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« Responder #20 em: 12-01-2012 , 17:24 » |
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Nome popular ARTEMÍSIA

Nome científico Artemisia vulgaris L.
Parte usada Folhas e flores
Propriedades terapêuticas Antileucorréico, emenagogo, antiespasmódico, febrífugo.
Indicações terapêuticas Dor de cabeça, enxaqueca, artrite, diarréia, perturbação gástrica, insônia. Informações complementares
O texto refere-se a ARTEMÍSIA com nome científico Chrysanthemum parthenium Bern. Uso medicinalAntileucorréico, emenagogo, antiespasmódico, febrifugo, para dores de cabeça, enxaquecas, artrites, diarréia, perturbações gástricas e insônia. Dosagem indicada Infusão - 2 a 3 folhas e 3 a 4 flores em 1 xíc. de chá com água, tomar 1 xíc. por dia. Outros usos Planta ornamental, repelente de insetos. ToxicologiaNão deve ser utilizado durante a gravidez, pois exerce forte ação sobre o útero, podendo causar aborto. ColaboraçãoSérgio Antonio Barraca
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« Responder #21 em: 12-01-2012 , 17:25 » |
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Nome popular PAU DE CABINDA
 
Pau de Cabinda um dos melhores afrodisíacos do mercado. Proveniente da casca de árvore com o mesmo nome, só é possível encontrar em Angola, nas florestas de Cabinda.
Propriedades terapêuticas um dos melhores afrodisíacos do mercado
Indicações terapêuticas combate problemas de impotência e de frigidez), estimulante e revigorante super-forte (debilidade e astenia sexual) O autêntico e genuíno Pau de Cabinda, de acção quase imediata, actua de forma complexa sobre a fisiologia sexual, potente afrodisíaco Os seus efeitos variam individualmente havendo situações em que se manifesta actividade quase imediata e outros casos em que a actividade é registada após algum tempo. Pau de Cabinda é: - um potente afrodisíaco (combate problemas de impotência e de frigidez); - um estimulante e revigorante super-forte (debilidade e astenia sexual). Parte usada [COLOR="Purple"] Casca [/COLOR][SIZE="4"][/SIZE] Uso recomendado: Colocar 10-15g (1 colher de sopa) em 1l de água fria, levar ao lume e deixar ferver 10 minutos. Deixar em infusão 30 minutos. Coar e beber o máximo até 0,5 litro por dia (de preferência beber uma chávena 1 hora antes do efeito desejado). Aviso: A segurança do uso deste produto em caso de gravidez e aleitamento não foi determinada, pelo que não se recomenda a sua utilização nestas situações, sem o devido acompanhamento médico. Não exceder as dosagens recomendadas. Pode ser utilizado por homens e mulheres adultos. Não aconselhável a pessoas que sofram de insuficiência renal, que tenham problemas respiratórios, sejam hipertensas, ou portadoras de doenças cardiovasculares. Mesmo em pessoas saudáveis este chá deve ser tomado moderadamente. ToxicologiaÉ o Chá de Pau de Cabinda, que tantos falam e que poucos experimentaram. Excelente Afrodisíaco, para ele e para ela, de origem natural sem manipulação nem misturas. O autêntico Pau de Cabinda, de acção quase imediata, especialmente indicado para estimulação e aumento do apetite sexual, está aqui á distancia de um click. Composição: Pau de Cabinda em pó grosso. Peso aprox: 25 gramas. Atenção: Este produto NÃO é aconselhado a pessoas que sofram de insuficiência renal, que tenham problemas respiratórios, sejam hipertensas, ou portadoras de doenças cardiovasculares. Mesmo em pessoas saudáveis este chá deve ser tomado moderadamente.
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« Responder #22 em: 12-01-2012 , 17:25 » |
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Nome popular AVELOZ
Nome científico Euphorbia tirucalli Família Euphorbiácea Sinonímia popular Árvore-do-lápis Parte usada Látex retirado dos ramos Propriedades terapêuticas Antiasmática, anticarcinogênica, antiespasmódica, antibiótica, antibacteriana, antivirótica, fungicida e expectorante Princípios ativos Hidrocarbonetos terpênicos e aldeídos. Indicações terapêuticas Tumores cancerosos e pré-cancerosos. Informações complementares
Habitat Originária da África e de lá foi levada para outros países tropicais. No Brasil se adaptou bem na região Nordeste. Descrição É um arbusto que pode atingir até 3 metros de altura, possui ramos verticiliados, cilíndricos, extremamente ramificado, com coloração verde. Dá uma excelente cerca viva. Propriedades químicas (Cont.) Óleos essenciais (eugenol), hidrocarbonetos terpênicos, aldeídos, látex, goma tirucalli, ésteres de forbol e ingenano ésteres de ingenol, 4-desoxi-forbol e 12-O-tetradecanoil forbol-13-acetato; 12-0-(22) (4E)-octadienol-4-deoxiforbol-13-acetado; ácido 3, 3’-di-0-metil-elágico; beta-sitosterol; ácido cítrico; ácido elágico; eufol; euforona; glucose; hentriacontanol; isoeuforal; kaempferol; ácido málico; sapogenina-acetatos; ácido succínico; taraxasterol; taraxerina e tirucalol. Indicações Na medicina alternativa é usado o suco (látex) leitoso cáustico, de efeito irritante na pele e aos olhos porém o seu suco dissolvido em água é indicado para tratamento de tumores cancerosos e pré-cancerosos. Pesquisadores americanos já se interessaram pelo aveloz e descobriram propriedades contra o carcinoma maligno, como complemento de outros procedimentos médicos. ToxicidadePor ser altamente cáustico, o látex precisa ser diluído em água. O látex puro pode provocar até uma hemorragia. Devido a sua toxicidade, o professor Lelington, químico-fitologista (UFPR), aconselha que o uso mais seguro do aveloz seja de glóbulos homeopáticos, pois tem o mesmo efeito das gotas e não agridem o estômago. Usar 6 glóbulos sublingual de manhã e a noite.
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« Responder #23 em: 12-01-2012 , 17:26 » |
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Nome popular AZEDINHA
Família Oxalidáceas Sinonímia popular Oxálida-azeda Parte usada Folhas frescas Propriedades terapêuticas Febrífuga, diurética, refrescante, depurativa, expectorante, adstringente, desopilante, descongestionante Princípios ativos Ácido ascórbico, mucilagem, oxalatos (ácido oxálico e oxalato ácido de potássio) Indicações terapêuticas Inflamações intestinais e da bexiga, constipação, feridas, gengivite, febre Informações complementares Atenção Não confundir esta azedinha ( Oxalis acetosella L.) com outra azedinha ( Rumex acetosa L) Nomes em outros idiomas - Sauerklee: alemão
- Acederilla, aleluya: espanhol
- Alléluia: francês
- Wood sorrel: inglês
- Acetosella: italiano
Partes usadas Folhas frescas. As folhas secas perdem quase todas as suas propriedades terapêuticas. Propriedades terapêuticas Febrífuga, diurética, refrescante, depurativas nas inflamações intestinais e da bexiga (nefrites), expectorante, adstringente, desopilantes e descongestionantes do fígado (indicado na icterícia), antiescorbútico pelo teor de vitamina C. Uso medicinal Por suas propriedades febrífugas, diuréticas e refrescantes é muito apreciada por todos aqueles que se voltam para a natureza para curar e prevenir os seus males. O seu sabor ácido é muito agradável. Quem quiser uma cura branda, mas contínua, contra as inflamações intestinais e da bexiga pode misturar algumas folhas frescas à salada. Ricas em vitamina C, as folhas são também um remédio eficaz contra a constipação. Para uso externo, ela possui um efeito adstringente em feridas, ajudando com isso a uma cicatrização mais rápida. Compressas de folhas esmagadas servem para reduzir os inchaços. Antigamente as folhas frescas eram mastigadas para curar casos de gengivite. Dosagens indicadas Abscessos frios (cataplasma): misturar um punhado de folhas frescas, cozidas e mornas, com uma colher de azeite puríssimo, aplicando sobre o abscessos com um pedaço de gaze. Diurético (decocção): ferver por 5 minutos, 50g de folhas em um litro de água. Consumir o líquido frio, em calicezinhos durante o dia. Infusão: com as mesmas doses da decocção, obter um medicamento mais suave. Febre (decocção): ferver em um litro de água 60g de folhas. Adoçar um pouco e beber em calicezinhos durante o dia. Intestinos (inflamações, decocção): colocar em uma panelinha 25g de azeite com 50g de folhas frescas de azedinha, 15g de folhas frescas de cerefólio, 15g de folhas de alface e 15g de folhas de beterraba. Ferver tudo até que as folhas estejam cozidas. Passar o líquido por um pedaço de tela, apertando bem para extrair todo o líquido. Beber uma colher de hora em hora até a inflamação desaparecer. Contra-indicações A planta, utilizada por propriedades estimulantes desde a antiguidade, deve ser usada com moderação. Por ter um alto teor de ácido oxálico, deve-se limitar o uso principalmente por aqueles que sofrem de cálculos renais. Contra-indicado também em casos de gastrite. É importante não exceder a dose para evitar efeitos tóxicos. O consumo exagerado desta planta induz a sintomas de intoxicação. Efeito colateral O ácido oxálico contido nesta planta na forma de oxalato ácido de potássio reduz a absorção do cálcio por parte do organismo. Uso culinário Um punhado de folhas frescas picadas pode ser adicionado à saladas, conferindo-lhes um agradável e estimulante sabor ácido. Pode também ser utilizado para enriquecer o sabor de sopas de legumes e molhos. Curiosidades O nome do gênero oxalis vem do grego óxos, vinagre, devido à característica condimentar de suas folhas, e o termo é reforçado pelo nome da espécie.
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« Responder #24 em: 26-01-2012 , 13:31 » |
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Nome popular BÁLSAMO
Nome científico Cotyledon orbiculata L. Família Crassulaceae Sinonímia popular Pau-de-bálsamo, balso, cabraiba, óleo-vermelho, cabureiba, pau-vermelho. Parte usada Folhas frescas Propriedades terapêuticas Digestivo, cicatrizante, emoliente. Princípios ativos Ácidos benzóico e cinâmico. Indicações terapêuticas Inflamações gastroentestinais e de pele, úlcera, erisipela, afecções do aparelho respiratório e urinário, diabetes, bronquite crônica, queimaduras, frieiras. Informações complementares
OrigemÁfrica do sul, Ásia e América Tropical. DescriçãoÁrvore de parte altaneira de casca grossa e inerme. Folhas compostas de 3 a 11 folíolos ovais e lisos. Flores em cacho, brancas. Vagem alongada, curva, tendo 1 a 2 sementes, com pedúnculo achatado. Uso farmaco-terapêuticoDigestivo, cicatrizante, emoliente, usado em inflamações gastroentestinais e de pele. PropagaçãoPor estaquia. Formas farmacêuticas habituaisÓleo extraído do tronco, sumo e suco. Indicação, Preparo e PosologiaUso ao natural, sob a forma de saladas, sem tempero (inflamações gástricas), apresenta uma ação protetora contra úlcera, erisipela. Usado também para combater afecções do aparelho respiratório e urinário. O óleo é usado ainda contra diabetes, bronquite crônica, queimaduras, frieiras. - Sumo: aplicar sobre a pele inflamada.
- Suco: 10 folhas batidas no liquidificador com 1 ½ de água. Tomar ½ copo antes do café da manhã.
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« Responder #25 em: 26-01-2012 , 13:32 » |
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Nome popular BABOSA
Nome científico Aloe Vera (L.) Burm. F. Família Liliaceae Parte usada Folha, polpa, seiva Propriedades terapêuticas Emoliente, resolutivo, antioftálmica, vulnerária, vermífuga Indicações terapêuticas Queda de cabelo, caspa, brilho no cabelo, combate a piolho e lêndea, inflamação, queimadura, eczema, erisipela, retite hemorroidal, entorse, contusão, dor reumática. Informações complementares
Origem Planta arbustiva, de folhas carnosas, perene, encontrada originalmente nas partes secas da África, especificamente no Cabo Colônia e nas montanhas da África tropical. Uso medicinal O suco das folhas é emoliente e resolutivo, quando usadas topicamente sobre inflamações, queimaduras, eczemas, erisipelas, queda de cabelo, etc. A polpa é antioftálmica, vulnerária e vermífuga (uso interno). A folha despida de cutícula é um supositório nas retites hemorroidais. É ainda utilizada externamente em entorses, contusões e dores reumáticas. Dosagem indicada Anti-helmíntico Suco: uso interno do suco fresco, como anti-helmíntico. Queimaduras Cataplasma: aplicar sobre queimaduras 3 vezes ao dia. Retites hemorroidais Supositório: em retites hemorroidais. Laxante Resina: é a mucilagem após a secagem. Prepara-se deixando as folhas penduradas com a base cortada para baixo por 1 ou 2 dias, esse sumo é seco ao fogo ou ao sol, quando bem seco pode ser transformado em pó dissolvido em água com açúcar, como laxante. Contusões, entorces e dores reumáticas Tintura: usam-se 50 g de folhas descascadas, trituradas com 250 ml de álcool e 250 ml de água, a tintura é coada em seguida. Deve ser utilizada sob a forma de compressas e massagens nas contusões, entorces e dores reumáticas. Queda de cabelo, caspa, brilho no cabelo, combate a piolhos e lêndeas Lave as folhas frescas, tire a casca, ficando somente com a polpa gosmenta e amarelada. Coloque 1 porção de polpa amarelada em um copo de água fervente, abafe por 15 minutos e coe com uma peneira. Lave a cabeça e, em seguida, aplique a gosma no couro cabeludo, massageando ligeiramente. Deixe agir por 1 hora. Enxágüe a cabeça com água quente ou morna. No caso de piolhos ou lêndeas, passar o pente fino em seguida. (Plantas que Curam, Dr. Sylvio Pannizza) ToxicologiaNão deve ser ingerida por mulheres durante a menstruação ou gravidez. Também deve ser evitada nos estados hemorroidários. Não usar internamente em crianças.
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« Responder #26 em: 06-03-2012 , 12:04 » |
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Nome popular CARURU

Nome científico Amaranthus viridis L. Família Amaranthaceae Sinonímia popular Amaranto, Caruru-de-Cuia, Caruru-Rôxo, Caruru-de-Mancha, Caruru-de-Porco, Caruru-de-Espinho, Bredo-de-Chifre, Bredo-de-Espinho, Bredo-vermelho, Bredo. Parte usada Folhas, talos e sementes Propriedades terapêuticas Lactígeno Princípios ativos Rico em ferro, potássio, cálcio e vitaminas A, B1, B2 e C. Indicações terapêuticas Infecções, problemas hepáticos, hidropsia, catarro da bexiga Informações complementares
CaracterísticasPlanta herbácea de ciclo anual, com o nome de Amaranto, Bredo ou Caruru são conhecidas inúmeras plantas da família das Amarantáceas. Em geral medem até 80cm. de altura, têm talo ereto e pouco ramificado. As folhas são verdes, simples, de bordas às vezes onduladas, com margens uniformes ou com lóbulos evidenciados. Algumas espécies, apresentam uma mancha clara no centro das folhas. As flores são hermafroditas, dispostas em pequenos aglomerados, no ápice dos ramos ou nas axilas das folhas. As brácteas são ovais com a base mais larga. Reproduz-se por sementes, fácil e intensamente. Uso na medicina caseiraAjuda a defender o organismo contra as infecções, e é recomendado como preventivo no tratamento de problemas hepáticos. Uso alimentarAs folhas e os talos do Caruru, após cozidos e escorridos, são utilizados em refogados, molhos, tortas, pastéis e panquecas. As sementes são usadas para fazer pães, e podem também ser ingeridas torradas. Nos dias atuais, pesquisadores de vários países, vêm se dedicando em resgatar esta planta, como uma espécie vegetal capaz de ajudar a enfrentar a alarmante situação de fome e desnutrição, a que estão sujeitos alguns países, por sua rusticidade, seu fácil cultivo, paladar agradável e ótimas qualidades nutricionais de suas folhas, talos e sementes, das quais se pode extrair farinha. CuriosidadeEsta planta era amplamente consumida e prestigiada por antigas civilizações das Américas Central e do Sul, onde existem registros arqueológicos que revelam seu cultivo há milhares de anos. Era associada ao milho, como planta sagrada. Observação Algumas plantas também são chamadas de Caruru, mas não são da família das Amarantáceas. É o caso do Caruru-de-Sapo, Oxalis martiniana Zuccini, família das Oxalidaceae; o Caruru-do-Reino, Boussingualtia baselloides H.B.K. família das Baselaceae; Caruru-Bravo, que é da família das Fitolacaceae; Caruru-das-Cachoeiras, Mourera fluviatilis Aublet, família das Podostemaceae; Caruru-Língua-de-Vaca, Talinum patens Jacquin, família das Portulacaceae; e muitas outras. Valor terapêuticoO infuso favorece a diurese e tem aplicação nas moléstias do fígado, na hidropsia e no catarro da bexiga. É bom lactígeno. Caruru (Amaranthus hypochondriacus L.) Sinônimos botânicos Amaranthus hybridus ssp. hypochondriacus (L.) Thellung, Amaranthus leucocarpus S. Wats., Amaranthus leucospermus S. Watson. Outros nomes popularesBredo; amaranth, pilewort, prince´s feather, prince-of-wales feather, lady bleeding, love lies bleeding, lovely bleeding, red cockscomb, spleen amaranth, velvet flower (inglês); amaranto, brusela (espanhol); ballan, bhui, chaya, cholai, kântâ-nutia, kânterimât, mulla-dantu, sarvari (hindú); chih-hsein , hsien-t´ai (chinês). Propriedades medicinaisAdstringente, anti-séptico, demulcente, diurético, regulador menstrual, tônico, vulnerário. IndicaçõesDiarréia, disenteria, menorragia, gengivites, amidalites, corrimento vaginal, ferimento, hemorragia nasal e nos intestinos, leucorréia. Parte utilizadaFolhas Modo de usar Infusão ou decocção para uso interno: duas colheres de sopa de folhas e flores secas em 1 litro de água fervente. 3 xícaras de chá ao dia: diarréia, disenteria, hemorragia nos intestinos. Infusão ou decocção para uso externo: seis colheres de sopa de folhas e flores secas em um litro de água: lavagem de ferimentos, hemorragias, gargarejos e bochechos para aftas e ulcerações bucais, irrigações vaginais, compressas. Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #27 em: 06-03-2012 , 12:05 » |
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| Nome popular CÁSCARA SAGRADA

Nome científico Rhamnus purshiana D.C
Família Ramnácea
Parte usada Cascas secas do tronco e dos ramos.
Propriedades terapêuticas Purgativo.
Princípios ativos Derivados antraquinónicos: predominam os cascarósidos A e B, em menor quantidade os C, D, E e F, aloína e antraquinonas livres. Taninos. Sais minerais. Constituintes amargos.
Indicações terapêuticas Principal indicação: obstipação ocasional (uso aprovado pela Comissão E, German Commission E Monographs, do Ministério da Saúde da República Federal Alemã).
Informações complementares
Habitat e distribuição
Árvore espontânea da região americana do Oceano Pacífico, desde o norte dos Estados Unidos da América até a Colômbia.
Constituintes (cont.)
Derivados antraquinónicos (8-10%): predominam os cascarósidos A e B, em menor quantidade os C, D, E e F, aloína e antraquinonas livres (crisofanol e emodol). Taninos. Sais minerais. Constituintes amargos. Segundo a F.P. VI, o fármaco seco deve conter 8,0% de heterósidos antraquinónicos, dos quais 60%, no mínimo, são constituídos por cascarósidos expressos em carcarósido A.
Farmacologia e actividade biológica
Os constituintes antraquinónicos originam acção colagoga e laxante em doses baixas ou acção purgativa em doses maiores. Para as mesmas quantidades de fármaco é mais activo que o amieiro negro.
Usos etnomédicos
Na obstipação ocasional, disquinésia hepatobiliar. Como purgativo para limpeza intestinal antecedendo exames radiológicos ou intervenções cirúrgicas.
Contra-indicações
Obstipação crônica; os laxantes catárticos, quando se usam sistematicamente, dão habituação.
Obstrução intestinal. Gravidez, amamentação (os lactantes podem ter diarréias), crianças menores de doze anos.
Estados inflamatórios intestinais agudos (doença de Crohn, colite ulcerosa), dor abdominal de origem desconhecida. Menstruação.
Efeitos secundários e toxicidade
Doses excessivas ou o seu uso em pessoas com uma maior sensibilidade ao fármaco, podem produzir espasmos intestinais, náuseas e vômitos.
Precauções
Usar só a casca envelhecida (pelo menos um ano) ou após aquecimento a 100ºC. Quando é recente pode provocar vômitos e espasmos gastrointestinais devido à existência de compostos sob a forma reduzida.
O uso prolongado de derivados antraquinonicaso, além de poderem conduzir a depleção de minerais, nomeadamente a hipocaliemia, pode originar um cólon atônico, sem as haustrações normais, dilatado, por destruição dos seus plexos intramurais.
Para o tratamento da obstipação crônica ou habitual, recomenda-se recorrer aos laxantes que aumentam o volume do bolo fecal e a uma dieta rica em fibras.
Formas de administração e posologia
Dose por dia, não mais de 1,5 g.
- Cozimento: 1 colher de café ou de sobremesa por chávena.
- Tintura (1:5): 40-60 gotas.
- Pó: cápsulas de 250 mg. Em caso de necessidade pode repetir-se até 3 vezes por dia.
- Extracto seco (5:1): 50-100 mg por cápsula.
Começar a administração com doses baixas e aumentá-las no caso de não produzir fezes brandas. Não prolongar o tratamento mais de uma semana, sem controlo médico.
Dose diária indicada pela E.S.C.O.P: o equivalente a 20-30 mg de derivados hidroxiantraquinônicos calculados em cascarósido A.
| Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #28 em: 06-03-2012 , 12:07 » |
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Nome popular CASTANHA-DA-ÍNDIA

Nome científico Aesculus hippocastanum L. Família Hipocastanáceas Parte usada Cascas, folhas e sementes (castanha da Índia). Princípios ativos Heterósidos hidroxicumarínicos; flavonóides; saponósidos triterpénicos; leucoantocianósidos; oligossacáridos; fitoesteróides; heterósidos hidroxicumarínicos; derivados do quercetol, ramnetol e campferol; saponósidos triterpénicos; taninos. Indicações terapêuticas Principais indicações terapêuticas: hemorróidas, varizes. Informações complementares
Habitat e distribuição Árvore originária do sudoeste da Europa (Caúcaso), norte da Grécia, prefere solos secos e está muito difundida nas regiões temperadas. Muito cultivada na Europa como árvore ornamental. Formas de administração e posologiaUso interno Cozimento: 30 a 50 g de casca/litro, 250-500 ml por dia. Infusão (folhas): 30 g/l, 2 a 3 chávenas por dia. Tintura (1:10): 50-100 gotas, 1 a 2 vezes por dia. Extracto seco (5:1): 200 a 600 mg por dia (deve estar ajustado entre 16 a 20% de escina anidra). Supositórios, com 20-30 mg de extracto seco.
Uso externo
Cozimento de casca, a 5%. Pomadas, creme ou gele a 20% de extracto fluido.
Princípios activos (cont.)
Casca: heterósidos hidroxicumarínicos 2 a 3% (esculósido, fraxósido); flavonóides (campferol, quercitina livre e na forma de heterósido); saponósidos triterpénicos 3 a 5% (escina): taninos catéquicos; leucoantocianósidos; oligossacáridos; fitoesteróides.
Farmacologia e actividade biológica
A escina e o esculósido são responsáveis pelas propriedades anti-exudativas, venotónicas e aumento da resistência capilar.
A escina é anti-inflamatória e diminue a permeabilidade e a fragilidade capilar. As suas propriedades anti-exudativas contribuem para a reabsorção dos edemas.
O esculósido é ainda protector solar. Os taninos contidos na casca e folhas, têm um efeito adstringente. Os extractos mostram elevada actividade anti-radicalar.
Principais aplicações cosméticas e dermatológicas
Cremes contendo extractos glicólicos de folhas ou de sementes
Úteis para tonificar e melhorar a elasticidade do tecido cutâneo e, ainda, para inibir a progressão de rugas, estrias e olheiras ao estimularem a circulação local. São empregues em peles sensíveis e exercem um efeito estimulante sobre as peles envelhecidas, especialmente, pela actividade venotónica.
Usados, também, na acne-rosácea, e no tratamento das varizes das pernas.
Banhos cosméticos
Juntar 1 litro de cozimento de folhas a 20% em 10 litros de água tépida: para tonificar a pele e aumentar a sua elasticidade.
Efeitos secundários e toxicidade
Preparações cosméticas com teores elevados em esculósido podem produzir dermatites em peles sensíveis.
Contra-indicações
Gravidez, aleitação, crianças com idadeinferior a dez anos. Tratamentos com anticoagulantes.
- Folha: heterósidos hidroxicumarínicos (esculósido, escopoletósido, fraxósido; flavonóis); derivados do quercetol, ramnetol e campferol; taninos; leucoantocianósidos; vestígios de escina; fitosteróis: (sitosterol, estigmasterol, campestrol).
- Semente: flavonóides 8 a 28% (esculina); saponósidos triterpénicos 10% (escina); taninos catéquicos; hidoxicumarinas, pectina; mucilagem; óleo gordo; glúcidos 40 a 50% (amido).
| Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #29 em: 06-03-2012 , 12:07 » |
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Nome popular CATINGA-DE-MULATA

Nome científico Tanacetum vulgare L. Família Asteraceae Sinonímia popular Tanaceto, tanásia Propriedades terapêuticas Tônico aromático, anti-helmíntica, carminativa, antiespasmódica, colerética, estimulante de vísceras abdominais, inclusive útero. Princípios ativos Esteróides, terpenóides, óleos voláteis com tuiona (tóxica), ácido cafêico Indicações terapêuticas Regula o ciclo menstual, tonifica o útero Informações complementares
Outros nomes popularesAtanásia-das-boticas, erva-lombrigueira e tasneira (há outra planta, diferente desta, com este nome). DescriçãoÉ uma erva vivaz das Asteraceae/Compositae, tubifloras, geralmente com várias hastes em cada cepa, simples, roliças e angulosas. As folhas são ovaladas e a flor é um botão amarelado, plano ou pouco côncavo. Princípios ativos (continuação)Em sua composição química consta esteróides (B-sitosterol é o principal, campesterol, ccolesterol, estigmasterol e taraxasterol), terpenóides (principalmente amirinas, mas também lactonas sesquiterpênicas, incluindo arbusculina, tanacetina, germacreno e crispolídeo), óleos voláteis com tuiona (tóxica) e cânfora como componentes principais e ainda pireno, borneol, cineol, umbelona, sabineno e ácido cafêico. Uso medicinal É tônico aromático e amargo, e aromatizante natural (a planta é aromática) mas sua virtude maior é como anti-helmíntica, embora seja usada ainda como carminativa, antiespasmódica (Opdyke DLJ. Tansy oil. Food Cosmet Toxicol 1976; 14 : 869-71), colerética (pelo ácido cafêico) e estimulante de vísceras abdominais, inclusive útero. Na medicina caseira é usada em pomada para prurido anal e seu decoto é escabicida. Há trabalhos afirmando que diminui lipídeos séricos, ajuda abaixar o quantum de açúcar sérico e tem atividade anticancerígena. Dosagem indicadaEstudos dizem que regula o ciclo menstual e tonifica o útero. Nestes casos deve-se tomar infusão de 20g das flores em meio litro de água, duas xícaras por dia. ToxicidadeIntoxicações podem acontecer pela presença de tuiona. Grávidas e nutrizes não a devem usar. O sumo das folhas atrapalhou a coordenação motora de camundongos em teste feito por SANTANA, H. et ELISABETSKY, E. Estudos psicofarmacológicos de uma preparação Popular Reputada como Anticonvulsivante, apresentada no VIII Simpósio de Plantas Medicinais do Brasil, p.53. 4 a 6 de Setembro, Manaus-AM, 1984. Fonte: plantas medicinais-ciagri
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Neo
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« Responder #30 em: 06-03-2012 , 12:08 » |
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Nome popular CAVALINHA

Nome científico Equisetum arvense L. Família Equisetáceas Propriedades terapêuticas Diurético, anti-hipertensivo, mineralizante, antiinfeccioso, antiprostático. Princípios ativos Saponinas (equisetoninas), potássio, cálcio, fósforo, manganês, ácido silícico, flavonóides, alcalóides, taninos, fitosteróides, ácidos graxos aconitínico, benzóico, málico, gálico, péctico, vitamina C, resinas, lignanos Indicações terapêuticas Osteoporose, reumatismo, ajuda nos tratamentos para emagrecer, edema pré-menstrual, favorece o metabolismo do cálcio na coagulação sangüínea. Informações complementares
OrigemEuropa Nome em outros idiomas- Espanhol: cola de caballo, yunquillo, yerba de los plateros, yerba del tigre, cola de lagarto (Uruguai) e tembladera pequeña (Colômbia).
- Inglês: equisetum ou horsetail
DescriçãoAs cavalinhas ( Equisetum arvensis L/ Equisetum hyemale) habitam o mundo todo, inclusive o Brasil, onde se adaptou. É uma planta perene, rizomatosa e reptante da família das Equisetáceas, que prefere terrenos pantanosos ou úmidos. Caracteriza-se pelos talos férteis, pardo-amarelos ou estéreis, verdes. Os primeiros nascem no inverno e formam espigas esporangíferas de até 20 cm, enquanto os vedes, de até 80 cm, surgem dos primeiros. Esta planta deriva de ancestrais mesozóicos de mais de 270 milhões de anos. Seus rizomas são longos e tem nós de espaço a espaço além de lançarem ramificações compridas que formam curvas bonitas semelhantes ao que acontece com os rabos de cavalos. Daí seu nome. Tem 5% de saponinas (equisetoninas) e mais potássio, cálcio, fósforo, manganês, ácido silícico, flavonóides, alcalóides, taninos, fitosteróides, ácidos graxos (linolêico, linólico e oléico) aconitínico, benzóico, málico, gálico, péctico e vitamina C, além de resina e lignanos. Uso medicinalPor seu alto conteúdo mineral, principalmente o silício, a cavalinha é muito usada para recompor o tecido conjuntivo, por aumentar a atividade dos fibroblastos e a elasticidade dos tecidos, o que a torna útil na osteoporose e reumatismos (Weiss R., 1980). Por outro lado, tendo potássio, equisetonina e ácido gálico, é um bom diurético e anti-hipertensivo, além de ajudar nos tratamentos para emagrecer, conforme Bakke, F. et al., 1980, já estudaram. Nos edemas pré-menstruais, o equiseto pode ajudar muito, já que receita de diurético de síntese não funciona: na Colômbia, Corpas J. et al., em 1995, fizeram pesquisas neste sentido e mostraram que estigmas de milho e equiseto eram bons medicamentos para isto. Ademais, por ter ácidos, aconítico e cítrico, favorece o metabolismo do cálcio na coagulação sangüínea, contracenando estes ácidos com a silícea e os flavonóides (Viñas, F., 1993). Um trabalho de Peris, J. et al., em 1995, mostrou algum efeito retardador sobre o crescimento de células neoplásicas e do aparecimento de metástases e que os alcalóides podem ter ação anticolinérgica e oxitócica. Dosagem indicadaNa etnomedicina, decocção de seus talos (50 g/l) é usada como mineralizante, diurético, antiinfeccioso, urinário e antiprostático, com quatro xícaras ao dia (50 g tem aproximadamente 30 mg de silício, mais ou menos o que se usa em prescrição médica). Outros usosNa Europa, o E. hyemale, variedade do nosso equiseto, é usado para pulir prata e estanho. Isso é possível pela alta quantidade de silício que apresenta (a areia tem muito silício). Também o colocam sobre páginas de livros velhos para protegê-los de deterioração e na agricultura biológica a cavalinha macerada, seu pó ou decocção é usada para controle de pragas. Na cosmética, é reforçador de unhas e ajuda na prevenção de estrias e rugas por ter, como vimos, muito silício. Este metal participa da formação de glucosaminaglicanos, essenciais para o metabolismo de ossos e cartilagens. Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #31 em: 06-03-2012 , 12:10 » |
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Nome popular CEBOLA Nome científico Allium cepa L. Família Liliaceae Parte usada Bulbo tunicado Propriedades terapêuticas Antiinflamatória, antibiótica, antiviral, sedativa. Princípios ativos Óleo essencial (componentes sulfurados); vitaminas; sais minerais; pigmentos; flavonóides; glucoquinina, quercetina (não na cebola branca) Indicações terapêuticas Afecções das vias respiratórias (resfriados, gripes, coriza e tosse), eliminador de uréia e cloretos, diabetes, enxaqueca, asma, infecção urinária (suco). Informações complementares
Dosagem indicada, modo de usoUso Interno. Em um pilão coloque 1 cebola média e 2 colheres de açúcar cristal. Amasse bem. Deixe em repouso por 2 horas. Coe e adicione 1 colher de mel. Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #32 em: 06-03-2012 , 12:11 » |
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Nome popular CEREFÓLIO

Nome científico Anthriscus cerefolium (L.) Família Apiaceae Sinonímia científica Anthriscus longirostris Bertol., Cerefolium anthriscus (L.) Beck, Cerefolium cerefolium (L.) Sch. & Thell., Chaerophyllum sativum Lam., Scandix cerefolium L Parte usada Raiz Propriedades terapêuticas Tônica, depurativa, diurética, hipotensiva Princípios ativos Flavonóides, lignana, óleo essencial. Indicações terapêuticas Problemas na circulação, contra radicais livres, recomendado para a memória. Informações complementares
Histórico Esta erva é nativa do Oriente Médio, provavelmente sul da Rússia e do Cáucaso, e possivelmente foi introduzida na Europa pelos romanos. Tornou-se uma das ervas mais utilizadas na culinária francesa, na qual é considerada indispensável. O cerefólio embora tenha sido utilizado como uma droga é empregada principalmente como aromática para fins culinários (Fejes et al. 2000a). Constituintes Metilcavicol, 1-alil-2, 4- dimetoxibenzeno (Fejes et al. 2000). Atividade farmacológica O extrato possui atividade antioxidante e anti-lipoperoxidante, é utilizada popularmente para problemas na circulação (Fejes et al. 2000a, Fejes et al. 2000b). A raiz é usada como tônica no Japão e na China (Mitsugi et al. 1982). Possui atividade depurativa, diurética e hipotensiva (Flamini et al, 1997). Flavonóides e lignanas da raiz mostraram forte atividade contra os radicais livres, enquanto que o óleo obtido a partir da planta foi menos eficaz. A identificação dos constituintes dos extratos indicam que apiin é o principal flavonóide, deoxipodofilotoxina a principal lignana, e metilcavicol o componente predominante do óleo essencial (Fejes et al., 2003). O extrato é recomendado para melhorar a memória (Adams et al., 2007). Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #33 em: 06-03-2012 , 12:12 » |
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Nome popular CHAPÉU-DE-COURO

Nome científico Echinodorus grandiflorus (Cham. & Schltdl.) Micheli Família Alismataceae Sinonímia popular Chá mineiro, chá do pobre, chá da campanha. Sinonímia científica Gomphrena hyspidula Propriedades terapêuticas Diurético, depurativo Princípios ativos Holósides e heterósides. Indicações terapêuticas Doenças renais e das vias urinárias, reumatismos, erupções cutâneas e afecções hepáticas. Informações complementares
O indivíduo que usa o Chapéu de Couro adquire uma pele fina, sedosa, sem nenhuma excrecência; combate perfeitamente toda e qualquer moléstia da pele...". "Tenho curado velhos reumatismos ( 65 anos) só com o cozimento desta planta". A tintura de Chapéu de Couro usada com persistência, tira as manchas da pele, as dores artríticas, das cadeiras (lumbago) das juntas em consequência de reumatismo simples ou de origem sifilítica...". "Energéticos diuréticos, facilitando a elimimação das toxinas e dissolvente do Ácido Úrico". amilia: alismataceae Utilizada nas dores de origem reumática, afecções hepáticas a das vias urinárias, nos quadros de atenia, sendo também considerada auxiliar na terapêutica da hipertensão arterial. Sobre a pele, é empregada para retirada da manchas e certas afecções dermatológicas. Apresenta ação diurética. Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #34 em: 06-03-2012 , 12:13 » |
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Nome popular CIPÓ-MIL-HOMENS

Nome científico Aristolochia cymbifera Mart. & Zucc. Família Aristolochiaceae Sinonímia popular Jarrinha, bastarda, papo-de-peru, caçaú Sinonímia científica Aristolochia cymbifera var. abbreviata Duchtr. Parte usada Caule e folha Propriedades terapêuticas Diurética, sedativa, tônica, amarga, calmante dos nervos, estomáquica, anti-séptica, diaforética, emenagoga Princípios ativos Alcalóides, glicosídeos, óleo essencial, taninos, flavonóides, diterpenos, desquiterpenóides Indicações terapêuticas Afecções (gástricas, hepáticas, renais, do baço), tensão pré- menstrual, asma, febres, dispepsias, diarréia pesada, gota, hidropisia, convulsões, epilepsia, palpitações, flatulência, prurido, eczemas Informações complementares
Outros nomes popularesCaçaú, erva-de-urubu, angélico, mata-porco, calunga, patinho, cipó-mata-cobra, urubu-caá, contra-erva, angelicó, aristolóquia, capa-homem, erva-bicha, chaleira-de-judeu, cassiu, cassau, papo-de-galo, giboinha. Espécies afinsExistem no Brasil várias espécies de Aristolochia com características e propriedades semelhantes e também conhecidas pelos mesmos nomes populares. São elas: - Aristolochia triangularis Cham. (encontrada principalmente no RS)
- Aristolochia esperanzae O. Kuntze (MT e MS)
- Aristolochia ridícula N. E. Br. (SP, PR, MG, RJ, MS)
- Aristolochia brasiliensis Mart. & Zucc. (Nordeste)
- Aristolochia arcuata Mast. (SP, MG, MS)
- Aristolochia gigantea Mart. & Zucc. (caatinga - esta mais cultivada para fins ornamentais).
OrigemBrasil. É encontrada principalmente das Guianas até os estados de Minas Gerais e São Paulo. Princípios ativos Num outro estudo com A. ridicula, isolou-se duas biflavonas, quatro chalcona-flavonas pouco comuns e um tetraflavonóide. Uso medicinalAmplamente utilizada na medicina tradicional brasileira e de vários países da América do Sul, sendo empregada principalmente para a asma, febres, dispepsias, diarréia pesada, gota, hidropisia, convulsões, epilepsia, palpitações, flatulência, prurido e eczemas. Em algumas regiões é empregada também com bons resultados contra a falta de apetite (anorexia), e contra os males do estômago em geral (dispepsia), prisão de ventre, indigestão e dor de estômago. Externamente é empregada para caspa e orquite (inflamação dos testículos) na forma de banho. É usada também no tratamento da falta de menstruação (amenorréia) e nos casos de clorose (anemia peculiar a mulher devido a deficiência de ferro por excesso de sangramento durante a menstruação). Segundo Pio Corrêa, o suco das folhas de A. triangularis é reputado anti-helmíntico. Ele afirma também que as Aristolochiaceas passam por neutralizar, ou realmente neutralizam, o veneno das cobras, usando-se internamente para este fim o suco das raízes e folhas. As folhas que devidamente contusas são simultaneamente aplicadas sobre o local da picada. Dosagem indicada Afecções gástricas, afecções hepáticas, afecções renais, afecções do baço, tensão pré-menstrual. Vários modos de uso: - Coloque 1 colher (sobremesa) do caule seco em 1 xícara (chá) de água em fervura. Desligue o fogo, espere amornar e coe. Tome 1 xícara (chá) , 2 vezes ao dia, de preferência 30 minutos antes das principais refeições.
- Coloque 2 colheres (sopa) do caule seco em 1 xícara (chá) de álcool de cereais a 70%. Deixe em maceração por 5 dias, agitando de vez em quando e coe. Tome 1 colher (café) diluído em um pouco de água, 2 vezes ao dia.
- Coloque 3 colheres (sopa) do caule seco em 1 garrafa de vinho branco. Deixe em maceração por 8 dias e coe. Tome 1 cálice, de preferência 15 minutos antes das principais refeições.
Reumatismo, feridas, úlceras, micoses, sarnasColoque 2 colheres (sopa) de folhas secas picadas em 1 copo de água em fervura. Deixe ferver por 5 minutos e coe. Aplique no local afetado, com um chumaço de algodão, 2 vezes ao dia. Contra-indicação O seu uso interno, nas doses recomendadas, não tem contra-indicação, mas não devem ser ultrapassadas. Segundo Pio Corrêa este cipó chega a ser abortivo. O uso deste cipó deve ser cauteloso segundo ele, pois ele afirma que é de efeito enérgico e mesmo perigoso, pois um simples decocto pode produzir o que ele chama de "embriaguez aristolochica", que tem conseqüências sérias, inclusive perturbações cerebrais. CuriosidadesOs sertanejos acreditam que o cheiro das aristolochiaceas basta para narcotisar as cobras e que, conseqüentemente, quando eles passam com as pernas recém friccionadas de Mil Homens, ao longo do caminho, todas as cobras adormecem. A superstição leva os mesmos sertanejos à convicção de que alguns pedaços do caule destas plantas, trazidos à guisa de amuletos ou colocados junto de objetos de uso diário (sob os arreios e os colchões, nos canos das botas, etc.), preservam de desgraças de qualquer natureza. Fonte:Plantas medicinais-ciagri
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« Responder #35 em: 10-03-2012 , 11:05 » |
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Nome popular CITRONELA

Nome científico Cymbopogon nardus (L.) Rendle Família Poaceae (Gramineae) Sinonímia popular Citronela-do-ceilão, cidró-do-paraguai Parte usada Folhas e colmos verdes e seu óleo essencial Informações complementares
Nome em outro idioma Lenabatu-grass OrigemEspécie originária do Ceilão e sul da Índia. Descrição botânica É uma erva perene, cespitosa, de 0,80-1,20 m de altura. Os colmos são eretos, lisos, semilenhosos, maciços, de cor verde-clara e internós longos sobre um rizoma curto amarelo-escuro, com inúmeras raízes fortes, fibrosas e longas. As folhas são planas, inteiras, estreitas, longas, de 0,5-1 m de altura, com margens ásperas, ápice agudo, face superior verde-escura-brilhante e inferior verde-oliva-grisácea. Apresentam aspecto curvo, sendo intensamente aromáticas, lembrando o eucalipto citriodora. A inflorescência é em panícula, formada por racemos curtos e geminados. A citronela dá sementes atrofiadas, embora floresça abundantemente na primavera. Informações para o cultivo Variedades: não existem seleções de variedades de citronela, e as referidas como variedades são, na verdade, outras espécies. Clima: é planta de clima tropical ou subtropical. Não suporta frio, e as geadas causam a morte das plantas. No seu período de crescimento, é exigente em chuvas, mas próximo à colheita o excesso de precipitação afeta o teor e a qualidade do óleo. É cultura exigente em luz (intensidade luminosa e horas de luz) e em calor. Solos: areno-argiloso a francos, porosos e férteis (em matéria orgânica e em nutrientes), bem drenados e com boa exposição. Plantio: é feito por meio da divisão das touceiras que, com a redução das folhas e das raízes, constituirão as mudas. É realizado no início do outono (março-abril) ou na entrada da primavera (setembro). Devem-se evitar períodos de frio e calor intenso. Os espaçamentos serão de 0,80 a 1 m por 0,40 a 0,50 m, aumentados para mais ou para menos, de acordo com a fertilidade do solo. Recomenda-se efetuar o plantio em dias sombrios ou chuvosos, não deixando secar as raízes das mudas, e fazer uma boa irrigação em seguida. Tratos culturais: constarão de replantes das falhas, de capinas, irrigações e adubações de cobertura. Pragas e doenças: não se conhecem pragas e doenças incidentes sobre esta cultura. Alguns sintomas que se assemelham aos de doenças fúngicas em geral se revelam como carência de nitrogênio, potássio, ferro, etc. Colheita: é feita a partir do segundo ano, em cortes a 5 cm acima do solo. Normalmente, é possível um segundo – e mesmo um terceiro – corte a 5 cm acima do solo, em cultivos bem conduzidos. Produções de 80-100 L de óleo/ha são comuns no Estado. Duração da cultura: mesmo que as plantas possam durar 8 anos ou mais, convém substituir o cultivo a cada 4 anos de produção (no 5º ano). Operações pós-colheita: a colheita deve ser levada imediatamente para a destilação, para que não ocorram perdas de óleo essencial. Mercado: embora outros países antes não-produtores tenham entrado no mercado mundial e seu preço oscilado, com freqüentes baixas, a demanda ainda tem sido elevada, e os preços conseguidos permitem ainda o cultivo desta planta em escala econômica. Aplicação do óleo essencial - Como planta aromática para fins de perfumaria
- Para afugentar insetos do lar e de grãos armazenados
- Como desinfetante do lar e bactericida laboratorial
- Como matéria-prima para a síntese de outros aromas
Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #36 em: 10-03-2012 , 11:06 » |
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Nome popular COMINHO Nome científico Cominum cyminum L. Família Apiaceae Sinonímia popular Cuminho Parte usada Sementes Princípios ativos Óleo essencial, óleo fixo, resina, tanino, proteínas (aleurona). O teor de óleo essencial aumenta muito com o amadurecimento do fruto. Indicações terapêuticas Excesso de gases intestinais, atonias gástricas e intestinais, descongestionamento mamário das lactentes. Informações complementares
Nome em outros idiomasInglês, Francês: cumin Alemão: Mutterkuemmel Italiano: Comino.
Origem
África.
Características
Planta herbácea (fruto não comestível), de ciclo anual, alcança mais ou menos 40cm de altura, de caule ereto, estriado, revestido de pêlos na parte superior, ramoso e com raízes brancas e fobrosas.
As folhas são alternas, distantes, glabras, recortadas em longos colmilhos, quase capilares. As flores são brancas ou avermelhadas, pequenas, dispostas em umbelas terminais; corola com 5 pétalas.
O fruto é oblongo, elipsóide, adelgaçado na extremidade, estriado, coroado pelos dentes do cálice pubescente; exala um odor forte, aromático e pouco agradável, e o sabor é acre. As sementes são côncavas. É utilizado na indústria de perfumaria e também aplicado em certos tipos de queijo e pão.
As sementes do cominho são a base do famoso licôr "Kümmel", ou "Creme de Munique" e de outras bebida licorosas. São muito semelhantes às sementes da alcarávia, distinguindo-se apenas por seus minúsculos pêlos. Pertence à mesma família do funcho, do anís, da erva-doce e da alcarávia.
Uso medicinal
É utilizado no combate ao excesso de gases intestinais, as dispepsias putrefativas e fermentativas, as atonias gástricas e intestinais, os espasmos gastrintestinais e as gastralgias nervosas.
Externamente é usado sob a forma de cataplasma, auxiliando na resolução de abcessos e no descongestionamento mamário das lactentes.
Uso alimentar
Inteiro ou moído, o cominho é empregado como condimento e na fabricação de licores. Serve também para aromatizar alguns tipos de queijos, pães e bolos, deixando-os com odor e sabor mais fortes e acres.
Como usar
Nas atonias gastrintestinais. Em uma xícara (de chá) com água fervente, colocar 2g de semente de cominho. Abafar por cerca de 10 minutos, coar e beber antes das principais refeições.
Como chá estomacal. Ferver por 5 minutos em uma xícara (de chá) com água, 1g de semente de cominho, um pedaço de casca de carqueja e 1g de semente de angélica. Coar e beber antes das principais refeições.
Contra gases intestinais. Macerar por 5 dias 20g de sementes de cominho em 100ml de álcool neutro 60º. Coar. Diluir uma xícara (de chá) em um pouco d’água e beber após as principais refeições.
Como vinho digestivo. Macerar por 5 dias 30g de sementes de cominho em 1 litro de vinho branco doce. Coar e beber um cálice após as principais refeições. | Mais sobre cominho... Falso-anis, falso-aneto, kümel, os grãos desta planta são confundidos com outros temperos. O seu aroma é intenso e seu gosto acre é levemente amargo. Provavelmente originário da Ásia central, o cominho é utilizado há muito tempo: os egípcios usavam-no como pimenta e colocavam seus frutos dentro das tumbas, como oferenda. Na Idade Média, o cominho era considerado como um tempero aristocrático, utilizado para temperar as aves a fim de facilitar a digestão. Uma especiaria popular ao redor do mundo, especialmente na América Latina, norte da África e Ásia, tem pouca aceitação na Europa, onde é utilizada para temperar queijos na França e Holanda. Típico na Índia, onde é parte do curry em pó e largamente empregado na cozinha tandoori, seus frutos são usados inteiros, podendo ser fritos ou assados antes do uso. Os legumes, especialmente as lentilhas, são temperados com cominho frito na manteiga. Pode ser utilizado em misturas de temperos, polvilhados nos pratos antes de servir. O cominho preto é o fruto da planta de mesmo nome que cresce no Irã e na região norte da Índia, algumas vezes preferida em detrimento do cominho branco. Uso culinário O cominho faz parte da composição do curry, é utilizado na cozinha oriental e mediterrânea. Na Alemanha, certos pães são temperados com suas sementes. Alguns queijos, como o gouda e o munster, podem também ser feitos com grãos de cominho em seu interior. O cominho também é utilizado moído, em pó, em muitos pratos da culinária árabe. Usam-se as folhas e raízes (muito finas, fracas e esbranquiçadas, são aromáticas e consideradas uma "délicatesse" à mesa). As flores pequenas, brancas ou levemente rosadas, não são usadas na culinária, mas originam pequenos frutos, que contêm as sementes, muito aromáticas. Usam-se ainda as folhas e os grãos nos preparos de molhos para carnes e peixes, legumes, ovos, queijos e sopas. Na Holanda é comum utilizá-lo em bolos e doces CuriosidadesO cominho foi trazido para a Europa pelos árabes, que lhe atribuíam um poder afrodisíaco. A presença de sementes do cominho dentre outros alimentos encontrados no poço funerário de uma mulher da II dinastia do antigo Egito (cerca de 3.700 aC.) nos confirma que esse tempero é conhecido já há bastante tempo. A palavra cominho vem do latim cuminum, provavelmente com origens semitas. Em países de língua alemã é freqüentemente confundido com o kümmel, mais popular naqueles locais. Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #37 em: 10-03-2012 , 11:07 » |
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Nome popular CONFREI

Nome científico Symphytum officinale L. Parte usada Rizoma, raíz, folha Propriedades terapêuticas Hemostático, antinflamatório, cicatrizante. Indicações terapêuticas Úlcera, ferida, corte, fratura, afecção óssea. Informações complementares
CONFREI (Symphitum sp. L.) Indicações Utilizado para favorecer o crescimento de tecidos novos em ulcerações, feridas e cortes, fraturas e afecções ósseas (onde age como indutor da produção calcárea). Dosagem indicada Cataplasma e banhos locais - várias vezes ao dia. Emplasto: esmagar folhas em água morna e colocar diretamente sobre ferimentos (cicatrizantes, lavar e repetir 2 vezes ao dia. No caso de contusões e inchaços colocar o emplasto dentro de um pano antes de aplicar. Tintura: 1 parte de sumo das folhas em 5 partes de álcool, preparar pomadas e ungüentos.
Outros usos Muito utilizada como forrageira pelo alto teor de proteína e excelente produção de massa verde. Cuidados Existem referências que tratam da presença de alcalóides cancerígenos no confrei, principalmente em folhas jovens. O uso externo sobre feridas pode promover rápida cicatrização externa, sendo que o processo inflamatório pode continuar internamente. A absorção dérmica, das substâncias tóxicas, parece não ser significativa. Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #38 em: 10-03-2012 , 11:08 » |
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Nome popular COPAÍBA

Nome científico Copaifera officinalis (Jacq.) L. Sinonímia científica Copaifera reticulada Ducke Propriedades terapêuticas Antinflamatório, cicatrizante. Indicações terapêuticas O oléo é antinflamatório e cicatrizante de feridas, principalmente das vias urinárias e pulmonares. Tem ação contra o bacilo de tétano e contra a herpes. Informações complementares
Nome científico: Copaifera reticulada Ducke. O oléo é antinflamatório e cicatrizante de feridas, principalmente das vias urinárias e pulmonares. Tem ação contra o bacilo de tétano e contra a herpes. C. reticulata dunke é uma das espécies de copaíba. C. é abreviatura do gênero Copaifera, cujo óleo é muito empregado em Fitoterapia. A nossa espécie mais comum é a Copaifera officinalis, que ocorre na Amazônia. Cuidado para não confundir, na bibliografia há outras espécies com o nome C. reticulata, por exemplo, Citrus reticulata (uma tangerina). Ricardo B. Buchaul Fonte: plantas medicinais-ciagri
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« Responder #39 em: 10-03-2012 , 11:08 » |
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Nome popular CORONILHA

Nome científico Scutia buxifolia Reiss Família Rhamnaceae Parte usada Cascas do tronco e folhas. Propriedades terapêuticas Diurética, hipotensora. Indicações terapêuticas Tônico cardíaco Informações complementares
OrigemEspécie nativa das matas do sul da América do Sul. Descrição botânica Pequena árvore ou arbusto de até 6m de altura, com espinhos. Folhas opostas até alternas, inteiras ou com poucos dentes, lustrosas. Inflorescências em fascículos axilares. Flores pequenas, verdes. Cultivo Propagação: por sementes, mudas feitas nos viveiros para depois ir a campo. Plantio: preferir no outono-inverno para realizar o plantio. Mudas devem ser tutoradas. Florescimento: de outubro a janeiro dependendo da região do estado. Uso medicinal Tintura das cascas é usada como tônico cardíaco. As cascas e as folhas são usadas como diuréticas e hipotensoras. Fonte: plantas medicinais-ciagri
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