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Autor Tópico: Plantas Medicinais  (Lida 5807 vezes)
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« Responder #20 em: 12-01-2012 , 17:24 »

Nome popular        ARTEMÍSIA           



Nome científico
   Artemisia vulgaris L.       

Parte usada
   Folhas e flores     

Propriedades terapêuticas
   Antileucorréico, emenagogo, antiespasmódico, febrífugo.     

Indicações terapêuticas
   Dor de cabeça, enxaqueca, artrite, diarréia, perturbação gástrica, insônia.

Informações complementares

             O texto refere-se a ARTEMÍSIA com nome científico Chrysanthemum parthenium Bern.
 
Uso medicinal

Antileucorréico, emenagogo, antiespasmódico, febrifugo, para dores de  cabeça, enxaquecas, artrites, diarréia, perturbações gástricas e  insônia.



Dosagem indicada

  Infusão - 2 a 3 folhas e 3 a 4 flores em 1 xíc. de chá com água, tomar 1 xíc. por dia.

 
Outros usos

Planta ornamental, repelente de insetos.


 
Toxicologia

Não deve ser utilizado durante a gravidez, pois exerce forte ação sobre o útero, podendo causar aborto.



Colaboração

Sérgio Antonio Barraca
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    « Responder #21 em: 12-01-2012 , 17:25 »

    Nome popular        PAU DE CABINDA           





    Pau de Cabinda um dos melhores afrodisíacos do mercado. Proveniente da casca de árvore com o mesmo nome, só é possível encontrar em Angola, nas florestas de Cabinda.

    Propriedades terapêuticas
       um dos melhores afrodisíacos do mercado     

    Indicações terapêuticas
    combate problemas de impotência e de frigidez), estimulante e revigorante super-forte (debilidade e astenia sexual)
     
    O autêntico e genuíno Pau de Cabinda, de acção quase imediata, actua de forma complexa sobre a fisiologia sexual, potente afrodisíaco

    Os seus efeitos variam individualmente havendo situações em que se manifesta actividade quase imediata e outros casos em que a actividade é registada após algum tempo.

    Pau de Cabinda é:
    - um potente afrodisíaco (combate problemas de impotência e de frigidez);
    - um estimulante e revigorante super-forte (debilidade e astenia sexual).


    Parte usada    [COLOR="Purple"]  Casca     [/COLOR][SIZE="4"][/SIZE]

    Uso recomendado: Colocar 10-15g (1 colher de sopa) em 1l de água fria, levar ao lume e deixar ferver 10 minutos. Deixar em infusão 30 minutos. Coar e beber o máximo até 0,5 litro por dia (de preferência beber uma chávena 1 hora antes do efeito desejado).

    Aviso: A segurança do uso deste produto em caso de gravidez e aleitamento não foi determinada, pelo que não se recomenda a sua utilização nestas situações, sem o devido acompanhamento médico. Não exceder as dosagens recomendadas. Pode ser utilizado por homens e mulheres adultos. Não aconselhável a pessoas que sofram de insuficiência renal, que tenham problemas respiratórios, sejam hipertensas, ou portadoras de doenças cardiovasculares. Mesmo em pessoas saudáveis este chá deve ser tomado moderadamente.

    Toxicologia

    É o Chá de Pau de Cabinda, que tantos falam e que poucos experimentaram. Excelente Afrodisíaco, para ele e para ela, de origem natural sem manipulação nem misturas.

     O autêntico Pau de Cabinda, de acção quase imediata, especialmente indicado para estimulação e aumento do apetite sexual, está aqui á distancia de um click.

     Composição: Pau de Cabinda em pó grosso. Peso aprox: 25 gramas. Atenção: Este produto NÃO é aconselhado a pessoas que sofram de insuficiência renal, que tenham problemas respiratórios, sejam hipertensas, ou portadoras de doenças cardiovasculares. Mesmo em pessoas saudáveis este chá deve ser tomado moderadamente.
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    « Responder #22 em: 12-01-2012 , 17:25 »

    Nome popular        AVELOZ


    Nome científico   Euphorbia tirucalli

    Família   Euphorbiácea

    Sinonímia popular   Árvore-do-lápis

    Parte usada   Látex retirado dos ramos

    Propriedades terapêuticas   Antiasmática, anticarcinogênica, antiespasmódica, antibiótica, antibacteriana, antivirótica, fungicida e expectorante

    Princípios ativos   Hidrocarbonetos terpênicos e aldeídos.

    Indicações terapêuticas   Tumores cancerosos e pré-cancerosos.

    Informações complementares

                             Habitat

      Originária da África e de lá foi levada para outros países tropicais. No Brasil se adaptou bem na região Nordeste. 


    Descrição

      É um arbusto que pode atingir até 3 metros de altura, possui ramos  verticiliados, cilíndricos, extremamente ramificado, com coloração  verde. Dá uma excelente cerca viva.   


    Propriedades químicas (Cont.)

      Óleos essenciais (eugenol), hidrocarbonetos terpênicos, aldeídos, látex,  goma tirucalli, ésteres de forbol e ingenano ésteres de ingenol,  4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato; 12-0-(22)  (4E)-octadienol-4-deoxiforbol-13-acetado; ácido 3,  3’-di-0-metil-elágico; beta-sitosterol; ácido cítrico; ácido elágico;  eufol; euforona; glucose; hentriacontanol; isoeuforal; kaempferol; ácido  málico; sapogenina-acetatos; ácido succínico; taraxasterol; taraxerina e   tirucalol.   


    Indicações

      Na medicina alternativa é usado o suco (látex) leitoso cáustico, de  efeito irritante na pele e aos olhos porém o seu suco dissolvido em água  é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos.

     Pesquisadores americanos já se interessaram pelo aveloz e descobriram  propriedades contra o carcinoma maligno, como complemento de outros  procedimentos médicos. 
     


    Toxicidade
    Por ser altamente cáustico, o látex precisa ser diluído em água. O látex puro pode provocar até uma hemorragia. 
     Devido a sua toxicidade, o professor Lelington, químico-fitologista  (UFPR), aconselha que o uso mais seguro do aveloz seja de glóbulos  homeopáticos, pois tem o mesmo efeito das gotas e não agridem o  estômago. Usar 6 glóbulos sublingual de manhã e a noite.       
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    « Responder #23 em: 12-01-2012 , 17:26 »

    Nome popular        AZEDINHA



    Família   Oxalidáceas

    Sinonímia popular   Oxálida-azeda

    Parte usada   Folhas frescas

    Propriedades terapêuticas   Febrífuga, diurética, refrescante, depurativa, expectorante, adstringente, desopilante, descongestionante

    Princípios ativos   Ácido ascórbico, mucilagem, oxalatos (ácido oxálico e oxalato ácido de potássio)

    Indicações terapêuticas   Inflamações intestinais e da bexiga, constipação, feridas, gengivite, febre

    Informações complementares                   

    Atenção

     Não confundir esta azedinha (Oxalis acetosella L.) com outra azedinha (Rumex acetosa L)

     Nomes em outros idiomas

     
    • Sauerklee: alemão
    • Acederilla, aleluya: espanhol
    • Alléluia: francês
    • Wood sorrel: inglês
    • Acetosella: italiano
      Partes usadas

     Folhas frescas. As folhas secas perdem quase todas as suas propriedades terapêuticas.

     Propriedades terapêuticas

      Febrífuga, diurética, refrescante, depurativas nas inflamações  intestinais e da bexiga (nefrites), expectorante, adstringente,  desopilantes e descongestionantes do fígado (indicado na icterícia),  antiescorbútico pelo teor de vitamina C.

      Uso medicinal

     Por suas propriedades febrífugas, diuréticas e refrescantes é muito  apreciada por todos aqueles que se voltam para a natureza para curar e  prevenir os seus males. O seu sabor ácido é muito agradável.   Quem quiser uma cura branda, mas contínua, contra as inflamações  intestinais e da bexiga pode misturar algumas folhas frescas à salada.  Ricas em vitamina C, as folhas são também um remédio eficaz contra a  constipação.
     Para uso externo, ela possui um efeito adstringente em feridas, ajudando  com isso a uma cicatrização mais rápida. Compressas de folhas esmagadas servem para reduzir os inchaços.  Antigamente as folhas frescas eram mastigadas para curar casos de  gengivite. 

    Dosagens indicadas

      Abscessos frios (cataplasma): misturar um punhado de  folhas frescas, cozidas e mornas, com uma colher de azeite puríssimo,  aplicando sobre o abscessos com um pedaço de gaze. 

    Diurético (decocção): ferver por 5 minutos, 50g de folhas em um litro de água. Consumir o líquido frio, em calicezinhos durante o dia. 
    Infusão: com as mesmas doses da decocção, obter um medicamento mais suave. 


    Febre (decocção): ferver em um litro de água 60g de folhas. Adoçar um pouco e beber em calicezinhos durante o dia. 


    Intestinos (inflamações, decocção): colocar em  uma panelinha 25g de azeite com 50g de folhas frescas de azedinha, 15g  de folhas frescas de cerefólio, 15g de folhas de alface e 15g de folhas  de beterraba. Ferver tudo até que as folhas estejam cozidas. Passar o  líquido por um pedaço de tela, apertando bem para extrair todo o  líquido. Beber uma colher de hora em hora até a inflamação desaparecer. 

    Contra-indicações

     A planta, utilizada por propriedades estimulantes desde a antiguidade,  deve ser usada com moderação. Por ter um alto teor de ácido oxálico, deve-se limitar o uso  principalmente por aqueles que sofrem de cálculos renais.  Contra-indicado também em casos de gastrite.   É importante não exceder a dose para evitar efeitos tóxicos. O consumo exagerado desta planta induz a sintomas de intoxicação.   

    Efeito colateral

     O ácido oxálico contido nesta planta na forma de oxalato ácido de potássio reduz a absorção do cálcio por parte do organismo.


      Uso culinário

      Um punhado de folhas frescas picadas pode ser adicionado à saladas,  conferindo-lhes um agradável e estimulante sabor ácido. Pode também ser  utilizado para enriquecer o sabor de sopas de legumes e molhos.  Curiosidades

     O nome do gênero oxalis vem do grego óxos, vinagre, devido à  característica condimentar de suas folhas, e o termo é reforçado pelo  nome da espécie.
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    « Responder #24 em: 26-01-2012 , 13:31 »

    Nome popular        BÁLSAMO



    Nome científico   Cotyledon orbiculata L.

    Família   Crassulaceae

    Sinonímia popular   Pau-de-bálsamo, balso, cabraiba, óleo-vermelho, cabureiba, pau-vermelho.

    Parte usada   Folhas frescas

    Propriedades terapêuticas   Digestivo, cicatrizante, emoliente.

    Princípios ativos   Ácidos benzóico e cinâmico.

    Indicações terapêuticas   Inflamações  gastroentestinais e de pele, úlcera,  erisipela, afecções do aparelho respiratório e urinário, diabetes,  bronquite crônica, queimaduras, frieiras.

    Informações complementares

           Origem

    África do sul, Ásia e América Tropical. 


    Descrição

    Árvore de parte altaneira de casca grossa e inerme. Folhas compostas de 3  a 11 folíolos ovais e lisos. Flores em cacho, brancas. Vagem alongada,  curva, tendo 1 a 2 sementes, com pedúnculo achatado. 


    Uso farmaco-terapêutico

    Digestivo, cicatrizante, emoliente, usado em inflamações gastroentestinais e de pele. 


    Propagação

    Por estaquia. 


    Formas farmacêuticas habituais

    Óleo extraído do tronco, sumo e suco. 


    Indicação, Preparo e Posologia

    Uso ao natural, sob a forma de saladas, sem tempero (inflamações  gástricas), apresenta uma ação protetora contra úlcera, erisipela. Usado  também para combater afecções do aparelho respiratório e urinário.

     O óleo é usado ainda contra diabetes, bronquite crônica, queimaduras, frieiras.   

    • Sumo: aplicar sobre a pele inflamada.
    • Suco: 10 folhas batidas no liquidificador com 1 ½ de água. Tomar ½ copo antes do café da manhã.
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    « Responder #25 em: 26-01-2012 , 13:32 »

    Nome popular        BABOSA



    Nome científico   Aloe Vera (L.) Burm. F.

    Família   Liliaceae

    Parte usada   Folha, polpa, seiva

    Propriedades terapêuticas   Emoliente, resolutivo, antioftálmica, vulnerária, vermífuga

    Indicações terapêuticas   Queda de cabelo, caspa, brilho no cabelo, combate a  piolho e lêndea, inflamação, queimadura, eczema, erisipela, retite  hemorroidal, entorse, contusão, dor reumática.

    Informações complementares

                 Origem

      Planta arbustiva, de folhas carnosas, perene, encontrada originalmente  nas partes secas da África, especificamente no Cabo Colônia e nas  montanhas da África tropical.


     Uso medicinal

      O suco das folhas é emoliente e resolutivo, quando usadas topicamente  sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas, queda de cabelo,  etc. A polpa é antioftálmica, vulnerária e vermífuga (uso interno).

     A folha despida de cutícula é um supositório nas retites hemorroidais. É  ainda utilizada externamente em entorses, contusões e dores reumáticas.   


    Dosagem indicada

    Anti-helmíntico

    Suco: uso interno do suco fresco, como anti-helmíntico.   


    Queimaduras

    Cataplasma: aplicar sobre queimaduras 3 vezes ao dia.   


    Retites hemorroidais

    Supositório: em retites hemorroidais. 


    Laxante

    Resina: é a mucilagem após a secagem. Prepara-se deixando as folhas  penduradas com a base cortada para baixo por 1 ou 2 dias, esse sumo é  seco ao fogo ou ao sol, quando bem seco pode ser transformado em pó  dissolvido em água com açúcar, como laxante. 


    Contusões, entorces e dores reumáticas 

    Tintura: usam-se 50 g de folhas descascadas, trituradas com 250 ml  de álcool e 250 ml de água, a tintura é coada em seguida. Deve ser  utilizada sob a forma de compressas e massagens nas contusões, entorces e  dores reumáticas.   


    Queda de cabelo, caspa, brilho no cabelo, combate a piolhos e lêndeas

    Lave as folhas frescas, tire a casca, ficando somente com a polpa  gosmenta e amarelada. Coloque 1 porção de polpa amarelada em um copo de  água fervente, abafe por 15 minutos e coe com uma peneira. Lave a cabeça  e, em seguida, aplique a gosma no couro cabeludo, massageando  ligeiramente. Deixe agir por 1 hora. Enxágüe a cabeça com água quente ou  morna. No caso de piolhos ou lêndeas, passar o pente fino em seguida.  (Plantas que Curam, Dr. Sylvio Pannizza) 


    Toxicologia

    Não deve ser ingerida por mulheres durante a menstruação ou gravidez.  Também deve ser evitada nos estados hemorroidários. Não usar  internamente em crianças.
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    « Responder #26 em: 06-03-2012 , 12:04 »

    Nome popular        CARURU



    Nome científico   Amaranthus viridis L.

    Família   Amaranthaceae

    Sinonímia popular   Amaranto, Caruru-de-Cuia, Caruru-Rôxo,  Caruru-de-Mancha, Caruru-de-Porco, Caruru-de-Espinho, Bredo-de-Chifre,  Bredo-de-Espinho, Bredo-vermelho, Bredo.

    Parte usada   Folhas, talos e sementes

    Propriedades terapêuticas   Lactígeno

    Princípios ativos   Rico em ferro, potássio, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C.

    Indicações terapêuticas   Infecções, problemas hepáticos, hidropsia, catarro da bexiga

    Informações complementares

                       Características

    Planta herbácea de ciclo anual, com o nome de Amaranto, Bredo ou Caruru  são conhecidas inúmeras plantas da família das Amarantáceas. Em geral  medem até 80cm. de altura, têm talo ereto e pouco ramificado. As folhas são verdes, simples, de bordas às vezes  onduladas, com margens uniformes ou com lóbulos evidenciados.


     Algumas espécies, apresentam uma mancha clara no centro das folhas. As  flores são hermafroditas, dispostas em pequenos aglomerados, no ápice  dos ramos ou nas axilas das folhas. As brácteas são ovais com a base  mais larga. Reproduz-se por sementes, fácil e intensamente. 


    Uso na medicina caseira

    Ajuda a defender o organismo contra as infecções, e é recomendado como preventivo no tratamento de problemas hepáticos. 


       Uso alimentar

    As folhas e os talos do Caruru, após cozidos e escorridos, são utilizados em refogados, molhos, tortas, pastéis e panquecas.


     As sementes são usadas para fazer pães, e podem também ser ingeridas  torradas. Nos dias atuais, pesquisadores de vários países, vêm se  dedicando em resgatar esta planta, como uma espécie vegetal capaz de  ajudar a enfrentar a alarmante situação de fome e desnutrição, a que  estão sujeitos alguns países, por sua rusticidade, seu fácil cultivo,  paladar agradável e ótimas qualidades nutricionais de suas folhas, talos  e sementes, das quais se pode extrair farinha.   


    Curiosidade

    Esta planta era amplamente consumida e prestigiada por antigas  civilizações das Américas Central e do Sul, onde existem registros  arqueológicos que revelam seu cultivo há milhares de anos. Era associada  ao milho, como planta sagrada. 


    Observação

     Algumas plantas também são chamadas de Caruru, mas não são da família das Amarantáceas. É o caso do Caruru-de-Sapo, Oxalis martiniana Zuccini, família das Oxalidaceae;  o  Caruru-do-Reino, Boussingualtia baselloides  H.B.K. família das Baselaceae; Caruru-Bravo, que é da família das  Fitolacaceae;  Caruru-das-Cachoeiras, Mourera fluviatilis Aublet,  família das Podostemaceae; Caruru-Língua-de-Vaca, Talinum patens Jacquin, família das Portulacaceae; e muitas outras.   

    Valor terapêutico

    O infuso favorece a diurese e tem aplicação nas moléstias do fígado, na hidropsia e no catarro da bexiga. É bom lactígeno. 




     Caruru (Amaranthus hypochondriacus L.)   






    Sinônimos botânicos

    Amaranthus hybridus ssp. hypochondriacus (L.) Thellung, Amaranthus leucocarpus S. Wats., Amaranthus leucospermus S. Watson.   


    Outros nomes populares

    Bredo; amaranth, pilewort, prince´s feather, prince-of-wales feather,  lady bleeding, love lies bleeding, lovely bleeding, red cockscomb,  spleen amaranth, velvet flower (inglês); amaranto, brusela (espanhol);  ballan, bhui, chaya, cholai, kântâ-nutia, kânterimât, mulla-dantu,  sarvari (hindú); chih-hsein , hsien-t´ai (chinês).   


    Propriedades medicinais

    Adstringente, anti-séptico, demulcente, diurético, regulador menstrual, tônico, vulnerário.   


    Indicações

    Diarréia, disenteria, menorragia, gengivites, amidalites, corrimento  vaginal, ferimento, hemorragia nasal e nos intestinos, leucorréia.   


    Parte utilizada

    Folhas   


    Modo de usar

     Infusão ou decocção para uso interno: duas colheres de  sopa de folhas e flores secas em 1 litro de água fervente. 3 xícaras de  chá ao dia: diarréia, disenteria, hemorragia nos intestinos. 


     Infusão ou decocção para uso externo: seis colheres de  sopa de folhas e flores secas em um litro de água: lavagem de  ferimentos, hemorragias, gargarejos e bochechos para aftas e ulcerações  bucais, irrigações vaginais, compressas. 




    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #27 em: 06-03-2012 , 12:05 »

                         Nome popular        CÁSCARA SAGRADA



    Nome científico   Rhamnus purshiana D.C

    Família   Ramnácea

    Parte usada   Cascas secas do tronco e dos ramos.

    Propriedades terapêuticas   Purgativo.

    Princípios ativos   Derivados antraquinónicos: predominam os cascarósidos  A e B, em menor quantidade os C, D, E e F, aloína e antraquinonas  livres. Taninos. Sais minerais. Constituintes amargos.

    Indicações terapêuticas   Principal indicação: obstipação ocasional (uso  aprovado pela Comissão E, German Commission E Monographs, do Ministério  da Saúde da República Federal Alemã).

    Informações complementares

           Habitat e distribuição

      Árvore espontânea da região americana do Oceano Pacífico, desde o norte dos Estados Unidos da América até a Colômbia. 


    Constituintes (cont.)

      Derivados antraquinónicos (8-10%): predominam os cascarósidos A e B, em  menor quantidade os C, D, E e F, aloína e antraquinonas livres  (crisofanol e emodol). Taninos. Sais minerais. Constituintes amargos.  Segundo a F.P. VI, o fármaco seco deve conter 8,0% de heterósidos  antraquinónicos, dos quais 60%, no mínimo, são constituídos por  cascarósidos expressos em carcarósido A. 


    Farmacologia e actividade biológica

      Os constituintes antraquinónicos originam acção colagoga e laxante em  doses baixas ou acção purgativa em doses maiores. Para as mesmas  quantidades de fármaco é mais activo que o amieiro negro. 


    Usos etnomédicos

      Na obstipação ocasional, disquinésia hepatobiliar. Como purgativo para  limpeza intestinal antecedendo exames radiológicos ou intervenções  cirúrgicas. 


    Contra-indicações

    Obstipação crônica; os laxantes catárticos, quando se usam sistematicamente, dão habituação.

     Obstrução intestinal. Gravidez, amamentação (os lactantes podem ter  diarréias), crianças menores de doze anos.

    Estados inflamatórios  intestinais agudos (doença de Crohn, colite ulcerosa), dor abdominal de  origem desconhecida. Menstruação.   


    Efeitos secundários e toxicidade

    Doses excessivas ou o seu uso em pessoas com uma maior sensibilidade ao  fármaco, podem produzir espasmos intestinais, náuseas e vômitos. 


    Precauções

      Usar só a casca envelhecida (pelo menos um ano) ou após aquecimento a  100ºC. Quando é recente  pode provocar vômitos e espasmos  gastrointestinais devido à existência de compostos sob a forma   reduzida.


     O uso prolongado de derivados antraquinonicaso, além de poderem conduzir  a depleção de minerais, nomeadamente a hipocaliemia, pode originar um  cólon atônico, sem as haustrações normais, dilatado, por destruição dos  seus plexos intramurais.


     Para o tratamento da obstipação crônica ou habitual, recomenda-se  recorrer aos laxantes que aumentam o volume do bolo fecal e a uma dieta  rica em fibras.   


    Formas de administração e posologia

    Dose por dia, não mais de 1,5 g.


    • Cozimento: 1 colher de café ou de sobremesa por chávena.
    • Tintura (1:5): 40-60 gotas.
    • Pó: cápsulas de 250 mg. Em caso de necessidade pode repetir-se até 3 vezes por dia.
    • Extracto seco (5:1): 50-100 mg por cápsula.
    Começar a administração com doses baixas e aumentá-las no caso de não produzir fezes brandas. Não prolongar o tratamento mais de uma semana, sem controlo médico.

     Dose diária indicada pela E.S.C.O.P: o equivalente a 20-30 mg de derivados hidroxiantraquinônicos calculados em cascarósido A. 

    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #28 em: 06-03-2012 , 12:07 »

    Nome popular        CASTANHA-DA-ÍNDIA



    Nome científico   Aesculus hippocastanum L.

    Família   Hipocastanáceas

    Parte usada   Cascas, folhas e sementes (castanha da Índia).

    Princípios ativos   Heterósidos hidroxicumarínicos; flavonóides;  saponósidos triterpénicos; leucoantocianósidos; oligossacáridos;  fitoesteróides; heterósidos hidroxicumarínicos; derivados do quercetol,  ramnetol e campferol; saponósidos triterpénicos; taninos.

    Indicações terapêuticas   Principais indicações terapêuticas: hemorróidas, varizes.

    Informações complementares

                 Habitat e distribuição

      Árvore originária do sudoeste da Europa (Caúcaso), norte da Grécia,  prefere solos secos e está muito difundida nas regiões temperadas. Muito  cultivada na Europa como árvore ornamental. 


    Formas de administração e posologia

    Uso interno


    Cozimento: 30 a 50 g de casca/litro, 250-500 ml por dia.
    Infusão (folhas): 30 g/l, 2 a 3 chávenas por dia.
    Tintura (1:10): 50-100 gotas, 1 a 2 vezes por dia.
    Extracto seco (5:1): 200 a 600 mg por dia (deve estar ajustado entre 16 a 20% de escina anidra).
    Supositórios, com 20-30 mg de extracto seco. 


    Uso externo




    Cozimento de casca, a 5%.
    Pomadas, creme ou gele a 20% de extracto fluido. 

       
    Princípios activos (cont.)

    Casca: heterósidos hidroxicumarínicos 2 a 3% (esculósido,  fraxósido); flavonóides (campferol, quercitina livre e na forma de  heterósido); saponósidos triterpénicos 3 a 5% (escina): taninos  catéquicos; leucoantocianósidos; oligossacáridos; fitoesteróides.

    Farmacologia e actividade biológica

    A escina e o esculósido são responsáveis pelas propriedades anti-exudativas, venotónicas e aumento da resistência capilar.


     A escina é anti-inflamatória e diminue a permeabilidade e a fragilidade  capilar. As suas propriedades anti-exudativas contribuem para a  reabsorção dos edemas. 


     O esculósido é ainda protector solar. Os taninos contidos na casca e  folhas, têm um efeito adstringente. Os extractos mostram elevada  actividade anti-radicalar. 


     Principais aplicações cosméticas e dermatológicas

    Cremes contendo extractos glicólicos de folhas ou de sementes

    Úteis para tonificar e melhorar a elasticidade do tecido cutâneo e,  ainda, para inibir a progressão de rugas, estrias e olheiras ao  estimularem a circulação local. São empregues em peles sensíveis e  exercem um efeito estimulante sobre as peles envelhecidas,  especialmente, pela actividade venotónica. 


     Usados, também, na acne-rosácea, e no tratamento das varizes das pernas.


    Banhos cosméticos

    Juntar 1 litro de cozimento de folhas a 20% em 10 litros de água tépida: para tonificar a pele e aumentar a sua elasticidade. 


    Efeitos secundários e toxicidade

    Preparações cosméticas com teores elevados em esculósido podem produzir dermatites em peles sensíveis.


     Contra-indicações

    Gravidez, aleitação, crianças com idadeinferior a dez anos. Tratamentos com anticoagulantes. 


    • Folha: heterósidos hidroxicumarínicos (esculósido,  escopoletósido, fraxósido; flavonóis); derivados do quercetol, ramnetol e  campferol; taninos; leucoantocianósidos; vestígios de escina;  fitosteróis: (sitosterol, estigmasterol, campestrol).
    • Semente: flavonóides 8 a 28% (esculina); saponósidos  triterpénicos 10% (escina); taninos catéquicos; hidoxicumarinas,  pectina; mucilagem; óleo gordo; glúcidos 40 a 50% (amido).


    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #29 em: 06-03-2012 , 12:07 »

    Nome popular        CATINGA-DE-MULATA



    Nome científico   Tanacetum vulgare L.

    Família   Asteraceae

    Sinonímia popular   Tanaceto, tanásia

    Propriedades terapêuticas   Tônico aromático,  anti-helmíntica, carminativa,  antiespasmódica, colerética, estimulante de vísceras abdominais,  inclusive útero.

    Princípios ativos   Esteróides, terpenóides, óleos voláteis com tuiona (tóxica), ácido cafêico

    Indicações terapêuticas   Regula o ciclo menstual, tonifica o útero

    Informações complementares

                       Outros nomes populares

    Atanásia-das-boticas, erva-lombrigueira e tasneira (há outra planta, diferente desta, com este nome). 


    Descrição

    É uma erva vivaz das Asteraceae/Compositae, tubifloras, geralmente com  várias hastes em cada cepa, simples, roliças e angulosas. As folhas são  ovaladas e a flor é um botão amarelado, plano ou pouco côncavo. 


    Princípios ativos (continuação)

    Em sua composição química consta esteróides (B-sitosterol é o principal,  campesterol, ccolesterol, estigmasterol e taraxasterol), terpenóides  (principalmente amirinas, mas também lactonas sesquiterpênicas,  incluindo arbusculina, tanacetina, germacreno e crispolídeo), óleos  voláteis com tuiona (tóxica) e cânfora como componentes principais e  ainda pireno, borneol, cineol, umbelona, sabineno e ácido cafêico. 


    Uso medicinal

      É tônico aromático e amargo, e aromatizante natural (a planta é  aromática) mas sua virtude maior é como anti-helmíntica, embora seja  usada ainda como carminativa, antiespasmódica (Opdyke DLJ. Tansy oil.  Food Cosmet Toxicol 1976; 14 : 869-71), colerética (pelo ácido cafêico) e  estimulante de vísceras abdominais, inclusive útero.


     Na medicina caseira é usada em pomada para prurido anal e seu decoto é escabicida. Há trabalhos afirmando que diminui lipídeos séricos, ajuda  abaixar o quantum  de açúcar sérico e tem atividade anticancerígena. 


    Dosagem indicada

    Estudos dizem que regula o ciclo menstual e tonifica o útero. Nestes casos deve-se tomar infusão de 20g das flores em  meio litro de água, duas xícaras por dia. 


    Toxicidade

    Intoxicações podem acontecer pela presença de tuiona. Grávidas e nutrizes não a devem usar.


     O sumo das folhas atrapalhou a coordenação motora de camundongos em  teste feito por SANTANA, H. et ELISABETSKY, E. Estudos  psicofarmacológicos de uma preparação Popular Reputada como  Anticonvulsivante, apresentada no VIII Simpósio de Plantas Medicinais do  Brasil, p.53. 4 a 6 de Setembro, Manaus-AM, 1984. 


    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #30 em: 06-03-2012 , 12:08 »

    Nome popular        CAVALINHA



    Nome científico   Equisetum arvense L.

    Família   Equisetáceas

    Propriedades terapêuticas   Diurético, anti-hipertensivo, mineralizante, antiinfeccioso,  antiprostático.

    Princípios ativos   Saponinas (equisetoninas), potássio, cálcio, fósforo,  manganês, ácido silícico, flavonóides, alcalóides, taninos,  fitosteróides, ácidos graxos aconitínico, benzóico, málico, gálico,  péctico, vitamina C,  resinas, lignanos

    Indicações terapêuticas   Osteoporose, reumatismo,  ajuda nos tratamentos para  emagrecer, edema pré-menstrual, favorece o metabolismo do cálcio na  coagulação sangüínea.

    Informações complementares

           
    Origem

    Europa


    Nome em outros idiomas



    • Espanhol: cola de caballo, yunquillo, yerba de los plateros, yerba  del tigre, cola de lagarto (Uruguai) e tembladera pequeña (Colômbia).
    • Inglês: equisetum ou horsetail
    Descrição

    As cavalinhas (Equisetum arvensis L/Equisetum hyemale) habitam o mundo todo, inclusive o Brasil, onde se adaptou.

     É uma planta perene, rizomatosa e reptante da família das Equisetáceas,  que prefere terrenos pantanosos ou  úmidos. Caracteriza-se pelos talos  férteis, pardo-amarelos ou estéreis, verdes. Os primeiros nascem no  inverno e formam espigas esporangíferas de até 20 cm, enquanto os vedes,  de até 80 cm, surgem dos primeiros.


     Esta planta deriva de ancestrais mesozóicos de mais de 270 milhões de  anos. Seus rizomas são longos e tem nós de espaço a espaço além de  lançarem ramificações compridas que formam curvas bonitas semelhantes ao  que acontece com os rabos de cavalos. Daí seu nome.


     Tem 5% de saponinas (equisetoninas) e mais potássio, cálcio, fósforo,  manganês, ácido silícico, flavonóides, alcalóides, taninos,  fitosteróides, ácidos graxos (linolêico, linólico e oléico) aconitínico,  benzóico, málico, gálico, péctico e vitamina C, além de resina e  lignanos.


     Uso medicinal

    Por seu alto conteúdo mineral, principalmente o silício, a cavalinha é  muito usada para recompor o tecido conjuntivo, por aumentar a atividade  dos fibroblastos e a elasticidade dos tecidos, o que a torna útil na  osteoporose e reumatismos (Weiss R., 1980). Por outro lado, tendo  potássio, equisetonina e ácido gálico, é um bom diurético e  anti-hipertensivo, além de ajudar nos tratamentos para emagrecer,  conforme Bakke, F. et al., 1980, já estudaram.


     Nos edemas pré-menstruais, o equiseto pode ajudar muito, já que receita  de diurético de síntese não funciona: na Colômbia, Corpas J. et al.,  em 1995, fizeram pesquisas neste sentido e mostraram que estigmas de  milho e equiseto eram bons medicamentos para isto. Ademais, por ter ácidos, aconítico e cítrico, favorece o metabolismo do  cálcio na coagulação sangüínea, contracenando estes ácidos com a silícea  e os flavonóides (Viñas, F., 1993).


     Um trabalho de Peris, J. et al., em 1995, mostrou algum efeito  retardador sobre o crescimento de células neoplásicas e do aparecimento  de metástases e que os alcalóides podem ter ação anticolinérgica e  oxitócica.



    Dosagem indicada

    Na etnomedicina, decocção de seus talos (50 g/l) é usada como  mineralizante, diurético, antiinfeccioso, urinário e antiprostático, com  quatro xícaras ao dia (50 g tem aproximadamente 30 mg de silício, mais  ou menos o que se usa em prescrição médica).


     Outros usos

    Na Europa, o E. hyemale, variedade do nosso equiseto, é usado  para pulir prata e estanho. Isso é possível pela alta quantidade de  silício que apresenta (a areia tem muito silício).


     Também o colocam sobre páginas de livros velhos para protegê-los de  deterioração e na agricultura biológica a cavalinha macerada, seu pó ou  decocção é usada para controle de pragas.


     Na cosmética, é reforçador de unhas e ajuda na prevenção de estrias e  rugas por ter, como vimos, muito silício. Este metal participa da  formação de glucosaminaglicanos, essenciais para o metabolismo de ossos e  cartilagens. 



    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #31 em: 06-03-2012 , 12:10 »

    Nome popular        CEBOLA



    Nome científico   Allium cepa L.

    Família   Liliaceae

    Parte usada   Bulbo tunicado

    Propriedades terapêuticas   Antiinflamatória, antibiótica, antiviral, sedativa.

    Princípios ativos   Óleo essencial (componentes sulfurados); vitaminas;  sais minerais; pigmentos; flavonóides; glucoquinina, quercetina (não na  cebola branca)

    Indicações terapêuticas   Afecções das vias respiratórias (resfriados, gripes,  coriza e tosse), eliminador de uréia e cloretos, diabetes, enxaqueca,  asma, infecção urinária (suco).

    Informações complementares

                        Dosagem indicada, modo de uso

    Uso Interno. Em um pilão coloque 1 cebola média e 2 colheres de açúcar  cristal. Amasse bem. Deixe em repouso por 2 horas. Coe e adicione 1  colher de mel.


    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #32 em: 06-03-2012 , 12:11 »

    Nome popular        CEREFÓLIO



    Nome científico   Anthriscus cerefolium (L.)

    Família   Apiaceae

    Sinonímia científica   Anthriscus longirostris Bertol., Cerefolium anthriscus (L.) Beck, Cerefolium cerefolium (L.) Sch. & Thell., Chaerophyllum sativum Lam., Scandix cerefolium L

    Parte usada   Raiz

    Propriedades terapêuticas   Tônica, depurativa, diurética, hipotensiva

    Princípios ativos   Flavonóides, lignana, óleo essencial.

    Indicações terapêuticas   Problemas  na circulação, contra radicais livres, recomendado para a memória.

    Informações complementares

                       Histórico

      Esta erva é nativa do Oriente Médio, provavelmente sul da Rússia e do  Cáucaso, e possivelmente foi introduzida na Europa pelos romanos.  Tornou-se uma das ervas mais utilizadas na culinária francesa, na qual é  considerada indispensável. O cerefólio embora tenha sido utilizado como  uma droga é empregada principalmente como aromática para fins  culinários (Fejes et al. 2000a).   


    Constituintes

      Metilcavicol, 1-alil-2, 4- dimetoxibenzeno (Fejes et al. 2000). 


    Atividade farmacológica

       O extrato possui atividade antioxidante e anti-lipoperoxidante, é  utilizada popularmente para problemas na circulação (Fejes et al. 2000a,  Fejes et al. 2000b). 


     A raiz é usada como tônica no Japão e na China (Mitsugi et al. 1982).   Possui atividade depurativa, diurética e hipotensiva (Flamini et al,  1997). 


     Flavonóides e lignanas da raiz mostraram forte atividade contra os  radicais livres, enquanto que o óleo obtido a partir da planta foi menos  eficaz. A identificação dos constituintes dos extratos indicam que  apiin é o principal flavonóide, deoxipodofilotoxina a principal lignana,  e metilcavicol o componente predominante do óleo essencial (Fejes et  al., 2003).


     O extrato é recomendado para melhorar a memória (Adams et al., 2007).   




    Fonte: plantas medicinais-ciagri






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    « Responder #33 em: 06-03-2012 , 12:12 »

    Nome popular        CHAPÉU-DE-COURO



    Nome científico   Echinodorus grandiflorus (Cham. & Schltdl.) Micheli

    Família   Alismataceae

    Sinonímia popular   Chá mineiro, chá do pobre, chá da campanha.

    Sinonímia científica   Gomphrena hyspidula

    Propriedades terapêuticas   Diurético, depurativo

    Princípios ativos   Holósides e heterósides.

    Indicações terapêuticas   Doenças renais e das vias urinárias, reumatismos, erupções cutâneas e afecções hepáticas.

    Informações complementares

                 O indivíduo que usa o Chapéu de Couro adquire uma pele fina,  sedosa, sem nenhuma excrecência; combate perfeitamente toda e qualquer  moléstia da pele...".  "Tenho curado velhos reumatismos ( 65 anos) só  com o cozimento desta planta". A tintura de Chapéu de Couro usada com  persistência, tira as manchas da pele, as dores artríticas, das cadeiras  (lumbago) das juntas em consequência de reumatismo simples ou de origem  sifilítica...".
    "Energéticos diuréticos, facilitando a elimimação das  toxinas e dissolvente do Ácido Úrico". amilia: alismataceae 

    Utilizada nas dores de origem reumática, afecções hepáticas a das vias urinárias, nos quadros de atenia, sendo também considerada  auxiliar na terapêutica da hipertensão arterial. Sobre a pele, é  empregada para retirada da manchas e certas afecções dermatológicas.  Apresenta ação diurética.         



    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #34 em: 06-03-2012 , 12:13 »

    Nome popular        CIPÓ-MIL-HOMENS



    Nome científico   Aristolochia cymbifera Mart. & Zucc.

    Família   Aristolochiaceae

    Sinonímia popular   Jarrinha, bastarda, papo-de-peru, caçaú

    Sinonímia científica   Aristolochia cymbifera var. abbreviata Duchtr.

    Parte usada   Caule e folha

    Propriedades terapêuticas   Diurética, sedativa, tônica, amarga, calmante dos nervos, estomáquica, anti-séptica, diaforética, emenagoga

    Princípios ativos   Alcalóides, glicosídeos, óleo essencial, taninos, flavonóides, diterpenos, desquiterpenóides

    Indicações terapêuticas   Afecções (gástricas, hepáticas, renais, do baço),  tensão pré- menstrual, asma, febres, dispepsias, diarréia pesada, gota,  hidropisia, convulsões, epilepsia, palpitações, flatulência, prurido,  eczemas

    Informações complementares

                             Outros nomes populares

    Caçaú, erva-de-urubu, angélico, mata-porco, calunga, patinho,  cipó-mata-cobra, urubu-caá, contra-erva, angelicó, aristolóquia,  capa-homem, erva-bicha, chaleira-de-judeu, cassiu, cassau, papo-de-galo,  giboinha.


     Espécies afins

    Existem no Brasil várias espécies de Aristolochia com características e  propriedades semelhantes e também conhecidas pelos mesmos nomes  populares. São elas:



    • Aristolochia triangularis Cham. (encontrada principalmente no RS)
    • Aristolochia esperanzae O. Kuntze (MT e MS)
    • Aristolochia ridícula N. E. Br. (SP, PR, MG, RJ, MS)
    • Aristolochia brasiliensis Mart. & Zucc. (Nordeste)
    • Aristolochia arcuata Mast. (SP, MG, MS)
    • Aristolochia gigantea Mart. & Zucc. (caatinga - esta mais cultivada para fins ornamentais).
    Origem

    Brasil. É encontrada principalmente das Guianas até os estados de Minas Gerais e São Paulo. 

    Princípios ativos

      Num outro estudo com A. ridicula, isolou-se duas biflavonas, quatro chalcona-flavonas pouco comuns e um tetraflavonóide. 


    Uso medicinal

    Amplamente utilizada na medicina tradicional brasileira e de vários  países da América do Sul, sendo empregada principalmente para a asma,  febres, dispepsias, diarréia pesada, gota, hidropisia, convulsões,  epilepsia, palpitações, flatulência, prurido e eczemas.


     Em algumas regiões é empregada também com bons resultados contra a falta  de apetite (anorexia), e contra os males do estômago em geral  (dispepsia), prisão de ventre, indigestão e dor de estômago.


     Externamente é empregada para caspa e orquite (inflamação dos  testículos) na forma de banho. É usada também no tratamento da falta de  menstruação (amenorréia) e nos casos de clorose (anemia peculiar a  mulher devido a deficiência de ferro por excesso de sangramento durante a  menstruação).


     Segundo Pio Corrêa, o suco das folhas de  A. triangularis é reputado  anti-helmíntico. Ele afirma também que as Aristolochiaceas passam por  neutralizar, ou realmente neutralizam, o veneno das cobras, usando-se  internamente para este fim o suco das raízes e folhas. As folhas que  devidamente contusas são simultaneamente aplicadas sobre o local da  picada. 


    Dosagem indicada

    Afecções gástricas, afecções hepáticas, afecções renais, afecções do baço, tensão pré-menstrual. Vários modos de uso:



    • Coloque 1 colher (sobremesa) do caule seco em 1 xícara (chá) de água em  fervura. Desligue o fogo, espere amornar e coe. Tome 1 xícara (chá) , 2  vezes ao dia, de preferência 30 minutos antes das principais refeições.
    • Coloque 2 colheres (sopa) do caule seco em 1 xícara (chá) de álcool de  cereais a 70%. Deixe em maceração por 5 dias, agitando de vez em quando e  coe. Tome 1 colher (café) diluído em um pouco de água, 2 vezes ao dia.
    • Coloque 3 colheres (sopa) do caule seco em 1 garrafa de vinho branco.  Deixe em maceração por 8 dias e coe. Tome 1 cálice, de preferência 15  minutos antes das principais refeições.

    Reumatismo, feridas, úlceras, micoses, sarnas


    Coloque 2 colheres (sopa) de folhas secas picadas em 1 copo de água em  fervura. Deixe ferver por 5 minutos e coe. Aplique no local afetado, com  um chumaço de algodão, 2 vezes ao dia. 



    Contra-indicação

     O seu uso interno, nas doses recomendadas, não tem contra-indicação, mas não devem ser ultrapassadas.

     Segundo Pio Corrêa este cipó chega a ser abortivo. O uso deste cipó deve  ser cauteloso segundo ele, pois ele afirma que é de efeito enérgico e  mesmo perigoso, pois um simples decocto pode produzir o que ele chama de  "embriaguez aristolochica", que tem conseqüências sérias, inclusive  perturbações cerebrais.


     Curiosidades

    Os sertanejos acreditam que o cheiro das aristolochiaceas basta para  narcotisar as cobras e que, conseqüentemente, quando eles passam com as  pernas recém friccionadas de Mil Homens, ao longo do caminho, todas as  cobras adormecem.


     A superstição leva os mesmos sertanejos à convicção de que alguns  pedaços do caule destas plantas, trazidos à guisa de amuletos ou  colocados junto de objetos de uso diário (sob os arreios e os colchões,  nos canos das botas, etc.), preservam de desgraças de qualquer natureza. 




    Fonte:Plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #35 em: 10-03-2012 , 11:05 »

    Nome popular        CITRONELA



    Nome científico   Cymbopogon nardus (L.) Rendle

    Família   Poaceae (Gramineae)

    Sinonímia popular   Citronela-do-ceilão, cidró-do-paraguai

    Parte usada   Folhas e colmos verdes e seu óleo essencial

    Informações complementares

                       Nome em outro idioma

    Lenabatu-grass


     Origem

    Espécie originária do Ceilão e sul da Índia. 


    Descrição botânica

    É uma erva perene, cespitosa, de 0,80-1,20 m de altura. Os colmos são  eretos, lisos, semilenhosos, maciços, de cor verde-clara e internós  longos sobre um rizoma curto amarelo-escuro, com inúmeras raízes fortes,  fibrosas e longas.


     As folhas são planas, inteiras, estreitas, longas, de 0,5-1 m de altura,  com margens ásperas, ápice agudo, face superior verde-escura-brilhante e  inferior verde-oliva-grisácea. Apresentam aspecto curvo, sendo  intensamente aromáticas, lembrando o eucalipto citriodora.


     A inflorescência é em panícula, formada por racemos curtos e geminados. A  citronela dá sementes atrofiadas, embora floresça abundantemente na  primavera.


     Informações para o cultivo

    Variedades: não existem seleções de variedades de citronela, e as referidas como variedades são, na verdade, outras espécies. 


    Clima: é planta de clima tropical ou subtropical. Não suporta  frio, e as geadas causam a morte das plantas. No seu período de  crescimento, é exigente em chuvas, mas próximo à colheita o excesso de  precipitação afeta o teor e a qualidade do óleo. É cultura exigente em  luz (intensidade luminosa e horas de luz) e em calor. 


    Solos: areno-argiloso a francos, porosos e férteis (em matéria orgânica e em nutrientes), bem drenados e com boa exposição. 


    Plantio: é feito por meio da divisão das touceiras que, com a  redução das folhas e das raízes, constituirão as mudas. É realizado no  início do outono (março-abril) ou na entrada da primavera (setembro).  Devem-se evitar períodos de frio e calor intenso. Os espaçamentos serão  de 0,80 a 1 m por 0,40 a 0,50 m, aumentados para mais ou para menos, de  acordo com a fertilidade do solo. Recomenda-se efetuar o plantio em dias  sombrios ou chuvosos, não deixando secar as raízes das mudas, e  fazer  uma boa irrigação  em seguida. 


    Tratos culturais: constarão de replantes das falhas, de capinas, irrigações e adubações de cobertura. 


    Pragas e doenças: não se conhecem pragas e doenças incidentes  sobre esta cultura. Alguns sintomas que se assemelham aos de doenças  fúngicas em geral se revelam como carência de nitrogênio, potássio,  ferro, etc. 


    Colheita: é feita a partir do segundo ano, em cortes a 5 cm  acima do solo. Normalmente, é possível um segundo –  e mesmo um terceiro  –  corte a 5 cm acima do solo, em cultivos bem conduzidos. Produções de  80-100 L de óleo/ha são comuns no Estado. 


    Duração da cultura: mesmo que as plantas possam durar 8 anos ou mais, convém substituir o cultivo a cada 4 anos de produção (no 5º ano). 


    Operações pós-colheita:  a colheita deve ser levada imediatamente para a destilação, para que não ocorram perdas de óleo essencial.


    Mercado: embora outros países antes não-produtores tenham  entrado no mercado mundial e seu preço oscilado, com freqüentes baixas, a  demanda ainda tem sido elevada, e os preços conseguidos permitem ainda o  cultivo desta planta em escala econômica. 


    Aplicação do óleo essencial



    • Como planta aromática para fins de perfumaria
    • Para afugentar insetos do lar e de grãos armazenados
    • Como desinfetante do lar e bactericida laboratorial
    • Como matéria-prima para a síntese de outros aromas



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    « Responder #36 em: 10-03-2012 , 11:06 »

    Nome popular        COMINHO



    Nome científico   Cominum cyminum L.

    Família   Apiaceae

    Sinonímia popular   Cuminho

    Parte usada   Sementes

    Princípios ativos   Óleo essencial, óleo fixo, resina, tanino, proteínas  (aleurona). O teor de óleo essencial aumenta muito com o amadurecimento  do fruto.

    Indicações terapêuticas   Excesso de gases intestinais, atonias gástricas e intestinais, descongestionamento mamário das lactentes.

     Informações complementares

                                   
    Nome em outros idiomas


    Inglês, Francês: cumin
    Alemão: Mutterkuemmel
    Italiano: Comino. 

    Origem


    África. 


    Características

     Planta herbácea (fruto não comestível), de ciclo anual, alcança mais ou  menos 40cm de altura, de caule ereto, estriado, revestido de pêlos na  parte superior, ramoso e com raízes brancas e fobrosas.


     As folhas são alternas, distantes, glabras, recortadas em longos  colmilhos, quase capilares. As flores são brancas ou avermelhadas,  pequenas, dispostas em umbelas terminais; corola com 5 pétalas.


     O fruto é oblongo, elipsóide, adelgaçado na extremidade, estriado,  coroado pelos dentes do cálice pubescente; exala um odor forte, aromático e pouco agradável, e o sabor é  acre. As sementes são côncavas. É utilizado na indústria de perfumaria e  também aplicado em certos tipos de queijo e pão. 


     As sementes do cominho são a base do famoso licôr "Kümmel", ou "Creme de Munique" e de outras bebida licorosas. São muito semelhantes às sementes da alcarávia, distinguindo-se apenas por seus minúsculos pêlos. Pertence à mesma família do funcho, do anís, da erva-doce e da alcarávia. 


    Uso medicinal

    É utilizado no combate ao excesso de gases intestinais, as dispepsias  putrefativas e fermentativas, as atonias gástricas e intestinais, os  espasmos gastrintestinais e as gastralgias nervosas. 


    Externamente é usado sob a forma de cataplasma, auxiliando na  resolução de abcessos e no descongestionamento mamário das lactentes.   


    Uso alimentar

    Inteiro ou moído, o cominho é empregado como condimento e na fabricação  de licores. Serve também para aromatizar alguns tipos de queijos, pães e  bolos, deixando-os com odor e sabor mais fortes e acres. 


    Como usar

     Nas atonias gastrintestinais. Em uma xícara (de chá) com água fervente, colocar 2g de semente de  cominho. Abafar por cerca de 10 minutos, coar e beber antes das  principais refeições. 


    Como chá estomacal. Ferver por 5 minutos em uma  xícara (de chá) com água, 1g de semente de cominho, um pedaço de casca  de carqueja e 1g de semente de angélica. Coar e beber antes das principais refeições. 


    Contra gases intestinais. Macerar por 5 dias 20g  de sementes de cominho em 100ml de álcool neutro 60º. Coar. Diluir uma  xícara (de chá) em um pouco d’água e beber após as principais refeições. 


    Como vinho digestivo. Macerar por 5 dias 30g de  sementes de cominho em 1 litro de vinho branco doce. Coar e beber um  cálice após as principais refeições. 

    Mais sobre cominho...

     Falso-anis, falso-aneto, kümel, os grãos desta planta são confundidos  com outros temperos. O seu aroma é intenso e seu gosto acre é levemente  amargo. Provavelmente originário da Ásia central, o cominho é utilizado  há muito tempo: os egípcios usavam-no como pimenta e colocavam seus  frutos dentro das tumbas, como oferenda. Na Idade Média, o cominho era  considerado como um tempero aristocrático, utilizado para temperar as  aves a fim de facilitar a digestão. 


     Uma especiaria popular ao redor do mundo, especialmente na América  Latina, norte da África e Ásia, tem pouca aceitação na Europa, onde é  utilizada para temperar queijos na França e Holanda. Típico na Índia,  onde é parte do curry em pó e largamente empregado na cozinha tandoori,  seus frutos são usados inteiros, podendo ser fritos ou assados antes do  uso. Os legumes, especialmente as lentilhas, são temperados com cominho  frito na manteiga.

    Pode ser utilizado em misturas de temperos,  polvilhados nos pratos antes de servir. O cominho preto é o fruto da  planta de mesmo nome que cresce no Irã e na região norte da Índia,  algumas vezes preferida em detrimento do cominho branco. 


    Uso culinário

     O cominho faz parte da composição do curry, é utilizado na cozinha  oriental e mediterrânea. Na Alemanha, certos pães são temperados com  suas sementes. Alguns queijos, como o gouda e o munster, podem também  ser feitos com grãos de cominho em seu interior. O cominho também é  utilizado moído, em pó, em muitos pratos da culinária árabe. 


     Usam-se as folhas e raízes (muito finas, fracas e esbranquiçadas, são  aromáticas e consideradas uma "délicatesse" à mesa). As flores pequenas,  brancas ou levemente rosadas, não são usadas na culinária, mas originam  pequenos frutos, que contêm as sementes, muito aromáticas.


     Usam-se ainda as folhas e os grãos nos preparos de molhos para carnes e  peixes, legumes, ovos, queijos e sopas. Na Holanda é comum utilizá-lo em  bolos e doces 


    Curiosidades

    O cominho foi trazido para a Europa pelos árabes, que lhe atribuíam um poder afrodisíaco. 


     A presença de sementes do cominho dentre outros alimentos encontrados no  poço funerário de uma mulher da II dinastia do antigo Egito (cerca de  3.700 aC.) nos confirma que esse tempero é conhecido já há bastante  tempo.


          A palavra cominho vem do latim cuminum, provavelmente com origens  semitas. Em países de língua alemã é freqüentemente confundido com o  kümmel, mais popular naqueles locais.





    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #37 em: 10-03-2012 , 11:07 »

    Nome popular        CONFREI



    Nome científico   Symphytum officinale L.

    Parte usada   Rizoma, raíz, folha

    Propriedades terapêuticas   Hemostático, antinflamatório, cicatrizante.

    Indicações terapêuticas   Úlcera, ferida, corte, fratura, afecção óssea.

    Informações complementares

                 CONFREI (Symphitum sp. L.)

    Indicações

      Utilizado para favorecer o crescimento de tecidos novos em ulcerações,  feridas e cortes, fraturas e afecções ósseas (onde age como indutor da  produção calcárea). 


    Dosagem indicada

     Cataplasma e banhos locais - várias vezes ao dia. 


     Emplasto: esmagar folhas em água morna e colocar diretamente sobre  ferimentos (cicatrizantes, lavar e repetir 2 vezes ao dia. No caso de  contusões e inchaços colocar o emplasto dentro de um pano antes de  aplicar. 


     Tintura: 1 parte de sumo das folhas em 5 partes de álcool, preparar pomadas e ungüentos. 

    Outros usos


    Muito utilizada como forrageira pelo alto teor de proteína e excelente produção de massa verde.


     Cuidados

    Existem referências que tratam da presença de alcalóides cancerígenos no  confrei, principalmente em folhas jovens.

    O uso externo sobre feridas  pode promover rápida cicatrização externa, sendo que o processo  inflamatório pode continuar internamente. A absorção dérmica, das  substâncias tóxicas, parece não ser significativa.         




    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #38 em: 10-03-2012 , 11:08 »

    Nome popular        COPAÍBA



    Nome científico   Copaifera officinalis (Jacq.) L.

    Sinonímia científica   Copaifera reticulada Ducke

    Propriedades terapêuticas   Antinflamatório, cicatrizante.

    Indicações terapêuticas   O oléo é antinflamatório e cicatrizante de feridas,  principalmente das vias urinárias e pulmonares. Tem ação contra o bacilo  de tétano e contra a herpes.

    Informações complementares

           Nome científico: Copaifera reticulada Ducke. 


     O oléo é antinflamatório e cicatrizante de feridas, principalmente das  vias urinárias e pulmonares. Tem ação contra o bacilo de tétano e contra  a herpes. C. reticulata dunke é uma das espécies de copaíba. C. é  abreviatura do gênero Copaifera, cujo óleo é muito empregado em  Fitoterapia. A nossa espécie mais comum é a Copaifera officinalis, que ocorre na Amazônia. Cuidado para não confundir, na bibliografia há outras espécies com o nome C. reticulata, por exemplo, Citrus reticulata (uma tangerina). Ricardo B. Buchaul





    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    « Responder #39 em: 10-03-2012 , 11:08 »

    Nome popular        CORONILHA



    Nome científico   Scutia buxifolia Reiss

    Família   Rhamnaceae

    Parte usada   Cascas do tronco e folhas.

    Propriedades terapêuticas   Diurética, hipotensora.

    Indicações terapêuticas   Tônico cardíaco

    Informações complementares

           Origem

    Espécie nativa das matas do sul da América do Sul. 


    Descrição botânica

      Pequena árvore ou arbusto de até 6m de altura, com espinhos. Folhas  opostas até alternas, inteiras ou com poucos dentes, lustrosas.  Inflorescências em fascículos axilares. Flores pequenas, verdes. 


    Cultivo

       Propagação: por sementes, mudas feitas nos viveiros para depois ir a campo. 


    Plantio: preferir no outono-inverno para realizar o plantio. Mudas devem ser tutoradas. 


    Florescimento: de outubro a janeiro dependendo da região do estado. 


    Uso medicinal

      Tintura das cascas é usada como tônico cardíaco. As cascas e as folhas são usadas como diuréticas e hipotensoras. 





    Fonte: plantas medicinais-ciagri
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    Tags: Plantas  Medicinais 
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