, que passa a ser tributados), bem como as condições de acesso à reforma dos magistrados. Segundo o SOL apurou, o TC informou o Ministério da Justiça de que não prescindia de se pronunciar sobre a proposta. O parecer foi dado pela comissão permanente do TC, composta pelo presidente, pelo vice-presidente e pelos juízes-conselheiros que presidem à s secções do tribunal ‘Iniquidades’ Na exposição de motivos da proposta, o Governo justifica a opção de mexer agora nos estatutos dizendo que esta é a única forma «para que os magistrados sejam abrangidos por medidas de contenção orçamental similnres à s que a outros titulares de órgãos de soberania são aplicáveis sem tal necessidade». «A Comissão Permamente (do TC) sublinha, em consonância com as orientações e princípios adoptados internacionalmente, que o estatuto remuneratório dos magistrados deve adequar-se à exigência e responsabilidades da função judicial num Estado de Direito» afirma-se no documento. Fazendo questão de explicar e relembrar ao Governo as razões históricas do subsídio de renda de casa, o TC diz mesmo que a proposta do Governo na parte da jubilação «vem provocar iniquidades e discriminações intoleráveis» Sol | 03.12.2010<a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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        Eleições da Câmara dos Solicitadores
     
    December 5, 2010 at 2:39 AM
     
    Em eleições realizadas no sábado, dia 4 de Dezembro, para os órgãos da Câmara dos Solicitadores,  foi eleito para Presidente  para o triénio 2011 / 2013, José Carlos Resende, líder da lista B (Solicitador em Viana do Castelo), com 1024 votos dos 1772 que exerceram o direito de voto.  Por sua vez, o novo Presidente do Conselho de Especialidade de Agentes de Execução é Carlos de Matos (Solicitador em Lisboa).     Resultados das Eleições para os Órgãos Nacionais: 
     Ã“rgãos Nacionais
     Votos= 1772
     Nulos= 159
     Brancos = 62
     Lista A =  337
     Lista B =  1024
     Lista C = 190 Órgãos Eleitos Assembleia Geral
     Presidente:  Silva Queiroz - Cédula 898 (Vila Franca de Xira)
     1ª Secretário: Babo Ribeiro - Cédula 804 (Marco de Canavezes)
     2º Secretária: Dina Matos - Cédula 1999 ( Lisboa) Presidente da Câmara dos Solicitadores:
     José Carlos Resende - Cédula 1132  (Viana do Castelo)
     
     Conselho Geral
     Presidente:  José Carlos Resende - Cédula 1132  (Viana do Castelo)
     1º Vice-Presidente: Paulo Teixeira - Cédula  1660 (Matosinhos)
     2º Vice-Presidente: Idalina Carreira - Cédula 2148 (Lisboa)
     Secretária: Edite Gaspar - Cédula  1898  (Lisboa)
     Tesoureiro: João Capítulo - Cédula 1546 (Sesimbra)
     Vogais:
     João Coutinho - Cédula 1708 (Figueira da Foz)
     Júlio Santos - Cédula 1867 (Silves)
     Luis Teixeira - Cédula 2849  (Lousada)
     Ana Rucha - Cédula 2769 (Arruda dos Vinhos)
     Carla Carlão - Cédula 3915 (Porto)
     Armando A. Oliveira  - Cédula 2111 (Braga)  Conselho Superior
     Presidente: António Brás Duarte - Cédula 1553 (Lisboa)
     Vice-Presidente: Jorge Cerdeira Gil - Cédula 1194 (Évora)
     Secretária: Daniel Sales - Cédula 2576 (Viana do Castelo)
     Vogais:
     Miguel Ângelo Costa - Cédula 1180 (Barcelos)
     Palmira Valério- Cédula 2310 (Arraiolos)
     Maria de Lurdes Paiva - Cédula 2248 (Lamego)
     Elisabete Pinto - Cédula 2611 (Porto)
     Conceição Roldão Santos - Cédula 3154 (Marinha Grande)
     Jorge Lapa - Cédula 1554 (Coimbra)   Conselho de Especialidade de Agentes de Execução
     Descrição dos votos:
     Votos= 564
     Nulos= 45
     Brancos = 23
     Lista A =  214
     Lista B =  282
     Presidente: Carlos de Matos - Cédula 1603 (Lisboa)
     Vice-presidente: Celeste Chorão Peres - Cédula 1482 (Loures)
     Secretário: Manuel Jesus Moreira - Cédula  3124 (Braga)   <a href="Nao lhe e permitido visualizar Links.
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    « Responder #31 em: 08-12-2010 , 18:10 »

    Ministério da Justiça “tem um problema de financiamento” sem solução à vista
     
    December 7, 2010 at 2:29 PM
     
    O ministro da Justiça assegurou hoje que “não há qualquer problema com pagamento de salários”, mas admitiu que o ministério “tem um problema de financiamento” e que o défice da tutela atinge os 170 milhões de euros.

    Alberto Martins garantiu esta tarde no Parlamento que o despacho conjunto com o Ministério das Finanças, que cancelou a aquisição de bens e serviços nos tribunais e conservatórias, traduz “um esforço suplementar de contenção de despesas”. A justificação do ministro da Justiça já tinha sido dada num comunicado enviado às redacções antes da audição do governante na Comissão de Assuntos Constitucionais, requerida de urgência pelo CDS-PP.

    Martins negou que o ministério tenha “qualquer problema com o pagamento de salários”, mas assumiu que existe “um problema de financiamento”: “O défice financeiro do Ministério é de 170 milhões de euros”, afirmou, ressalvando, porém, estar “animado” em resolver este “problema crónico” da tutela. À saída da audição, Martins referiu ainda desconhecer o valor do défice deste ano, embora tenha frisado que em 2011 espera “ter uma situação de sustentabilidade financeira”.

    Quanto às demissões na Direcção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ) e à exoneração do secretário de Estado da Justiça, João Correia – todos os deputados, com a excepção dos socialistas, questionaram os motivos destas saídas em apenas uma semana –, Alberto Martins desvalorizou o assunto, optando por sublinhar que a nova equipa da DGAJ “tem uma visão mais moderna e mais eficaz” que poderá beneficiar o sector. “É uma nova fase, uma nova orientação que queremos aprofundar”, disse, pedindo a distribuição aos deputados dos currículos da nova equipa, liderada pelo juiz desembargador Pedro Lima Gonçalves.

    Martins negou ainda tratar-se de uma “semana negra” e refutou as críticas de João Correia (que disse que não se revê na cultura da Justiça promovida pelo PS): “Não há guerra de culturas na Justiça e não há qualquer dúvida na orientação do Ministério. Trata-se de uma cultura que acolheu todos os contributos e valores do mundo judiciário. Não há nas instituições da Justiça um fosso cultural ou um muro de Berlim”, replicou. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Ministério da Justiça nega “dificuldades orçamentais para pagar salários”
     
    December 7, 2010 at 11:48 AM
     
    O Ministério da Justiça assegurou hoje que o despacho que cancela todas as despesas de aquisição de bens e serviços “não visa quaisquer dificuldades orçamentais com o pagamento de salários por parte do Ministério da Justiça”, mas sim “um esforço suplementar da política de contenção de despesas assumida pelo Governo”, segundo um comunicado.

    Com data de 19 de Novembro, o despacho a que o PÚBLICO teve acesso suspende todas as aquisições nos tribunais e conservatórias – a não ser para o normal funcionamento dos serviços – para “assegurar assegurar os recursos necessários à satisfação dos compromissos previstos para Dezembro de 2010 em matéria de despesas com pessoal”. O despacho foi assinado em conjunto com o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos.

    O comunicado emitido hoje informa que estão impedidas as aquisições de bens e serviços (“viagens, acções de formação e pareceres”) bem como de bens de capital (“exemplo mobiliário) com o “consequente reforço “ das despesas com pessoal. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Tribunal europeu condena Estado português a pagar 83 mil euros ao PÚBLICO
     
    December 7, 2010 at 9:30 AM
     
    O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem deu razão ao PÚBLICO no chamado caso das dívidas fiscais do Sporting e condenou o Estado português a pagar uma indemnização de 83 mil euros ao jornal. Em causa estava uma notícia publicada em 2001, sobre dívidas fiscais do Sporting. Na edição de 22 de Fevereiro, o PÚBLICO noticiou que o clube de Alvalade estava em dívida com o Fisco, por uma verba de 460 mil contos (cerca de 2,3 milhões de euros), situação que o Sporting negou, alegando que todas as suas verbas em atraso tinham sido abrangidas pelo chamado Plano Mateus, um programa excepcional de regularização de dívidas.

    O Sporting recorreu aos tribunais para defender o seu bom-nome, mas o Tribunal de primeira instância ilibou o PÚBLICO e os jornalistas José Manuel Fernandes, João Ramos de Almeida, António Arnaldo Mesquita e José J. Mateus, sentença que viria a ser confirmada pelo Tribunal da Relação de Lisboa, em 19 de Setembro de 2006.

    Em Março de 2007, no entanto, o Supremo Tribunal de Justiça inverteu a decisão, condenando o jornal ao pagamento de 75 mil euros ao Sporting, por afectação negativa do seu crédito e bom-nome, considerando que, numa situação que considerou como "fluida" quanto à existência da dívida fiscal, "não havia concreto interesse público na divulgação do que foi divulgado.”

    O PÚBLICO recorreu depois para o Tribunal Europeu do Direitos do Homem, que agora deu razão ao jornal.

    Num acórdão divulgado nesta terça-feira, o tribunal sediado em Estrasburgo defende que o artigo em causa era “manifestamente de interesse geral” e considera que o jornal tinha uma “base factual suficiente para publicar o artigo”, incluindo um documento das Finanças com o valor em dívida.

    O TEDH refere ainda que “nada leva a pensar" que o jornal “faltou aos seus deveres e responsabilidades (...) ou que não agiu no respeito da deontologia jornalística”.

    Além disso, o tribunal considera que a indemnização imposta pelo Supremo Tribunal de Justiça ao jornal (e que foi paga e não será reavista) “não respeitou o justo equilíbrio exigido”. [...] Público

     
     
       
       
         
         
        "Cobrar dívidas em tribunal pode demorar cinco anos"
     
    December 7, 2010 at 5:01 AM
     
    Cobrar uma dívida pela via judicial, através da chamada acção executiva, pode levar até cinco anos. Só a autorização de tribunal para penhorar um depósito bancário leva, em média um ano.

    O mesmo período que é preciso esperar para que o juiz autorize o solicitador de execuções a arrombar a porta de um devedor mas que se recusa sempre a receber a ordem de penhora e não tem rendimentos conhecidos. Os exemplos são dados por José Carlos Resende, novo presidente da Câmara dos solicitadores eleito no passado fim-de-semana que, no entanto, sustenta que o panorama “já foi muito pior”.

    [...] Jornal de Negócios 
     
       
       
         
         
        Ministério da Justiça suspende compras para poder pagar salários de Dezembro
     
    December 7, 2010 at 3:17 AM
     
    Um despacho conjunto da Justiça e das Finanças mandou suspender a aquisição de bens e serviços e usar essa verba para reforçar dotações de despesas com pessoal.

    O Ministério das Finanças mandou suspender a aquisição de bens e serviços para poder pagar os salários de Dezembro aos funcionários do Ministério da Justiça. A decisão consta de um despacho a que o PÚBLICO teve acesso assinado em conjunto pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, e pelo ministro da Justiça, Alberto Martins, a 19 de Novembro.

    "Para assegurar os recursos necessários à satisfação dos compromissos previstos para Dezembro de 2010 em matéria de despesas com pessoal (...), torna-se imprescindível adoptar medidas de forte contenção da despesa em outras rubricas não essenciais ao funcionamento normal dos serviços", lê-se no início do despacho.

    Os dois ministros determinam que os serviços do Ministério da Justiça - que incluem tribunais e conservatórias - não possam comprometer-se com a aquisição de "bens e serviços" e de "bens de capital".

    O mesmo despacho determina ainda que os saldos apurados nessas duas rubricas - aquisição de bens e serviços, bem como aquisição de bens de capital - "devem ser utilizados para reforçar" as dotações de despesas de pessoal. Em caso de ter de se assumir um "novo compromisso" financeiro, tem que se pedir uma autorização excepcional que só pode ser dada pelos ministros da Justiça e das Finanças.  [...] Público 
     
       
       
         
         
        Mais de 40% dos desempregados não recebe subsídio
     
    December 7, 2010 at 2:48 AM
     
    Mais de 239 mil desempregados não recebem prestações. O número voltou a bater recordes. O número de pessoas sem emprego e sem subsídio continua a aumentar. Em Outubro, apenas 57,5% dos desempregados inscritos nos centros de emprego - ou seja, mais de 239 mil pessoas - tinham acesso a um dos quatro tipos de prestações de desemprego. Em Setembro, o valor da taxa de cobertura ficou abaixo dos 60%, batendo recordes desde, pelo menos, 2005. Mas Outubro volta a superar valores. Assim, dos 550.846 desempregados inscritos nos centros de emprego, apenas 316.695 recebiam prestações associadas, de acordo com os dados recentemente publicados pela Segurança Social. Mas a taxa de cobertura ainda poderá ser inferior (52%) se tivermos em conta todo o universo de desempregados apurados pelo Instituto Nacional de Estatística - 609,4 mil no terceiro trimestre. [...] Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Finanças decidem quais os reformados que ficarão em funções no Estado
     
    December 7, 2010 at 2:44 AM
     
    Os reformados da Segurança Social ou com pensões pagas por fundos de pensões de entidades públicas que queiram continuar a trabalhar em organismos e empresas do Estado terão que pedir autorização ao ministro das Finanças e escolher entre o salário e a pensão.

    Em causa poderão estar trabalhadores de serviços públicos, mas também dirigentes de empresas públicas, institutos, entidades reguladoras, entre outros.

    A medida consta de um diploma que está para ser promulgado pelo Presidente da República e que prevê que estes reformados a desempenhar funções em empresas públicas, entidades reguladoras ou outros organismos do Estado deixem de poder acumular salário e pensão, ao contrário do que acontece agora, em que não é necessária qualquer autorização, nem há qualquer proibição de acumular as duas remunerações por inteiro.

    "Não tendo os beneficiários das pen- sões da Segurança Social ou das pensões pagas por entidades gestoras de fundos de pensões de entidades públicas a respectiva autorização, terão os mesmos de a solicitar para poderem continuar a exercer funções em regime de acumulação a partir de 2011", precisou ao PÚBLICO fonte oficial do Ministério das Finanças.

    De acordo com fonte próxima do processo, o diploma que altera o Estatuto da Aposentação - e que operacionaliza e clarifica a proibição de acumular pensões com salários pagos por organismos ou empresas públicas prevista na Lei do do Estado - deverá entrar em vigor ainda em Dezembro. Nessa altura, os reformados da Segurança Social e dos fundos de pensões terão um prazo para pedir a autorização e para escolherem qual das duas remunerações querem receber.  [...] Público 
     
       
       
         
         
        Juiz desembargador Pedro Lima Gonçalves toma posse como diretor-geral da Administração da Justiça
     
    December 7, 2010 at 2:39 AM
     
    O juiz desembargador Pedro Lima Gonçalves toma hoje posse como novo diretor-geral da Administração da Justiça, cabendo-lhe substituir José António Rodrigues da Cunha, que se demitiu do cargo na semana passada. O magistrado Pedro Lima Gonçalves desempenhava as funções de inspector-geral da Justiça. Além de José António Rodrigues da Cunha, demitiu-se também na semana passada o subdiretor-geral da Administração da Justiça, Fernando Sousa Marques, logo após a saída do secretário de Estado da Justiça, João Correia. Expresso
     
     
       
       
         
         
        Saiba quanto vai pagar de IMI em 2011
     
    December 7, 2010 at 2:36 AM
     
    Dos 292 municípios que já comunicaram à Direcção-Geral dos Impostos as taxas de IMI a cobrar em 2011, 176 avisaram que vão cobrar a taxa mais elevada e apenas 11 optaram por aliviar a carga discal dos munícipes. A lei permite que os municípios fixem a sua taxa de IMI para os prédios não avaliados num intervalo entre 0,4 e 0,7%. Numa tentativa de fixar população, as taxas mais baixas são normalmente escolhidas no interior do País.Confira aqui a taxa de IMI do seu munícipio


     
     
       
       
         
         
        Falta de pessoal afecta cobrança de receita na Segurança Social
     
    December 7, 2010 at 2:31 AM
     
    A contenção de admissões e o elevado número de aposentações na administração pública, em 2009, provocaram escassez de pessoal no Instituto de Segurança Social (ISS), que afectou a cobrança e dificultou o cumprimento das metas fixadas pelo Governo no plano de combate à fraude e evasão contributivas. Estas são as principais conclusões do relatório de auditoria do Tribunal de Contas ao controlo operacional do ISS, recentemente publicado. A auditoria, feita a pedido da Comissão de Orçamento e Finanças da Assembleia da República, ao abrigo da lei de enquadramento orçamental, incidiu sobre os três departamentos do ISS com responsabilidade no controlo operacional: o Departamento de Gestão Financeira (DGF), o de fiscalização (DF) e o Gabinete de Auditoria e Qualidade (GAQ). [...] Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Mão pesada contra corrupção entre empresas
     
    December 7, 2010 at 2:27 AM
     
    O Grupo de Estados Contra a Corrupção (Greco) recomenda a Portugal, em relatório aprovado na sexta-feira, que puna com penas mais pesadas a corrupção em negócios feitos entre empresas privadas. O objectivo principal é tornar a concorrência mais sã.

    A recomendação consta do relatório daquela entidade, criada pelo Conselho da Europa, que incide sobre o tema da criminalização da corrupção em Portugal - o segundo relatório aprovado diz respeito a financiamento político. O documento ainda não foi divulgado, mas o JN teve acesso às conclusões. Numa delas, o Estado português é desafiado a "aumentar as molduras penais relativamente à corrupção no sector privado e ao tráfico de influências, com o objectivo de assegurar sanções eficazes, proporcionais e efectivas".
    O Greco sugere que Portugal acompanhe a tendência internacional - da última década, sobretudo - que harmoniza as penas previstas para a corrupção nos sectores privado e público. Se anteriormente se aceitava a ideia de que os estados não tinham de intrometer-se no que se passava entre empresas privadas, hoje é do entendimento das instâncias europeias que o direito penal também deve punir subornos pagos ou recebidos por membros dessas empresas, tanto mais quanto essa actuação possa distorcer a concorrência empresarial.
    A lei n.º 20/2008 já criminaliza a corrupção passiva no sector privado, mas fá-lo com penas leves. [...] Jornal de Notícias 
     
     
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    « Responder #32 em: 09-12-2010 , 18:29 »

    Alberto Martins reforça poder de José Magalhães
     
    December 8, 2010 at 9:55 AM
     
    Depois da demissão em bloco da Direcção-Geral da Administração da Justiça (DGAJ), em desagrado pela transferência da gestão da informática dos tribunais do organismo para o Instituto das Tecnologias de Informação da Justiça (ITIJ), o ministro da Justiça esclareceu que os serviços vão ficar sob responsabilidade de José Magalhães, secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária. Alberto Martins fez o anúncio ontem depois de dar posse à nova equipa gestora da DGAJ presidida agora pelo juiz desembargador Lima Gonçalves. À tarde, o governante esteve na Assembleia da República a negar que o ministério esteja com dificuldades em pagar os salários de Dezembro aos seus funcionários. "A DGAJ necessita de uma nova atitude de diálogo, de trabalho, de relacionamento, de organização, de produção em rede", disse Alberto Martins na tomada de posse do substituto do juiz José António Rodrigues da Cunha que pediu a demissão a 31 de Novembro. O ministro desvalorizava assim a polémica demissão que surgiu, conforme tinha adiantado o DN, pela divergência entre o então secretário de Estado da Justiça, João Correia, que se demitiu a 19 de Novembro, e José Magalhães, relativamente à gestão informática dos tribunais: o primeiro defendia que permanecesse na DGAJ, onde se encontravam os funcionários que inventaram o Habilus, a primeira aplicação informática da justiça; o segundo, por seu lado, promoveu a alteração da lei orgânica do ITIJ, transferindo para este organismo aquele serviço que irá ser desenvolvido por empresas privadas. José Magalhães ganhou, e João Correia demitiu-se. Em seguida bateram com a porta os directores da DGAJ. O subdirector demitido, Fernando Marques, explicou, em carta ao ministro, que "desenvolver aplicações informáticas para os tribunais em regime de outsourcing total não serve os interesses, nem da Justiça nem do País, e é susceptível de agravar o défice orçamental do MJ". Foi de défice orçamental que o ministro foi falar ao Parlamento, ontem à tarde, a requerimento do CDS-PP. Alberto Martins negou que haja no ministério um problema com os salários de Dezembro, mas admitiu haver um "problema financeiro" no sector, com o défice a chegar aos 170 milhões de euros. José Magalhães, por seu lado, explicou que o outsourcing no ITIJ se justifica pela dificuldade em a "prata da casa" [...] Diário de Notícias 
     
       
       
         
         
        Governo quer ligar salário à produtividade do trabalho
     
    December 8, 2010 at 4:43 AM
     
    Os contratos de trabalho individuais, de empresa e sectoriais devem passar a incluir um ponto no qual se estabelece, de forma clara, que o salário do trabalhador depende directamente da sua produtividade ou da qualidade do seu trabalho.

    Segundo o “Diário de Notícias”, esta será uma das propostas que estará em cima da mesa no encontro de hoje à tarde entre o primeiro-ministro, José Sócrates, e as duas centrais sindicais, CGTP e UGT.

    Já a liberalização dos despedimentos, através da redução significativa das indemnizações, não está a ser equacionada, refere o jornal.

    Segundo o DN, o Governo pretende lançar uma resposta política às pressões crescentes para que Portugal avance para a liberalização dos despedimentos, reduzindo, por exemplo, os custos com indemnizações, como recentemente pediram economistas do Fundo Monetário Internacional (FMI). A Comissão Europeia e o Banco Central Europeu também pressionam nesse sentido.

    Em alternativa, o Executivo vai consultar os sindicatos sobre a proposta de indexação salarial à produtividade, algo que promete levantar muita polémica já que a medição da produtividade efectiva de um trabalhador é algo complexo, senão mesmo impossível, em muitos casos. [...] Jornal de Negócios

     
     
       
       
         
         
        Menos 25 mil a receber RSI desde a nova lei
     
    December 8, 2010 at 3:46 AM
     
    Os beneficiários do rendimento social de inserção já começaram a sentir os efeitos das novas regras: encolheram para 364 mil em Outubro, menos 32 500 que em Janeiro.Desde que as novas regras de acesso às prestações sociais entraram em vigor, o número de beneficiários do rendimento social de inserção (RSI) baixou em quase 25 mil até Outubro. Se em Julho os que recebiam aquela prestação se contavam em 389 mil, a partir daí deu-se uma contínua redução, até que, no fim de Outubro, ficaram reduzidos a 364 mil, menos 6,4%. Mas a tendência deverá manter-se, tendo em conta que o Governo começou em Novembro a chamar os beneficiários para acções de formação em competências básicas, sob pena de perderem o direito à prestação, ao mesmo tempo que anunciou um reforço da fiscalização.Para aquela quebra nos beneficiários contribuiu a entrada em cena de uma nova forma de calcular o rendimento per capita, que baixa a valoração, para efeitos de apoio, ao segundo adulto e terceiro filho da família. Por outro lado, o Governo alterou também o conceito de agregado familiar, que passa a considerar todos os que vivem em economia comum com o beneficiário, assim como o rendimento começou a englobar apoios à habitação ou bolsas de estudo. Todas as alterações somadas originam não só uma redução dos beneficiários elegíveis, como também uma redução dos valores pagos por agregado. Até Setembro, a Segurança Social já contabilizava uma poupança na ordem dos dez milhões de euros.Analisando os dez primeiros meses do ano, registam-se menos 32 507 beneficiários em Outubro face a Janeiro. Já se a comparação for entre Outubro e o mesmo mês do ano passado, a redução é menor, de cerca de 17 800. Até porque, este ano - com o agudizar da crise e o fim de muitas prestações de desemprego - estava a registar--se uma tendência crescente no número de beneficiários. [...] Diário de Notícias 
     
       
       
         
         
        «Maior Simplex de sempre» com 121 autarquias e 727 medidas
     
    December 8, 2010 at 3:44 AM
     
    A terceira edição do Simplex Autárquico, que decorre em 2010/11, conta com a adesão do dobro das autarquias em relação ao programa de 2009/10 e com 727 medidas de simplificação administrativa, anunciou hoje o Governo. A edição 2009/2010 do Simplex Autárquico -- com a participação de 60 autarquias e 291 medidas de simplificação administrativa -- teve uma taxa de execução global de 80, 56 por cento, tendo as medidas intersectoriais tido uma execução de 100 por cento, as municipais de 83 por cento e as intermunicipais de 41 por cento. Para 2010/2011, o número de câmaras municipais participantes no Simplex Autárquico duplica, passando a ser 121 autarquias, e são 727 as medidas de simplificação administrativa previstas, sendo o objetivo do Governo, de acordo com a apresentação do programa, concretizar «o maior Simplex de sempre», fazendo «melhor gastando menos, eliminando tarefas inúteis e libertando recursos para o que realmente importa aos cidadãos».Diário Digital / Lusa 
     
       
       
         
         
        Provedor de Justiça contraria agentes da PSP
     
    December 8, 2010 at 3:14 AM
     
    Provedoria entende que corte de suplementos remuneratórios do GOE e do Corpo de Intervenção não viola Constituição.O provedor de Justiça considera que "não existem fundamentos para requerer a inconstitucionalidade" do novo quadro legal de suplementos remuneratórios, que extinguiu alguns desses subsídios aos agentes do Grupo de Operações Especiais (GOE) e do Corpo de Intervenção (CI).Alfredo José de Sousa recebeu várias participações de agentes daquelas subunidades especiais da PSP, alegando que esta nova legislação, que entrou em vigor no início do corrente ano (Decreto-Lei 229/2009), violava um "princípio fundamental da Constituição, no seu artigo 13.º: o princípio da igualdade". Os agentes alertavam para o facto de, com a aplicação do novo regime, haver casos de agentes nas mesmas funções a auferir remunerações globais distintas. Haveria até situações em que, de acordo ainda com as exposições recebidas na Provedoria, que agentes com mais antiguidade tinham ficado a receber menos do que os mais novos.Mas o entender do provedor não foi esse. Segundo o parecer de Alfredo Sousa, a que o DN teve acesso, é certo que "após a vigência do Decreto-Lei 229/2009 dois elementos da PSP em situação similar poderão surgir enquadrados por suplementos remuneratórios distintos, desde logo, se à data da entrada em vigor das soluções legais pertinentes integravam universos distintos de destinatários das normas: os que a 1 de Janeiro de 2010 já exerciam as referias funções e os que vieram a exercê-las depois".Ou seja, os que exerciam as funções operacionais antes e que ainda as exercem continuam a receber os suplementos anteriores. Os novos operacionais do GOE e do CI passam a receber, de acordo com o novo regime, cerca de 460 euros. Mesmo que um operacional mais antigo passe a auferir menos que um mais recente, "não poderá argumentar-se", concluiu o Provedor, que haja "violação de igualdade". [...] Diário de Notícias 
     
       
       
         
         
        Tribunais e prisões são as áreas da Justiça que estão a ser mais atingidas com os cortes orçamentais
     
    December 8, 2010 at 3:10 AM
     
    O despacho de 18 de Novembro, assinado pelos ministros das Finanças e da Justiça, é muito claro. Até final do ano estão proibidas todas as compras de bens e serviços, bem como as aquisições de bens de capital.

    Os casos excepcionais terão de ser autorizados pelos dois ministros. Alberto Martins garantiu ontem na Assembleia da República, numa audição urgente pedida pelo CDS, que o Ministério da Justiça tem dinheiro para pagar os salários de Dezembro e que o despacho visa impedir gastos desnecessários dos serviços do Ministério da Justiça, uma prática habitual em todo o Estado sempre que se aproxima o fim do ano.As cadeias acompanham o clima de austeridade generalizada e estão a registar um aumento de tensão interna devido a quebras no abastecimento de medicamentos, comida e outros bens essenciais. O CM sabe que tem havido protestos generalizados da população prisional e que o clima está "de cortar à faca" em algumas cadeias. No Estabelecimento Prisional de Sintra têm sido frequentes os protestos dos reclusos, tal como noutros pontos do País. A agravar esta situação, há ainda a possibilidade de uma greve dos guardas prisionais, que protestam contra a suspensão das promoções. JUÍZES ANALISAM ESTATUTOA Associação Sindical dos juízes Portugueses analisa no próximo dia 18, em assembleia geral extraordinária, a proposta do Governo de alteração ao Estatuto dos Magistrados Judiciais. A proposta implica uma nova redução remuneratória para os juízes a acrescer àquela já aprovada no Orçamento do Estado, o que se traduz numa diminuição líquida média dos vencimentos de 18,74%.  A Associação Sindical dos juízes Portugueses analisa no próximo dia 18, em assembleia geral extraordinária, a proposta do Governo de alteração ao Estatuto dos Magistrados Judiciais. A proposta implica uma nova redução remuneratória para os juízes a acrescer àquela já aprovada no Orçamento do Estado, o que se traduz numa diminuição líquida média dos vencimentos de 18,74%.  "NOVA ATITUDE DA DGAJ" [...] Correio da Manhã
     
     
       
       
         
         
        Tribunal de Fafe sem procuradores há quase um mês
     
    December 8, 2010 at 3:06 AM
     
    O Tribunal Judicial de Fafe está a funcionar, há cerca de um mês, sem procuradores-adjuntos do Ministério Público, levando a atrasos nas resoluções dos vários processos que se vão acumulando nos gabinetes. Alguns deles podem mesmo prescrever. Das três procuradoras-adjuntas do Ministério Público colocadas no Tribunal de Fafe nenhuma está, de momento, a exercer funções já que se encontram de baixa médica. A situação tem motivado o adiamento de muitos julgamentos e o pouco que se vai fazendo naquele tribunal é despachado por procuradores que vêm das comarcas de Guimarães e Felgueiras para resolver os processos mais prementes. "Se for para uma diligência urgente ou ouvir alguém que esteja detido, tem vindo um procurador de outras comarcas, mas os processos normais dos juízos estão praticamente parados", confirmou, ao JN, Orlando Carvalho Leite, presidente da delegação concelhia da Ordem dos Advogados. Durante o dia de ontem, o Tribunal de Fafe teve a presença dos representantes do Ministério Público, já que tiveram lugar diligências processuais que envolviam menores, que têm carácter de urgência. No entanto, a ausência das três procuradoras tem feito fluir menos o trabalho no Palácio da Justiça fafense, já que os processos que dependem directamente do despacho do Ministério Público têm ido "para a gaveta" e decorrem apenas as diligências que podem ser efectuadas pelos oficiais de justiça. A baixa médica das três magistradas não foi pedida em simultâneo mas coincidem há cerca de um mês e não há perspectivas balizadas para o termo da ausência. Segundo apurámos, uma das magistradas está grávida e as outras duas apresentam um quadro clínico "incapacitante para a actividade". [...] Jornal de Notícias
     
     
     
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    « Responder #33 em: 10-12-2010 , 21:17 »

    Iraniana condenada à morte por apedrejamento terá sido libertada
     
    December 9, 2010 at 2:52 PM
     
    Comité Anti-lapidação diz estar a aguardar uma confirmação. A iraniana Sakineh Mohammadi-Ashtianti, condenada à morte por apedrejamento, foi libertada, segundo o Comité Internacional Anti-lapidação, com sede na Alemanha. O seu caso mobilizou a comunidade internacional.

    Para além de Sakineh Mohammadi-Ashtianti foi também libertado o seu filho e o advogado, adiantou à AFP Mina Ahadi, porta-voz do Comité Anti-lapidação. “Recebemos a informação do Irão de que foram libertados”, adiantou. “Esperamos agora uma confirmação.

    Aparentemente, será difundido à noite um programa de televisão e só então teremos a certeza a 100 por cento. Mas sim, entendemos que ela foi libertada, juntamente com o seu filho e advogado”.

    Sakineh foi condenada à morte por dois tribunais diferentes em 2006, acusada de ter estado envolvida na morte do seu marido. Foi condenada à morte por apedrejamento mas, em 2007, após a apresentação de recurso, outro tribunal decidiu condená-la a dez anos de prisão. No entanto, um outro tribunal de recurso manteve a pena de morte por lapidação relativa ao crime de adultério.

    A divulgação deste caso, em Julho, por organizações de defesa dos direitos humanos, gerou uma forte reacção de vários países e organizações que apelaram à anulação da sentença.

    Uma das primeiras reacções à notícia da libertação veio do ministro dos Negócios Estrangeiros italiano, Franco Frattini, que disse que, a confirmar-se a informação, é “um belo dia para os direitos humanos”. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Corrupção/reacção do DCIAP: É crucial uma base de dados do Banco de Portugal
     
    December 9, 2010 at 12:50 PM
     
    A directora do Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP)considerou esta quinta-feira de "extrema importância", para combater o crime económico, a base de dados de contas bancárias do Banco de Portugal que estará disponível em Junho de 2011.A procuradora-geral adjunta Cândida Almeida falava, em Loures, no seminário "Reflexões Sobre o Crime de Corrupção", na Escola de Polícia Judiciária, realizado a propósito do Dia Internacional Contra a Corrupção, que hoje se assinala. O Banco de Portugal (BP) vai ter disponível uma base de dados com cerca de 35 mil contas bancárias que servirá de instrumento de investigação para a Polícia Judiciária (PJ) e para o Ministério Público. "Haver uma base de dados, uma concentração de informação é importantíssima e é uma das ansiedades minhas que é partilhada por quem trabalha na investigação deste tipo de crimes", confessou.A magistrada deu como exemplo os meses que se perdem actualmente para obter informações bancárias cruciais para a investigação. "Agora, um magistrado tem de pedir ao Banco de Portugal que oficie aos bancos a perguntar se determinados indivíduos têm contas bancárias. Entre o BP remeter para os diversos bancos e receber a resposta passam no mínimo oito meses", explicou Cândida Almeida.Passados oito meses sem que nada seja feito na investigação, adiantou a magistrada, é que começam a ser realizadas as perícias, análise e cruzamento de dados. Juntamente com a base de dados, Cândida Almeida considerou também "fundamental" mais meios humanos para o DCIAP -- o departamento do MP que investiga os crimes mais graves e complexos -, que actualmente tem ao seu serviço apenas 11 magistrados. A magistrada admitiu que as poucas condenações existentes por corrupção é uma "frustração para quem investiga". Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Outsourcing coloca justiça nas mãos dos privados
     
    December 9, 2010 at 12:48 PM
     
    Uma auditoria realizada ao Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça conclui que o organismo pode perder o controlo de alguns sistemas informáticos desenvolvidos no seu seio, por empresas privadas. Faz ainda notar que uma fatia muito significativa dos contratos de outsourcing existentes no instituto foi firmada em procedimentos de ajuste directo.

    As conclusões da Inspecção-geral dos Serviços de Justiça são publicadas esta manhã pelo Jornal de Notícias. O documento analisou 20 contratos de valor superior a 50 mil euros, num total de 2,2 milhões de euros, e refere "algumas fragilidades" no planeamento e modelo de contratação externa do organismo, que acabam por conduzir a "contratações pontuais e avulsas" que nem sempre têm permitido "uma gestão racional dos recursos humanos e financeiros". Reconhece-se o valor do outsourcing, pela capacidade de fornecer ao ITIG "o acesso a capacidades e competências altamente especializadas" mas recomendam-se para o futuro "procedimentos mais transparentes".

    Os auditores também recomendam um equilíbrio entre recursos da casa e recursos externos, para evitar a perda de controlo de sistemas de informáticos desenvolvidos com recurso à contratação externa, algo que não é praticado actualmente. À data da análise, o ITIG tinha ao serviço 117 informáticos de 27 empresas privadas e dos seus 104 efectivos só meia centena estava associada às actividades informáticas.

    O documento ainda frisa que nos 20 contratos de outsourcing analisados, apenas dois foram celebradas como culminar de procedimentos de concurso público. Dezasseis foram firmados por ajuste directo, um foi negociado sem publicação prévia e um outro assumiu a forma de "contrato excepcionado".

    O relatório assume também que "nalguns projectos, o ITIJ não detém recursos internos que garantam a manutenção e o controlo dos sistemas de produção, bem como o acompanhamento e monitorização das actividades desenvolvidas pelos recursos externos", mas sublinha que nestes casos criam-se "situações de dependência técnica e de eventual perda de conhecimento e controlo destes sistemas", que são em regra de "natureza crítica e sensível". Tek 
     
       
       
         
         
        Guardas prisionais queixam-se da falta de 1500 efectivos e páram de 15 a 19
     
    December 9, 2010 at 12:30 PM
     
    Cada guarda prisional faz mensalmente cerca de 50 horas de trabalho extraordinário que não são remuneradas. Segundo revelaram ao PÚBLICO os dirigentes do Sindicato Nacional do Corpo da Guarda Prisional (SNCGP) faltam, nas 49 cadeias e mais duas estruturas onde desempenham funções, 1500 guardas.

    “Actualmente existem 4.400 guardas prisionais para 51 espaços [49 são prisões]. É um número muito diminuto, mesmo tendo em conta que já foi aceite a abertura de um concurso para mais 300 efectivos”, disse o presidente do SNCGP, Jorge Alves. De acordo com o mesmo responsável, “com o actual quadro de pessoal, cada dois guardas estão a desempenhar o trabalho de três e esse trabalho não é pago”.

    Este tipo de problemas, segundo revelou ainda Jorge Alves, levou recentemente o sindicato a convocar uma greve. O primeiro período da paralisação deveria começar amanhã e prologar-se até dia 13, enquanto o segundo deveria decorrer entre os dias 15 e 19 deste mês. Estas paragens foram ontem desconvocadas. “A Direcção Geral dos Serviços Prisionais satisfez algumas das exigências. Aceitou subir de escalão cerca de 1800 guardas e promover 116”, adiantou o presidente do sindicato.

    Há, no entanto, um terceiro período de greve que ainda se mantém. Os guardas prisionais têm marcada greve para o período compreendido entre os dias 15 e 19 deste mês. Esta paragem só não se efectuará se, no dia 14, na sequência de uma reunião com responsáveis do Ministério das Finanças, forem dadas garantias de que serão desbloqueadas reivindicações que se prendem com a aplicação do estatuto profissional, com a pré-aposentação, com a atribuição do subsídio de turno, que apesar de previsto não é pago e, por fim, com a abertura de um concurso para admissão de mais efectivos. [...] Público 
     
       
       
         
         
        CDL organiza IV Semana de Advogar pela Cidadania
     
    December 9, 2010 at 11:32 AM
     
    A iniciativa conta com um programa de conferências e com a 5ª edição do Dia da Consulta Jurídica Gratuita. O evento decorre de 13 a 17 de Dezembro e apresenta várias iniciativas. No dia 13, pelas 17:00, o lançamento do Livro do CDL e no dia 14 a conferência “A Crise Financeira, Económica e de Valores – Ética e Transparência das Organizações e Combate à Corrupção”.

    No dia 15, e como acontece desde 2006, o Conselho Distrital de Lisboa da Ordem dos Advogados (CDL) organiza o Dia da Consulta Jurídica Gratuita, em estreita relação com advogados e advogados estagiários, que se disponibilizam para prestarem consultas jurídicas gratuitamente. À semelhança dos anos anteriores, também esta edição conta com o alto patrocínio do Presidente da República.

    Ainda no dia 15 o Conselho associa-se ao Instituto Português de Sangue e ao Centro Nacional de Dadores de Células de Medula Óssea, Estaminais ou de Sangue do Cordão na realização de uma sessão de colheita de sangue e uma sessão de registo de dadores de medula óssea.

    No penúltimo dia do evento, pelas 18:00 horas realizar-se-á a conferência “Globalização, Construção Europeia, Regionalização e Poder Local – a Prevalência do Direito Comunitário face ao Direito Interno dos Estados e os fenómenos da descentralização e da desconcentração”. CDL da Ordem dos Advogados 
     
       
       
         
         
        Penas de até oito anos pedidas para controladores aéreos espanhóis
     
    December 9, 2010 at 10:28 AM
     
    As autoridades espanholas vão pedir penas de até oito anos de prisão para os controlares aéreos que participaram na greve súbita da semana passada por um presumível delito de sedição.

    O procurador-geral Cándido Conde-Pumpido explicou que a situação pode ser comparável a um abandono de um hospital por todos os médicos, deixando sem cuidado todos os doentes, e que a lei prevê para esses casos o “delito de sedição”, segundo o diário espanhol "El País". A pena, segundo o diário "El Mundo", é de 3 a 8 anos de prisão.

    A greve da semana passada provocou o caos em Espanha, com os controladores aéreos a decidirem paralisar sem pré-aviso.

    Segundo o procurador-geral, há mais de 20 processos abertos em todo o país e envolvendo mais de 400 pessoas acusadas. Não é claro ainda se haverá um processo para cada aeroporto – a decisão da distribuição dos casos ainda não foi tomada. segundo o diário "El Mundo".

    Enquanto isso, o primeiro-ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, foi hoje ao Congresso explicar as medidas que adoptou na sequência da paralisação dos controladores. Zapatero indicou que depois de ter sido decretado o "estado de alarme", os controladores estavam sob controlo do Exército e podem assim ser penalizados pelo delito de sedição previsto no Código penal militar.

    Paralização contra falta de condições de saúde

    Na semana passada, perto de 2400 controladores aéreos abandonaram o trabalho, sem pré-aviso e maciçamente, no primeiro dos cinco dias da "ponte" do feriado da Constituição. Em pouco mais de uma hora, o espaço aéreo espanhol fechou. Cerca de 600 mil passageiros que viajavam nesse dia ficaram seus reféns.  [...] Público 
     
       
       
         
         
        PJ apreende cocaína avaliada em 19 milhões de euros
     
    December 9, 2010 at 10:25 AM
     
    A Polícia Judiciária (PJ) anunciou hoje, no âmbito do combate ao tráfico internacional de droga, a apreensão de 335 embalagens de cocaína (376 quilos), avaliada em 19 milhões de euros e suficiente para quase 3,8 milhões de doses individuais. "Com a adição de substância de corte, quer as doses quer os montantes poderiam triplicar no mercado", precisa um comunicado policial.No âmbito da operação, a PJ deteve, na zona de Oeiras, dois portugueses - um de 62 e outro de 64 anos - que integrariam o segmento nacional da organização envolvida neste caso de narcotráfico. A droga foi apreendida, "após um apurado trabalho de investigação", ao ser transportada num veículo automóvel de mercadorias previamente alugado, esclarece a PJ. A viatura continha no espaço de carga doze mochilas, devidamente seladas com cabo em aço, no interior das quais estava acondicionada a droga.A droga seria originária da Colômbia e destinar-se-ia à Europa e particularmente a Espanha. Diário de Notícias

     
     
       
       
         
         
        Dos seis megaprocessos de corrupção em curso, só um se encontra em fase de julgamento
     
    December 9, 2010 at 2:53 AM
     
    Nunca terá havido tantos megaprocessos de corrupção em curso ao mesmo tempo. Os casos mais mediáticos envolvem empresas ou aquisições do Estado e personalidades do campo político e económico-financeiro.

    Na sua maioria, as investigações foram desencadeadas por denúncias e/ou auditorias. O mais antigo destes processos conta já com seis anos em fase de investigação, a primeira etapa de um processo-crime.

    O mais recente é o Taguspark: aberto em final do ano passado, está em fase de audiências de instrução. O único em julgamento é o que envolve Oliveira e Costa, ex-administrador do BPN.

    Processo BPP

    Início: final de 2008

    Fase actual: inquérito

    Resumo das suspeitas: práticas dos crimes de falsificação de documento, abuso de confiança, branqueamento de capitais, fraude fiscal.

    Os arguidos: João Rendeiro e dois ex-gestores da sua equipa, Paulo Guichard e Salvador Fezas Vital, Mário Sampaio, cliente do banco e ligado à holding pessoal de João Rendeiro, e um advogado do escritório de José Miguel Júdice que era advogado do BPP (e é ainda de João Rendeiro) e foi ex-presidente da mesa da assembleia geral da Privado Holding, dona do BPP.

    O caso: a abertura da investigação aconteceu após a intervenção do Banco de Portugal (BdeP), destinada a evitar a falência. O processo envolve mais de cem testemunhas que têm estado a ser ouvidas. Em Abril deste ano o BdP retirou a licença para o BPP operar.

    Operação Furacão

    Início: 2004

    Fase actual: investigação

    Resumo das suspeitas: fraude fiscal, falsificação de documento e abuso de confiança

    Os arguidos: cerca de 300, entre pessoas individuais e empresas, entre os quais vários bancos

    O caso: uma fiscalização de rotina de funcionários da administração fiscal de Braga a uma empresa de Barcelos esteve na origem da Operação Furacão, que saltou para a ribalta, quando há seis anos procuradores do Departamento Central de Investigação e de Acção Penal realizaram buscas a cinco bancos e a diversas sociedades de advogadas especializadas no chamado "planeamento fiscal". Em causa a maior evasão de capitais da história judicial portuguesa. Usando firmas sedeadas em paraísos fiscais e facturas falsas, foram levadas para fora do país várias centenas de milhões de euros. O Ministério Público já promoveu a suspensão provisória do processo a arguidos que repuseram a verdade fiscal, permitindo recuperar mais de cem milhões de euros de impostos.

    Caso BPN [...] Público 
     
       
       
         
         
        Só houve 50 condenados a prisão efectiva por corrupção numa década
     
    December 9, 2010 at 2:48 AM
     
    Procuradores queixam-se da falta de peritos e de acesso directo a bases de dados. Agravamento das penas em vigor em Março.
    Na última década foram aplicadas 50 penas de prisão efectiva aos 549 condenados por crimes de corrupção nos tribunais de primeira instância. Os dados do Ministério da Justiça, que se reportam a 2000-2009, não permitem perceber se os arguidos chegaram a cumprir alguma pena, já que normalmente recorrem para os tribunais superiores que, por vezes, alteram a decisão. Mas permitem concluir que a grande maioria das condenações é de pena suspensa.

    Exemplo disso são os números relativos ao ano passado. Dos 69 condenados por corrupção, nove foram de prisão efectiva. A Direcção-Geral dos Serviços Prisionais não esclareceu, contudo, quantos reclusos estão a cumprir pena nas cadeias. Outros 29 condenados foram sujeitos a pena de prisão suspensa e quatro a multa. A estas condenações somam-se mais 703 (47 de prisão efectiva) no mesmo período por crimes de peculato ou participação económica em negócio, ilícitos associados à corrupção.

    Entre 2005 e 2009, registou-se um aumento da condenação média por crimes de corrupção, que durante a última década se fixou em 55 condenações por ano. Nos primeiros cinco anos deste século, a média ficou-se pelas 48 condenações, subindo para 61 nos últimos cinco anos. A tendência mantêm-se nos crimes de peculato e participação económica.

    Mas será que a subida das condena-?ções significa um aumento da corrupção? Para 83 por cento dos portugueses, a corrupção piorou e 75 por cento acreditam que a sua luta é ineficaz (eram 64 por cento em 2007). São dados do Barómetro Global da Corrupção divulgados pela Transparência Internacional a propósito de hoje se comemorar o Dia Internacional de Combate Contra a Corrupção.

    A directora do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP)de Lisboa, Maria José Morgado, diz que a corrupção evoluiu em Portugal como um fenómeno viral. "Metastizou as funções do Estado social, da justiça, da economia", afirma. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Famílias pagam mais IVA e IRS a partir de 2011
     
    December 9, 2010 at 2:46 AM
     
    Além dos cortes salariais, os impostos também vão pesar no orçamento das famílias já a partir de Janeiro, com especial destaque para o IVA e para o IRS. 1 - IVA passa a 23%
    O Governo aumentou a taxa normal do IVA, de 21% para 23%. Desta forma o aumento atinge produtos como a roupa, calçado, tabaco, produtos de cosmética, o preço dos carros, entre outros, pelo que há já muitos consumidores a antecipar a compra de bens duradouros, de forma a escapar ao aumento do IVA a 1 de Janeiro. O Executivo de Sócrates aumentou ainda alguns produtos que estavam até aqui sujeitas à taxa mínima de 6% ou intermédia, de 13%. Esta foi aliás uma das maiores batalhas durante a negociação do Orçamento do Estado para o próximo ano (OE/11) entre o Governo e o PSD. O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, acabou por ceder e o PSD conseguiu manter os óleos alimentares e o leite com chocolate com IVA a 6%. [...] Diário Económico 
     
       
       
         
         
        Governo aposta em despedimentos mais baratos
     
    December 9, 2010 at 2:42 AM
     
    Baixar o custo das indemnizações por despedimento foi a principal ideia deixada ontem por Sócrates na reunião com os sindicatos. Revisão do código laboral não mexerá no despedimento individual.O Governo quer discutir com os sindicatos e patrões formas de baixar o custo das indemnizações pagas aos trabalhadores em caso de despedimento. Esta foi uma das propostas de maior alcance que ontem o primeiro-ministro deixou em cima da mesa, na reunião que teve com as confederações sindicais no âmbito da sua Agenda para o Crescimento e o Emprego. Para além disso, o Executivo anunciou a intenção de rever alguns aspectos do Código do Trabalho, mas em questões que não alteram as leis relativas ao despedimento colectivo, individual com ou sem justa causa.Mas, na prática, se a fórmula de cálculo das indemnizações se alterar - actualmente fixada num mínimo de um salário por cada ano de trabalho -, os despedimentos ficam mais facilitados, na medida em que passam a ser menos onerosos para as empresas. E, por essa via, mesmo que não se altere a lei dos despedimentos, o Governo atenderá a uma das recomendações que têm sido feitas quer por Bruxelas quer pelo FMI e pela OCDE. A UGT, que foi recebida às 18.00, em São Bento, mostrou-se aberta a discutir alterações ao Código do Trabalho, mas apenas mediante propostas concretas, que ontem não foram apresentadas na reunião com o Governo, e "desde que estejam presentes o reforço da negociação colectiva, o reforço da fiscalização à aplicação das leis laborais e o combate à precariedade". João Proença manifestou-se igualmente receptivo a discutir o sistema de pagamento de indemnizações em caso de despedimento, embora considerando que essa não é uma questão central do mercado de trabalho. [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Portugueses elegem classe política como a mais corrupta
     
    December 9, 2010 at 2:40 AM
     
    A maioria dos portugueses (83%), considera que a corrupção piorou em Portugal desde 2007, e 75% classificam como ineficaz o combate por parte do Governo. No ranking dos menos honestos, a classe política surge à cabeça. Professores, militares e religiosos são apontados como os menos corruptos.Os dados surgem no Barómetro Global da Corrupção 2010, uma sondagem mundial que hoje, Dia Internacional de Combate contra a Corrupção, é divulgada pela Transparency International. A instituição inquiriu mais de 91 mil pessoas em 86 países e territórios. As suas atenções estiveram centradas nas práticas de pequeno suborno, nas avaliações que os cidadãos fazem sobre o desempenho das instituições públicas, e na sua percepção no que respeita à eficácia do combate à corrupção."Este agravamento das percepções domésticas sobre corrupção resulta, por um lado, de uma maior e mais frequente exposição mediática de escândalos de corrupção envolvendo líderes políticos e altas figuras do sector financeiro e, por outro lado, de uma perceptível ineficácia do combate à corrupção." A explicação é de Luís de Sousa, presidente da Transparência e Integridade (TIAC), Ponto de Contacto da Transparency International em Portugal.O agravamento deste sentimento surge ancorado em práticas menos lícitas que os próprios inquiridos admitem praticar. Segundo o barómetro, 3% dos inquiridos portugueses afirmam ter pago um suborno nos últimos 12 meses. Este valor, porém, é quase insignificante quando comparado com o que se passa em países mais ricos da Europa, como Suíça, Reino Unido, Noruega, Holanda, Alemanha, Finlândia e Dinamarca. Para Luís de Sousa, esta diferença "significa que o tipo de corrupção mais corrente na sociedade portuguesa não passa necessariamente pelo suborno, mas por formas mais subtis e prolongadas no tempo, como o pequeno tráfico de influências, vulgo 'cunha'".Por outro lado, são cada vez mais os portugueses (sete em cada dez) que consideram ineficaz a luta contra a corrupção por parte do Governo, passando de 64% em 2007 para 75% em 2010. Segundo a Transparency International, o aumento do sentimento da existência de corrupção e a ineficácia do seu combate reforçam a tendência de declínio de Portugal no Índice de Percepção da Corrupção (IPC) verificada nos últimos anos. O País, note-se, surge cada vez mais à cabeça dos mais corruptos.A realidade portuguesa é um reflexo de um sentimento expresso a nível mundial. Segundo o Barómetro, seis em cada dez pessoas em todo o mundo consideram que a corrupção aumentou, e uma em cada quatro admite ter pago subornos no último ano. [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Ajustes directos dominam informática da Justiça
     
    December 9, 2010 at 2:37 AM
     
    O Instituto das Tecnologias de Informação na Justiça (ITIJ) perdeu o controlo de sistemas informáticos desenvolvidos dentro das suas portas por empresas privadas. Estas, na sua grande maioria, foram contratadas por ajuste directo - sem concurso público.

    São conclusões que se retiram da última auditoria ao ITIJ, realizada pela Inspecção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ). A acção inspectiva, cujo "relatório preliminar" foi entregue à Assembleia da República, pelo secretário de Estado José Magalhães, na última terça-feira, analisou o "Recurso ao Outsourcing" por parte daquele instituto público. Para tanto, debruçou-se sobre o último trimestre de 2009, escrutinando uma amostra de 20 contratos de valor superior a 50 mil euros (total de 2,2 milhões), firmados com outros tantos fornecedores de serviços da área das tecnologias da justiça. Os inspectores que assinam a auditoria, Preciosa Passinhas e Miguel Sá Paes, referem que não era objectivo deles analisar os procedimentos adoptados pelo ITIJ para seleccionar as empresas de outsourcing. Mas os mapas anexados ao seu relatório, que o Ministério da Justiça disponibilizou ao JN, permitem verificar que, dos 20 contratos escrutinados, 16 foram celebrados por ajuste directo. Só em dois casos houve concurso público. E nos restantes dois houve uma "negociação sem publicação prévia de anúncio" e um "contrato excepcionado".A auditoria conclui que o planeamento e modelo de contratação externa do ITIJ revelam "algumas fragilidades", que conduzem à realização de "contratações pontuais e avulsas em função das necessidades casuisticamente identificadas". [...] Jornal de Notícias 
     
     
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    « Responder #34 em: 12-12-2010 , 22:50 »

    Telefones voltam a tocar nos tribunais de Loures e Torres Vedras
     
    December 11, 2010 at 2:05 PM
     
    Ministério da Justiça garante que nenhum tribunal ficará sem comunicações por falta de pagamento.

    As ligações telefónicas foram ontem repostas nos tribunais de Torres Vedras e de Loures e o novo responsável pela Direcção-Geral da Administração Judiciária (DGAJ) assegura que não será por falta de verbas que algum tribunal voltará a ficar privado de telefones. "Garanto que nenhum tribunal ficará sem comunicações para o exterior por falta de pagamento", disse à Antena1 o juiz desembargador Lima Gonçalves, que na última terça-feira foi empossado como responsável máximo da DGAJ.

    O novo director-geral confirmou também que só ontem (através da notícia do PÚBLICO, ver link) teve conhecimento do corte dos telefones em Torres Vedras e que tinham sido já efectuados os pagamentos em falta. Questionado pela jornalista daquela rádio sobre quando tal tinha acontecido, o juiz foi claro: "Hoje [ontem]. Foi hoje que a direcção-geral teve conhecimento da situação."

    Apesar disso, o Ministério da Justiça divulgou depois um esclarecimento público afirmando que o problema estava solucionado desde a véspera. "O Tribunal de Torres Vedras teve uma interrupção de fornecimento de telecomunicações, que já ontem [quinta-feira] estava solucionada.

    Tal deveu-se a deficiente reporte da situação pelo tribunal à DGAJ que, depois de detectada, foi rapidamente solucionada", assim reza o esclarecimento difundido ao final da manhã pelo gabinete de imprensa do Ministério da Justiça. O documento diz ainda que "no Tribunal de Loures os problemas registados são de origem técnica na PT, não se prendendo a interrupção de fornecimento de serviços com falta de pagamentos."

    De facto, quando foi divulgado o esclarecimento não estavam ainda repostas as ligações em nenhum dos dois tribunais, bem como as fontes contactadas pelo PÚBLICO em Loures garantem não ter ocorrido qualquer problema técnico. Segundo as mesmas fontes, terá sido mesmo um dos secretários judiciais que avançou com as verbas necessárias para o pagamento da factura em falta, tendo as ligações sido repostas ontem, já em cima da hora de almoço. [...] Público 
     
       
       
         
         
        Sócrates garante que despejo de inquilinos vai ser mais célere
     
    December 11, 2010 at 3:49 AM
     
    O primeiro-ministro, José Sócrates, garante, em entrevista à TSF e DN, que no âmbito da regeneração urbana que o Governo quer fazer, o despejo dos inquilinos vai ser mais célere.O primeiro-ministro afirmou também que acertou com os parceiros sociais lançar nos próximos dias uma agenda para o crescimento económico que consiste em aumentar as exportações, diminuir as importações, baixar os custos administrativos e combater a economia informal. José Sócrates promete também fazer as alterações legislativas que forem necessárias para apressar os efeitos da última revisão do código laboral. O chefe de Governo diz que o Executivo socialista está empenhado em garantir melhores condições de criação de emprego e promover a negociação ao nível das empresas. O primeiro-ministro disse ainda nesta entrevista à TSF e DN que tem a expectativa de que se consiga chegar a um acordo de concertação social até ao final do ano.Pode ouvir na íntegra a primeira parte desta entrevista a José Sócrates, este sábado, depois do noticiário das 11h00 na TSF ou ler na edição de amanhã do Diário de Notícias. A segunda parte estará disponível no domingo. TSF
     
     
       
       
         
         
        Banco de Portugal quer bancos sólidos
     
    December 11, 2010 at 3:46 AM
     
    Reforços de capital podem ajudar banca a enfrentar “choques adversos”. Os bancos podem ter de reforçar o seu capital face ao conjunto de desafios que vão enfrentar nos próximos tempos, disse o Banco de Portugal no seu último relatório de estabilidade financeira, divulgado no final de Novembro. O supervisor da banca levanta a questão dos reforços de capital, e dissocia-a de Basileia III que, a mais médio e longo prazo, também irá pressionar os bancos. O Banco de Portugal traz, assim, a novidade de dar a entender que o desafio de reforçar o capital pode vir a colocar-se bem antes de Basileia III chegar. [...] Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Mais de 700 pessoas passaram pelo controlo da PSP, ASAE e SEF no Martim Moniz
     
    December 11, 2010 at 3:25 AM
     
    Mais de 700 pessoas tiveram de passar pelo controlo da PSP e dezenas foram identificadas pelas entidades policiais, que detetaram "situações irregulares", no seguimento de uma ação policial com três outras entidades, que decorreu hoje no Martim Moniz, Lisboa.

    A PSP, a Autoridade da Segurança Alimentar e Económica (ASAE), o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) e a Inspecção Tributária iniciaram, por volta das 15:00, uma ação conjunta nos dois centros comerciais do Martim Moniz e em alguns estabelecimentos daquela Praça para "deter indivíduos em situação ilegal no país".

    Depois de cerca de duas horas de operação, a subcomissária da PSP Carla Duarte disse que, naquele momento, "foi possível controlar mais de 700 pessoas e identificar dezenas de indivíduos".
    O controle foi feito no próprio centro e estabelecimentos comerciais, à entrada, dado que "os polícias pediam a identificação e título de residência e não deixavam ninguém sair que não tivesse estes documentos", contaram algumas testemunhas.

    Os comerciantes que não tinham documentos eram encaminhados pelos agentes para a Praça do Martim Moniz, onde estavam dois "postos de controlo": um ponto móvel do SEF e outro da PSP (da divisão de investigação criminal) que permitiam "fazer o rastreio das pessoas" e ver, por exemplo, "quais os seus processos", explicou Carla Duarte. [...] SIC

     
     
       
       
         
         
        Ministro da Justiça garante sustentabilidade financeira em 2011
     
    December 11, 2010 at 3:17 AM
     
    Alberto Martins nega falta de verba para serviços da Justiça. O ministro da Justiça justificou ontem a falta de dinheiro dos tribunais de Torres Vedras e Loures para pagamento de despesas correntes - como telefone - com a recente mudança de gestão na Direcção-Geral da Administração da Justiça. Mas admitiu que há um problema de sustentabilidade financeira, que estará resolvido em 2011. "Houve atraso na regularização, que não foi feita a tempo, por causa da mudança de gestão na Direcção-geral", disse ao Diário Económico Alberto Martins. [...] Diário Económico
     
     
       
       
         
         
        Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados distingue Frei Bento Domingues
     
    December 11, 2010 at 3:13 AM
     
    Frei Bento Domingues, dominicano português, foi agraciado esta Sexta-feira com o prémio «Ângelo d'Almeida Ribeiro», atribuído pela Comissão dos Direitos Humanos da Ordem dos Advogados (CDHOA). A CDHOA distingue o “elevado mérito do trabalho desenvolvido em defesa dos Direitos Humanos”. A entrega decorreu, pelas 18h00, por ocasião do 62.º aniversário da Declaração Universal dos Direitos do Homem. O prémio «Ângelo d’Almeida Ribeiro» destina-se a distinguir anualmente as personalidades ou entidades nacionais que mais se tenham destacado na defesa dos direitos dos cidadãos. Frei Bento Domingues, o.p. , (Travassos, Vilar – Terras de Bouro, 1934). Entrou para o Noviciado na Ordem dos Pregadores (Dominicanos) em 1953. Estudou Filosofia e Teologia em Fátima, Salamanca, Roma e Toulouse. Como Assistente da Juventude da Igreja de Cristo Rei (Porto), em 1962 e 1963, foi responsável pela exposição, O mundo interroga o Concílio. Dedicou-se ao ensino e à investigação teológica desde 1965: foi professor no Instituto Superior de Estudos Teológicos (ISET), no Instituto de Psicologia Aplicada, no CRC (Cento de Reflexão Cristã), na Escola de Educadoras de Infância – Maria Ulrich – e director do Instituto de S. Tomás de Aquino (ISTA). Participou com D. Luís Pereira, Bispo da Igreja Lusitana, na primeira Conferência Ecuménica, em Portugal, organizada pela Cooperativa Pragma. Fez parte da equipa da publicação da tradução portuguesa da revista internacional, Concilium, a partir de 1965 e dos colóquios Concilium. Durante a década de 80 colaborou, na área da Teologia da Inculturação, em cursos de reciclagem de missionários e na preparação dos Animadores de Comunidades cristãs em várias dioceses de Moçambique. Ensinou Teologia no Seminário Maior de Luanda (Angola), no Centro Bartolomé de Las Casas (Cuzco – Perú) e na Universidade S. Tomás de Aquino (Bogotá – Colômbia). Participou na configuração do Centro de Pedro de Córdoba (Santiago do Chile), especializado no diálogo entre Teologia e Ciências Humanas, onde também ensinou; assim como na configuração do Centro de Teologia/Ciência das Religiões e da Licenciatura em Ciência das Religiões, da Universidade Lusófona, dos quais foi o primeiro Director. [...] Agência Ecclesia 
     
       
       
         
         
        Portugal é o terceiro país da Europa com mais trabalhadores precários
     
    December 11, 2010 at 3:09 AM
     
    Portugal é o terceiro país da União Europeia (UE), depois da Polónia e de Espanha, que apresenta a mais alta taxa de trabalhadores contratados a prazo, de acordo com os números avançados pelo Eurostat. De acordo com o gabinete de estatísticas europeu, Portugal tem 22 por cento da população empregada contratada a prazo, sendo apenas ultrapassado pela Polónia (26,5 por cento) e por Espanha (25,4 por cento). A média de trabalhadores com contratos a prazo (com mais de 15 anos) na União Europeia é de 13,5 por cento, enquanto na zona euro é de 15,2 por cento, acrescenta o relatório do Eurostat, que se baseia em dados de 2009. Visão 
     
     
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    « Responder #35 em: 13-12-2010 , 19:42 »

    Bravo Serra alerta para novo mapa judiciário sem condições
     
    December 12, 2010 at 8:41 AM
     
    O vice-presidente do Conselho Superior da Magistratura (CSM) alertou hoje que quando se quer fazer um novo mapa judiciário e «não são dadas condições» isso é o mesmo que «fazer um navio com buracos no casco». O juiz conselheiro Bravo Serra falava aos jornalistas à margem da Conferência «Tribunais e Cidadãos - Um Pacto de Confiança», promovida pela Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) e em que foi divulgado um relatório sobre o primeiro ano de existência das novas comarcas-piloto do novo mapa de reorganização judiciária. Bravo Serra salientou que, por muito «importante que seja no papel», os tribunais «não podem funcionar» devidamente sem funcionários judiciais, magistrados e instalações apropriadas e sem haver as verbas para o efeito.Diário Digital / Lusa 
     
       
       
         
         
        Exames psicológicos - Maiores de 65 anos com 65 por cento de chumbos na condução
     
    December 12, 2010 at 4:14 AM
     
    Chegar aos 65 anos não obriga automaticamente a fazer os testes psicológicos, mas dúvidas sobre idade ou álcool podem obrigar à sua realização.

    Nos testes psicológicos para renovação da carta de condução feitos pelo Laboratório de Psicologia do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres (IMTT) e destinados a candidatos com problemas físicos, psicológicos ou mentais, regista-se uma taxa de reprovação superior a 65 por cento em pessoas com mais de 65 anos, segundo dados revelados ao PÚBLICO pelo próprio IMTT.

    O Laboratório de Psicologia do IMTT (ex-Direcção-Geral de Viação) já fez cerca de 10 mil testes. Entre 1999 e 2009, a taxa de reprovação total foi de 24,8 por cento. Em 38,4 por cento dos 2480 "chumbos", o laboratório impôs ou sugeriu restrições e/ou adaptações à condução.

    Um português condutor ou candidato a condutor pode ser obrigado a fazer este teste psicológico. A sua realização é determinada por um delegado de saúde ou junta médica, pelos tribunais e ainda por "autoridade competente", quando se verifiquem "dúvidas sobre a aptidão física, mental ou psicológica" de um condutor para conduzir "em segurança".

    Os 65 anos de idade não obrigam a fazer testes psicológicos, bastando apenas um atestado médico nas idades previstas para renovação. As razões que podem conduzir à obrigatoriedade de fazer um exame psicológico no IMTT são muito diversas e incluem, sobretudo, dúvidas relacionadas com idade avançada, doenças físicas ou mentais, défices físicos ou intelectuais, comportamentos de dependência (álcool ou estupefacientes), contra-ordenações, crimes rodoviários e envolvimento em acidentes.
    [...] Público 
     
       
       
         
         
        Reclusos devem ter acesso "controlado e vigiado" à Internet
     
    December 12, 2010 at 4:11 AM
     
    Os reclusos portugueses deveriam ter acesso à Internet "de forma controlada e vigiada", conclui uma investigação a apresentar na segunda-feira na Universidade de Aveiro, no âmbito do mestrado em Comunicação e Multimédia. Um recluso com acesso à Internet, condicionado a uma "filtragem na navegação", teria "um maior sentimento de bem-estar e reforço da autoestima" e preparar-se-ia melhor para o retorno "pleno" a uma vida profissional "ativa e bem sucedida", sublinha a mestranda autora do trabalho, Daniela Graça, em declarações à agência Lusa. A autora defende mesmo que o recluso possa ligar-se à Internet para "estar informado ou em comunicação mais assídua com a respetiva rede social de apoio", ou seja, familiares e amigos. Visão 
     
       
       
         
         
        Greve na Polícia Judiciária
     
    December 12, 2010 at 3:19 AM
     
    Polícias ameaçam parar nos períodos pós-horário laboral, mas o ministério diz que as negociações estão em cursoA Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária (ASFIC/PJ) decretou uma greve por tempo indeterminado, com início na quarta-feira. Em comunicado, a ASFIC refere que greve decorrerá todos os dias úteis entre as 17.30 e as 9.00 e entre as 00.00 e as 24.00 nos fim-de-semana e feriados. O Ministério da Justiça (MJ) veio, entretanto, dizer que as negociações "ainda não estão fechadas" e que "tem vindo a dialogar" com a estrutura sindical.Carlos Garcia (na foto), presidente da ASFIC, em declarações ao DN, reconhece que tem havido reuniões. "Realizaram-se cinco, a primeira das quais com o próprio ministro (Alberto Martins). Mas, ainda que tenham admitido a justeza das novas reivindicações, nunca avançaram com uma contraproposta concreta", disse. São, sobretudo, dois os pontos que a ASFIC gostaria de ver resolvidos nas negociações: por um lado, que o MJ defina as condições de inserção dos polícias na Lei 12/A - que regula as carreiras dos funcionários públicos; e, por outro, que fique resolvida de uma vez por todas a remunerações das horas extraordinárias, sendo que, segundo Carlos Garcia, a ASFIC, face às dificuldades do País, admite estender até oito anos a aplicação das questões com impacto no Orçamento do Estado. Mas, até ao momento "não houve qualquer negociação digna desse nome", frisou o responsável. A greve abrange todo o trabalho polícias, "desde que não enquadrado nos regimes previstos de prevenção passiva, piquete, de acordo com os regulamentos pré-existentes, turnos e trabalho extraordinário", ordenado ou autorizado pelo director da PJ. [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        30 falsos enfermeiros de lares estão entregues à justiça
     
    December 12, 2010 at 3:08 AM
     
    O Ministério Público e os tribunais têm entre mãos mais de 30 casos de falsos enfermeiros em lares de idosos. "São casos em que consideramos que há pessoas a prestar cuidados sem terem as habilitações para o fazer e temos de os remeter para o Ministério Público", afirma Rogério Gonçalves, presidente do Conselho Directivo da região Sul da Ordem dos Enfermeiros. Situações que podem pôr em risco a saúde ou mesmo a vida de quem vive num lar.A falta de profissionais qualificados é um dos vários problemas associados aos lares de terceira idade, juntamente com a ausência de licenças para funcionamento. Ainda esta semana foram encontrados quatro cadáveres num lar na Charneca de Caparica, um estabelecimento que já estava sinalizado para encerrar, mas que ainda se mantinha em funcionamento.Um dos problemas muito associados às condições ilegais, mas que também se regista nos lares certificados, é a presença de falsos enfermeiros. "Os lares têm de ter sempre um enfermeiro responsável", refere a mesma fonte.No ano passado, estavam nove processos da região sul a ser investigados pelo Ministério Público, um número que aumentou este ano. "Os restantes casos não são todos de 2010. Apesar de ter havido mais denúncias, penso que casos novos serão 14 no máximo, já que os processos se prolongam no tempo". "Neste momento há mais de 30 na Justiça, apesar de estarem em diversas fases. Alguns estão ainda em análise no Ministério Público, outros estarão já em diversas fases no julgamento", refere. Os dados são apenas da região sul, a única com dados compilados. Apesar de diversas tentativas para apurar os dados nacionais, o DN não conseguiu contactar a assessoria do Ministério da Justiça até à hora de fecho.Trabalhava há anos num lar, estava inscrito na segurança social e passava recibos verdes como enfermeiro. [...] Jornal de Notícias 
     
     
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    « Responder #36 em: 15-12-2010 , 01:15 »

    Greve dos investigadores da PJ não afectará combate ao crime
     
    December 13, 2010 at 5:14 PM
     
    O secretário de Estado da Justiça, José Magalhães, mostrou-se hoje convicto de que a greve anunciada pelos funcionários de investigação criminal da Polícia Judiciária (PJ) para quarta-feira não irá interferir com o trabalho no combate ao crime.«É uma greve às horas extraordinárias e há outros mecanismos para garantir a vigilância e intervenção da PJ no combate ao crime, sobretudo ao crime violento. Seria impensável o contrário e a sua direcção [da PJ] está muito atenta», disse José Magalhães, em Lisboa, à margem de um seminário sobre criminalidade organizada.Para o secretário de Estado, não há dúvidas de que «os operacionais sabem distinguir a sua acção reivindicativa, nos termos da lei, do seu empenhamento no combate ao crime».José Magalhães lembrou ainda o «sucesso» da operação Noite Branca, no Porto, desencadeada num contexto similar.A Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal da Polícia Judiciária (ASFIC/PJ) decretou uma greve por tempo indeterminado, com início marcado para a próxima quarta-feira.A greve abrange todo o trabalho dos funcionários de investigação, «desde que não enquadrado nos regimes previstos de prevenção passiva, piquete, de acordo com os regulamentos pré-existentes, turnos e trabalho extraordinário», ordenado ou autorizado pelo director nacional da Polícia Judiciária.Segundo o secretário de Estado da Justiça, o valor das horas extraordinárias está sujeito às regras do Orçamento do Estado para 2011 em que, disse, «há uma redução remuneratória e há uma proibição de valorização remuneratória». Sol/Lusa
     
     
       
       
         
         
        Cavaco promulga lei do financiamento dos partidos
     
    December 13, 2010 at 11:01 AM
     
    O Presidente da República promulgou hoje a nova lei do financiamento dos partidos considerando que, apesar de incluir opções normativas "indubitavelmente questionáveis", "é imperativo" reduzir as subvenções públicas e os limites máximos dos gastos nas campanhas eleitorais."Não envolvendo o acto de promulgação de um diploma legal uma adesão a todas as soluções normativas nele inscritas, considero que a redução das subvenções públicas e dos limites máximos dos gastos nas campanhas eleitorais representa, na actual conjuntura, um imperativo à luz do qual se deve subordinar a consideração das diversas questões suscitadas pelo presente decreto", lê-se numa mensagem do chefe de Estado divulgada no site da Presidência da República. Diário de Notícias 
     
       
       
         
         
        Maria José Morgado: Política "miserabilista" põe em causa máquina judiciária
     
    December 13, 2010 at 10:56 AM
     
    A procuradora alertou hoje que o funcionamento dos tribunais, do Ministério Público e das polícias ficará em risco caso se mantenha a axtual "política miserabilista" do Governo para a área da justiça. "Se mantivermos esta política miserabilista de natureza bipolar em relação à justiça está posto em causa o funcionamento normal da máquina judiciária: tribunais, Ministério Público e polícias", afirmou a directora do Departamento de Investigação e Acção Penal de Lisboa, à margem de um seminário sobre criminalidade organizada. Segundo a procuradora-geral adjunta, a actual situação dos serviços da justiça já é grave. "Estamos em countdown [contagem decrescente] na área da manutenção em matéria de papel, tonner, fotocopiadoras, ou seja, em matéria de funcionamento da justiça no que representa resultados no combate ao crime e proteção de pessoas", denunciou. A directora do DIAP nega que colmatar estas necessidades possa ser considerado um privilégio. "Falo de justiça e não de privilégios, falo de responsabilidade, estado de direito, da proteção da comunidade", sustentou. Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Secretário de Estado desvaloriza problemas nos tribunais de Loures e Torres Vedras
     
    December 13, 2010 at 10:52 AM
     
    O secretário de Estado da Justiça e da Modernização Judiciária desvalorizou hoje os problemas que ocorreram recentemente em alguns tribunais, como a interrupção de fornecimento de telecomunicações, alegando que se trataram de "pequenas avarias ou erros de gestão". "Não misturemos os grandes problemas, para os quais precisamos até de consensos nacionais, como as reformas de grandes diplomas que complicam a vida dos cidadãos, das empresas, dos magistrados e dos funcionários, com pequenas avarias ou erros de gestão", disse à Lusa José Magalhães. Na passada semana alguns jornais noticiaram que os tribunais de Loures e Torres Vedras tinham ficado sem telefones devido à falta de pagamento. Visão 
     
       
       
         
         
        Crime organizado discutido hoje em Lisboa
     
    December 13, 2010 at 9:03 AM
     
    Políticos, magistrados e investigadores das diversas polícias debatem hoje em Lisboa o fenómeno da criminalidade organizada num seminário promovido pelo Observatório de Segurança, Criminalidade Organizada e Terrorismo (OSCOT).

    O tema reveste-se de grande actualidade e está na ordem do dia, dado que o crime organizado "é um fenómeno transnacional muito preocupante, mesmo em Portugal", diz José Manuel Anes, presidente do OSCOT. "O crime organizado, essa penetração subterrânea e silenciosa, é algo muito preocupante e o Observatório quer dar a sua contribuição, convidando políticos, magistrados e investigadores das diversas polícias", explicou à Lusa.

    Para José Manuel Anes, o crime organizado é um "fenómeno transnacional, mas também local, que tem aspectos muito violentos e visíveis, como assaltos e sequestros". Contudo, adiantou, este tipo de criminalidade violenta "alimenta-se" também de uma "actividade subterrânea que vai minando a sociedade e a sua economia".

    O seminário debate políticas públicas, o papel da magistratura, a investigação criminal e a criminalidade organizada. [...]

     
     
       
       
         
         
        Proposta é "uma completa falácia", diz Sindicato dos Oficiais de Justiça
     
    December 13, 2010 at 8:17 AM
     
    O presidente do Sindicato de Oficiais de Justiça considera uma "completa falácia" a proposta dos juízes, quanto à mobilidade destes funcionários e à sua avaliação por juízes presidentes das comarcas. "A mobilidade dos oficiais de justiça já é das mais latas da Administração Pública", disse, ao JN, Carlos Almeida, lembrando que a lei prevê que possam ser deslocados de um tribunal para outro, desde que a duração da viagem não ultrapasse 90 minutos."A questão da mobilidade não se coloca", conclui. Quanto à avaliação, lembra que o Conselho de Oficiais de Justiça, órgão a quem compete a avaliação dos funcionários judiciais, é presidido pelo director-geral dos Serviços Judiciários, coadjuvado por um juiz, como vice-presidente, mais dois juízes dos tribunais judiciais e administrativos e um magistrado do Ministério Público. Dos cinco oficiais de justiça que o integram, só quatro são escolhidos pelos seus pares - o quinto é nomeado pelo director-geral. Na ausência de acordo quanto à avaliação, recorre-se ao Conselho Superior da Magistratura e ao Supremo Tribunal. "No fundo, já somos avaliados por juízes", afirma Carlos Almeida. O JN não conseguiu contactar Fernando Jorge, presidente do Sindicato dos Funcionários Judiciais. [...] Jornal de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Aumentos a sete mil polícias vão custar 17 milhões
     
    December 13, 2010 at 3:12 AM
     
    O MAI prometeu pagar aos polícias de acordo com a nova tabela salarial, mas não assegurou a verba necessária para cumprirPara calar os protestos dos sindicatos da PSP, em Setembro passado, o Ministério da Administração Interna (MAI) comprometeu-se a aumentar cerca de sete mil polícias. O maior sindicato desta for-ça de segurança, a Associação Sindical de Profissionais de Polícia (ASPP), que esteve na origem destes protestos - uma vigília à porta do MAI que acabou por juntar todos os outros sindicatos da PSP -, estima em 17 milhões de euros a verba necessária para cumprir a promessa, incluindo retroactivos que se têm acumulado.No entanto, passados mais de dois meses, à excepção dos 1200 que foram promovidos nessa altura - e que era a outra reivindicação dos sindicatos -, os polícias continuaram a ver os mesmos valores nas suas folhas de vencimento. A ASPP vai avançar com uma acção para o Tribunal Administrativo de Lisboa (ver texto ao lado).Segundo o presidente da ASPP, Paulo Rodrigues, estes aumentos salariais "são uma consequência inevitável do compromisso assumido pelo MAI em Setembro de, no estrito cumprimento da lei em vigor, colocar todo o efectivo no novo regime remuneratório da PSP, imposto pelo Governo, que está em vigor desde Janeiro de 2010".Este dirigente sindical explica que "a partir do momento em que o MAI concordou em realizar as promoções dos cerca de 1200 profissionais, desbloqueando uma verba de três milhões de euros, está obrigada legalmente a fazer os ajustes necessários nos ordenados do restante efectivo, incluindo naqueles que, tendo mais anos de antiguidade que os novos promovidos, ficaram a ganhar menos que estes". [...] Diário de Notícias
     
     
       
       
         
         
        Este ano quase 15 mil gerentes foram citados para assumir pessoalmente as dívidas
     
    December 13, 2010 at 3:10 AM
     
    Cada vez mais gerentes de empresas devedoras estão a ser chamados a assumir pessoalmente as dívidas. Até final de Outubro foram realizadas citações para pagamento a 14 896 gerentes, o que corresponde a mais 70% das citações enviadas em igual período do ano anterior.
    A chamada reversão das dívidas é um mecanismo legal para cobrança coerciva que, apesar de já estar em vigor desde 2009, foi substancialmente reforçado ao longo deste ano, tal como assume o Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social.

    A reversão consiste na efectivação das responsabilidades dos membros de órgãos estatutários das empresas, que antes deste mecanismo estar em vigor, podiam escapar às responsabilidades, alegando, por exemplo, a inexistência de património das empresas.

    A figura da reversão funciona também como um entrave às falsas declarações de falência de empresas com o objectivo de os seus gerentes escaparem à assunção das dívidas.

    Outra orientação que está a ganhar terreno é o reforço da criminalização de práticas fraudulentas, como as das empresas que retêm na fonte as contribuições dos empregados. Estas situações justificaram a maioria das 549 participações-crime ao Ministério Público registadas no primeiro semestre do ano. Mas a prioridade é sempre a de facilitar os acordos prestacionais. Até porque a ideia é recuperar o dinheiro. Diário de Notícias

     
     
       
       
         
         
        Segurança social: 26 mil empresas chamadas a pagar dívidas
     
    December 13, 2010 at 3:08 AM
     
    As citações começaram já a chegar aos devedores. Em causa estão mais de 147 milhões de euros por liquidar.Mais de 26 mil empresas devedoras à Segurança Social estão ou vão receber por estes dias citações por dívidas no valor de 147,2 milhões de euros. Estas podem acabar em penhoras, uma vez que já terminou o período de pagamento voluntário. Este processo de participação de dívida é apenas mais uma iniciativa do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, que até ao fim de Outubro já cobrou 370,2 milhões de euros de dívidas, segundo o DN apurou junto do Ministério do Trabalho e da Solidariedade.
    Aquele montante corresponde a uma taxa de cobrança 24% superior à registada no período homólogo e leva a equipa do ministério a considerar que "as metas traçadas para este ano não só serão alcançadas como poderão mesmo ser ultrapassadas". No plano de combate à fraude e evasão contributiva para este ano estava prevista uma cobrança de dívidas de 400 milhões.
    Os serviços de acção executiva do Ministério do Trabalho e da Solidariedade têm igualmente reforçado as penhoras como meio de cobrança coerciva, em particular a contas bancárias. Segundo informação prestada ao DN, até Outubro, a Segurança Social tinha realizado 40 182 penhoras, o que significa um esforço 3,2% superior ao realizado no ano passado.
    Desde Julho - e tal como o previsto no Plano de Estabilidade e Crescimento 2010-2013 -, a Segurança Social iniciou um processo automático e mensal de cobrança de dí-vidas de entidades empregadoras com mais de 90 dias de antiguidade, com o correspondente accionamento dos mecanismos legais de cobrança coerciva.
    E foi justamente em resultado desse processo que, só no período de Julho a Outubro, foram citadas 125 383 entidades para pagamento voluntário da dívida, num montante global da ordem dos 350 milhões de euros.
    De acordo com os trâmites do processo executivo, as entidades citadas podem optar por várias modalidades: ou pagam integralmente a dívida num prazo de 30 dias ou requerem, em alternativa, um plano prestacional ainda ao abrigo do Programa+Viável, que disponibiliza condições mais favoráveis para a regularização, como sejam prazos de pagamento até 120 meses e redução de juros para 1% e 3% em função da garantia prestada. [...] Diário de Notícias 
     
       
       
         
         
        Metade dos imigrantes não tem subsídio de desemprego
     
    December 13, 2010 at 3:06 AM
     
    Em Outubro, apenas um em cada dois imigrantes desempregados estava a receber subsídio de desemprego. A taxa de cobertura deste apoio acompanha a realidade nacional e os números mostram que esta taxa está no nível mais baixo dos últimos anos.Depois do "pico" registado em Abril, os dados do Instituto do Emprego Formação Profissional (IEFP) mostram que, desde então, tem baixado o número de imigrantes desempregados. Por outro lado, é cada vez mais reduzido o número daqueles que se encontram a receber subsídio de desemprego. Mudanças nas regras de atribuição e de duração deste apoio justificam a descida e é isso que explica também que a nível nacional a taxa de cobertura seja agora também mais baixa (apesar de os números globais do desemprego serem mais altos).Em Outubro, estavam registados no IEFP 35 823 imigrantes desempregados, mas destes apenas 19 491 estavam a receber subsídio de desemprego; subsídio social de desemprego ou subsídio social de desemprego subsequente. Contas feitas, a taxa de cobertura era de 54,4%. Um ano antes, a situação era bem diferente, já que 66% dos desempregados recebiam um daqueles apoios. Em 2008, eram 63%.Ao JN, Arménio Carlos, dirigente da CGTP não tem dúvidas em afirmar que esta descida está principalmente ligada à alteração das regras do subsídio de desemprego. [...] Jornal de Notícias 
     
       
       
         
         
        Juízes querem assumir avaliação de funcionários
     
    December 13, 2010 at 3:04 AM
     
    A nova meta do Governo para implementar o novo mapa judiciário até 2014 é "irrealista". Para a associação sindical dos juízes, a reforma pode precisar de uma década. E deve ser acompanhada de mudanças na mobilidade e na avaliação dos funcionários."O Estatuto dos Funcionários de Justiça deve ser revisto, de forma a adaptar as regras de mobilidade à dimensão das novas comarcas", propõe a Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP). No relatório em que avalia a experiência-piloto iniciada a 14 de Abril de 2009, em três comarcas do novo mapa judiciário, defende também que os oficiais de justiça devem passar a ser avaliados por magistrados.
    Antes de fazer esta proposta, o documento parece responder a queixas do presidente da comarca piloto do Baixo Vouga, Paulo Brandão (ler JN de 30 de Março passado, por não conseguir transferir funcionários, contra a vontade deles, de tribunais onde não são necessários para outros onde fazem falta, ainda que separados por escassos quilómetros.
    Aquele juiz chegou a apresentar como exemplo o Juízo de Execução de Águeda, que tinha uma dezena de funcionários e 20 mil processos pendentes, enquanto o juízo do concelho vizinho de Sever do Vouga dispunha de oito funcionários, mas apenas duas centenas de pendências.
    Já sobre a avaliação dos funcionários judiciais, o relatório do Gabinete de Estudos e Observatório dos Tribunais, da ASJP, defende que "deveria estar a cargo não do Conselho dos Oficiais de Justiça, como hoje, mas dos órgãos de gestão das comarcas". Isto é: a avaliação dos funcionários deve passar para a alçada do juiz-presidente da comarca, quando estejam afectos aos serviços judiciais, ou do procurador-coordenador, no caso dos funcionários que estão ao serviço do Ministério Público, sustentam os juízes que assinam o relatório da associação sindical, Luís Azevedo Mendes e Nuno Ribeiro Coelho. [...]  Jornal de Notícias 
     
       
       
         
         
        Juízes dizem que é irrealista querer o novo mapa judiciário já em vigor em 2014
     
    December 13, 2010 at 2:55 AM
     
    Cometeram-se irregularidades na distribuição de processos nas três comarcas onde decorrem as experiências-piloto do novo mapa judiciário. Os casos acumularam-se com a transferência dos velhos para os novos tribunais e, para combater a pendência crescente, foram entregues aos juízes mais disponíveis, violando-se, assim, o principio do juiz natural. A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) diz ser irrealista que o nova organização territorial dos tribunais entre em vigor em 2014, tal como anunciou o Governo, e adverte que a experiência nas comarcas piloto começou com boas intenções políticas, mas sem os necessários recursos materiais e humanos, e sem uma estratégia clara e linear. A iniciativa está "refém das contingências próprias da vida corrente política e governamental", diz a entidade sindical.A experiência iniciada em Abril de 2009 em três novas comarcas - Baixo Vouga, Grande Lisboa Noroeste e Alentejo Litoral - foi agora avaliada pela ASJP. As conclusões foram divulgadas na sexta-feira, em Lisboa, dia em que foi publicitada também uma petição para que seja instituído o Dia Nacional da Justiça, a assinalar-se a 10 de Dezembro. Os magistrados concluíram que a aposta na reforma do mapa judiciário deve ser mantida. Mas advertem que a experiência até agora em curso tem aspectos muito negativos com origem, sobretudo, na falta de coordenação entre os vários decisores - legislativo, executivo e judicial. Essa descoordenação "reflectiu-se na ausência de um verdadeiro acompanhamento da reforma que pudesse dar realismo aos objectivos delineados", lê-se no relatório da ASJP.Ou seja, "os instrumentos políticos, financeiros e de gestão não foram minimamente pensados e activados de forma específica para a implementação desta reforma, como seria necessário e expectável". Além de que o país "nunca soube qual o esforço financeiro que iria despender, e os executores da reforma nunca souberam com que verbas contar".Tal descoordenação, lê-se ainda no relatório, levou a que, inclusive, "a reforma tivesse sido colocada em dúvida ao nível da discussão pública e política nos tempos que se seguiram à tomada de posse do actual Governo". [...] Diário de Notícias
     
     
     
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    « Responder #37 em: 15-12-2010 , 09:15 »

    Oliveira e Costa e 15 arguidos começam hoje a ser julgados

    O ex-presidente do BPN Oliveira e Costa começa hoje a ser julgado por crimes de abuso de confiança, burla qualificada, falsificação de documentos, branqueamento de capitais, infidelidade, fraude fiscal qualificada e aquisição ilícita de ações.

    Juntamente com José Oliveira e Costa serão também julgadas outras 14 pessoas e a empresa Labicer por crimes diversos, que vão desde abuso de confiança a burla qualificada, passando por fraude fiscal e falsificação de documentos, entre outros ilícitos.

    O início do julgamento esteve inicialmente marcado para 11 de outubro, mas foi adiado para 15 de dezembro, sendo que Oliveira e Costa já está em liberdade, após ter estado em prisão preventiva e posteriormente em prisão domiciliária com pulseira eletrónica.
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